terça-feira, 26 de maio de 2026

Campos cresce 16% no ISS, mas segue lanterninha: a menor arrecadação entre os municípios produtores da Bacia de Campos - Análise realizada por IA

 


Campos cresce 16% no ISS, mas segue lanterninha: a menor arrecadação entre os municípios produtores da Bacia de Campos

O gráfico acima demonstra os dados da arrecadação do ISS de janeiro e fevereiro de 2025 e de 2026 dos municípios produtores de petróleo da Bacia de Campos.

Como se observa pelos valores arrecadados, Campos registrou elevação de 16,37%, Macaé apresentou retração de 3,77%, Rio das Ostras avançou 38,92% e São João da Barra aumentou 34,97%. Em termos absolutos, o total arrecadado pelos quatro municípios saltou de R$ 279,9 milhões em 2025para R$ 300,0 milhões em 2026,  crescimento agregado de R$ 20,1 milhões no período.

Contudo, diante desse cenário, um aspecto precisa ser ressaltado. No primeiro bimestre de 2025 e de 2026, em termos absolutos, a arrecadação do ISS de Campos segue sendo a menor entre os quatro municípios. Isso se explica pelo fato de a economia campista estar assentada em atividades de serviços de baixo valor agregado e de baixa remuneração dos trabalhadores, ao contrário dos demais municípios: Macaé abriga a base operacional da Petrobras; Rio das Ostras conta com a Zona Especial de Negócios (ZEN); e São João da Barra sedia o Porto do Açu, um dos maiores complexos portuários e industriais em operação na América Latina.

Vale acrescentar que a participação de Macaé no total regional recuou de 68% no valor agregado de 2025 para 62% do agregado de 2026 em apenas um ano, enquanto São João da Barra e Rio das Ostras ampliaram suas fatias.

Por fim, apenas para registrar: a economia campista, em razão de sua fragilidade econômica, continua segurando a lanterna no quesito arrecadação de ISS entre os municípios produtores da Bacia de Campos. O que é preocupante.

 

 

segunda-feira, 25 de maio de 2026

No primeiro bimestre de 2026, Macaé concentrou 84% de todo o investimento da região - Análise realizada por IA

 


No primeiro bimestre de 2026, Macaé concentrou 84% de todo o investimento da região

Segundo os dados extraídos do site do TCE-RJ, no que diz respeito aos investimentos públicos dos municípios produtores de petróleo da Bacia de Campos nos meses de janeiro e fevereiro, a prefeitura de Campos ampliou, no primeiro bimestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2025, os gastos em obras e equipamentos em 14,94%, e a de Macaé em 26,73%. É importante ressaltar que, em termos nominais, os valores investidos por Macaé são muito superiores quando comparados aos de Campos: R$ 19,3 milhões em 2026 contra R$ 3,7 milhões  o que coloca Macaé sozinha com 83,7% de todo o investimento regional no bimestre.

Já Rio das Ostras e São João da Barra registraram recuos significativos nos investimentos, de 97,67% e 97,32%, respectivamente, saindo de R$ 215 mil cada para menos de R$ 6 mil no período.

Cabe, contudo, uma justa observação: a presente análise abrange apenas dois meses do início do exercício fiscal de 2025 e 2026, fase em que é natural que as prefeituras invistam pouco, dado que a peça orçamentária ainda está sendo aberta para execução ao longo do ano.

Portanto, diante dos cenários apresentados pelos números, não surpreende que os investimentos de Campos e Macaé sejam maiores quando comparados aos dos outros dois municípios, uma vez que ambos dispõem de orçamentos fiscais significativamente mais robustos, sustentados pelo fluxo de royalties do petróleo.

 

 

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Campos dispara 26,5% na arrecadação enquanto São João da Barra recua — o que os números revelam sobre o Norte Fluminense - Análise realizada por IA


 

Campos dispara 26,5% na arrecadação enquanto São João da Barra recua — o que os números revelam sobre o Norte Fluminense

 

No comparativo bimestral de janeiro e fevereiro de 2026 em relação ao mesmo período de 2025, no que diz respeito à receita realizada das prefeituras destacadas no infográfico, conforme dados extraídos do portal do TCE-RJ, os números são expressivos.

A arrecadação de Campos registrou um salto de 26,51%, desempenho que vai muito além da inflação do período e sugere causas estruturais, como a guisa de exemplo, aumento nos repasses de royalties e possível regularização tributária. Macaé avançou 5,73%, Rio das Ostras cresceu 4,25% e São João da Barra foi o único a recuar, com retração de 5,76%, dado que merece atenção, dado o papel do Porto do Açu na economia local.

Estamos diante de orçamentos bilionários, e não se trata de valor irrisório, como os próprios números deixam claro.

O presente estudo demonstra, portanto, o montante efetivamente ingressado no caixa de cada prefeitura. Não se trata de expectativas orçamentárias, mas de receita concretamente realizada do ponto de vista financeiro. Os gestores municipais, diante desse quadro, não têm como alegar escassez de recursos. Dinheiro tem!

 


quinta-feira, 21 de maio de 2026

Pobreza recua 1,38% em Campos e avança em Macaé, Rio das Ostras e SJB — as cidades das oportunidades de emprego no Norte Fluminense - Análise realizada por IA

 


Pobreza recua 1,38% em Campos e avança em Macaé, Rio das Ostras e SJB — as cidades das oportunidades de emprego no Norte Fluminense

 

De acordo com a última estatística sobre a pobreza e a vulnerabilidade social no cadastro do CadÚnico dos municípios com maior densidade econômica da região Norte Fluminense, referente ao mês de maio de 2026 em comparação com maio de 2025, segundo o Ministério da Cidadania do Governo Federal:

A pobreza se elevou 5,76% na economia do petróleo em Macaé, 3,40% em Rio das Ostras, que possui uma forte Zona Especial de Negócios (ZEN), e 4,73% na economia portuária de São João da Barra. É importante lembrar que tais cidades figuram entre as que concentram as maiores oportunidades de emprego da região e, em termos mais amplos, do estado do Rio de Janeiro.

Nesse território, na atual conjuntura, em função da Petrobras em Macaé e do Porto do Açu em São João da Barra, detém uma das maiores rendas per capita do Brasil. Isso é uma contradição! Uma região rica, cujas principais cidades em termos econômicos convivem com uma população empobrecida, e, pior, a pobreza não para de crescer. Olha os números!

Por fim, vale ressaltar que Campos dos Goytacazes, município cuja economia orbita em torno de Macaé e São João da Barra, foi o único onde houve redução da pobreza em maio de 2026. A queda foi pequena, mas, de qualquer forma, merece ser considerada um avanço quando comparada ao desempenho dos demais municípios. É isso aí!

 




quarta-feira, 20 de maio de 2026

Custo dos Vereadores: Macaé e Rio das Ostras registram altas expressivas no primeiro bimestre de 2026 - Análise realizada por IA

 


Custo dos Vereadores: Macaé e Rio das Ostras registram altas expressivas no primeiro bimestre de 2026

As informações apresentadas expõem a execução financeira das Casas Legislativas de Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra durante o primeiro bimestre de 2025 e 2026. Tais montantes refletem o impacto orçamentário da atuação parlamentar regional. 

Conforme ilustrado no infográfico, as despesas de Macaé saltaram 26,21% no comparativo entre os períodos, enquanto Rio das Ostras registrou alta de 17,41%. Essas variações indicam que ambos os órgãos mantêm uma remuneração elevada para seus membros, cujos subsídios e benefícios financeiros são notadamente expressivos. 

No caso de Campos e São João da Barra, constam apenas as cifras de 2026, visto que os registros não foram processados no início do ciclo anterior. Contudo, o vulto dos recursos em 2026, R$ 2.944.861,53 e R$ 2.852.330,50, respectivamente, evidencia que os parlamentares campistas e sanjoanenses também recebem proventos significativos. 

Em suma, são verbas oriundas do tesouro público destinadas ao custeio dos representantes para a elaboração de leis. É desta maneira que opera a engrenagem administrativa das Câmaras nas cidades analisadas.

 

 

terça-feira, 19 de maio de 2026

Geração de empregos industriais recua na região em março de 2026; Rio das Ostras nada contra a corrente - Análise realizada por IA

 


Geração de empregos industriais recua na região em março de 2026; Rio das Ostras nada contra a corrente

 


Segundo os dados do CAGED de março de 2026, o setor industrial dos municípios com maior densidade econômica do Norte Fluminense registrou tímido crescimento na geração de empregos e renda.

Em Campos, março de 2025 foi marcado pela perda de 21 postos, enquanto no mesmo mês de 2026 foram criadas 38 vagas com carteira assinada.

Já a economia do petróleo em Macaé abriu 552 vagas em março de 2025, mas em março de 2026 trouxe uma grande surpresa: o município encerrou 135 contratos formais.

O grande destaque ficou com Rio das Ostras, que criou 96 empregos formais em março de 2025 e ampliou esse resultado para 110 postos no mesmo período de 2026.

São João da Barra, por sua vez, manteve-se estável nos dois períodos analisados.

Diante desse cenário, o desempenho industrial dessas cidades na geração de empregos deixa a desejar. Não é uma boa notícia!

 


segunda-feira, 18 de maio de 2026

Prévia do PIB: Queda de 0,67% em março interrompe sequência positiva, mas indicador salta 3,07% no confronto anual - Análise realizada por IA


 

Prévia do PIB: Queda de 0,67% em março interrompe sequência positiva, mas indicador salta 3,07% no confronto anual

 

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), tido como a prévia do Produto Interno Bruto (PIB) para março de 2026, revelou uma retração de 0,67% frente a fevereiro, dado visível à direita do infográfico.

Já no confronto interanual com o mesmo período de 2025, o indicador exibiu uma expansão expressiva de 3,07%, conforme ilustrado à esquerda da imagem.

Esse avanço foi liderado pelo segmento de serviços, que subiu 3,97%, acompanhado pela indústria, com alta de 2,27%, enquanto a agropecuária registrou recuo de 0,73%

Em suma, os números da prévia do PIB apontam para um recuo pontual na margem, embora o resultado anual permaneça em um patamar favorável.


sexta-feira, 15 de maio de 2026

Setor de serviços tomba 1,2% em março — e o estrago da Selic fica claro - Análise realizada com auxílio de IA | Fonte: Blog do Zé Alves Neto

 


Setor de serviços tomba 1,2% em março — e o estrago da Selic fica claro

 

O gráfico demonstra a evolução do setor de serviços da economia brasileira na comparação mês a mês no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado.

Como se pode observar, dentro dessa perspectiva, esse importante segmento econômico vem tendo bastantes dificuldades para expandir. Em janeiro de 2026, o crescimento foi de 0,3%; em fevereiro, ficou estabilizado; e em março verificou-se a maior queda mensal do setor desde dezembro de 2025.

No acumulado do primeiro trimestre de 2025, o desempenho foi de 2,4%, contra 2,3% no mesmo período de 2026. Já em março, na margem, a queda foi de 1,2%, com menos caminhões na estrada e menos viagens de avião.

Abaixo, a performance dos nichos de serviços:

  • O setor de transportes teve recuo de 1,7%;
  • serviços profissionais, administrativos e complementares (−1,1%);
  • informação e comunicação (−0,9%);
  • outros serviços (−2,0%);
  • e serviços prestados às famílias, que inclui restaurantes e hotéis (−1,5%).

Portanto, pode-se dizer que a política monetária restritiva, com alta taxa de juros Selic, anda sim freando o sistema econômico do país, além do endividamento das famílias. Isso é muito preocupante!

 


quinta-feira, 14 de maio de 2026

O peso da dívida pública em Campos dos Goytacazes: leitura da LDO 2027 com apoio de IA




 

A LDO 2027 expõe o retrato fiscal de Campos: Prefeitura paga mais dívida do que investe na cidade

Os dados em valores correntes que estão contemplados no gráfico sobre a amortização, juros e investimentos de 2023 a 2027 foram retirados do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027 da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes (RJ), que está na Câmara Municipal para ser submetido à audiência pública e, posteriormente, votado pelos vereadores campistas. Apenas uma observação: os de 2026 são valores orçados, uma vez que ainda não terminou o atual exercício financeiro, e os de 2027 são os projetados.

No que diz respeito às informações que estão no gráfico, destacaremos as principais. Em 2024, a amortização teve uma queda de 42,7% em relação ao ano anterior. No período de 2023 a 2027, o exercício que teve o menor investimento público na cidade foi o de 2025.

Para concluir e deixar a sociedade campista mais informada, é relevante dizer: de 2023 a 2027, a Prefeitura pagou, do principal da dívida, o total de R$ 598,0 milhões; de juros, neste mesmo recorte de tempo, ou seja, do custo financeiro do endividamento público, R$ 203,3 milhões; e de investimentos, aplicação em obras e ativos públicos, R$ 585,9 milhões. Agora, para finalizar, ao somarmos os valores da amortização mais juros, temos, em valores correntes, o pagamento de R$ 801,3 milhões. Portanto, a Prefeitura pagou muito mais de dívida do que investiu de 2023 a 2027, o que demonstra claramente que a máquina pública local anda profundamente endividada. O valor da dívida consolidada de 2027, de R$ 1.773.488.882,70, que publicamos ontem, deixa bem claro tal endividamento. Isso não é bom para o município.

Por fim, é importante ressaltar que, entre 2023 e 2027, os gastos com dívidas (juros + amortização) em Campos dos Goytacazes totalizam R$ 801,3 milhões, R$ 215,4 milhões a mais do que os R$ 585,9 milhões que a Prefeitura investiu e investirá considerando o ano de 2026 e 2027 em obras e ativos públicos no mesmo período. Essa é a dura realidade da nossa cidade!

 

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Herança maldita? (https://blogdojosealvesneto.blogspot.com/2026/05/frederico-paes-herdou-do-ex-prefeito.html)



🎥 Análise realizada por IA Frederico Paes herdou do ex-prefeito Wladimir uma dívida de R$ 1,77 bilhão, pagará R$ 154,7 milhões só com juros e amortização em 2027, e investirá apenas R$ 105,2 milhões.

 📊 Confira a análise completa com gráficos e dados oficiais extraídos do Projeto de Lei Complementar nº 0063/2026 na postagem anterior.

 


Frederico Paes herdou do ex-prefeito Wladimir uma dívida de R$ 1,77 bilhão, pagará R$ 154,7 milhões só com juros e amortização em 2027, e investirá apenas R$ 105,2 milhões. Herança maldita?

 

Abaixo está o projeto de lei e alguns artigos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027 da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes (RJ), encaminhado pelo governo Frederico Paes, que consideramos relevantes para dar ciência à sociedade local sobre esta importante norma da Administração Pública, a qual orientará a elaboração do Orçamento Anual de 2027.

PROCESSO Nº 0798/2026/SEC/CMCG — PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 0063/2026. Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da Lei Orçamentária para o exercício de 2027, e dá outras providências.

Art. 24. Fica o Poder Executivo Municipal e o Poder Legislativo, mediante decreto municipal e decreto legislativo, respectivamente, nos termos que dispuser a Lei Orçamentária Anual de 2027, autorizados a abrir créditos adicionais suplementares e/ou remanejar, por decreto municipal, até o limite de 30% (trinta por cento) do orçamento fixado pelo Poder Executivo, nos termos do art. 7º, inciso I, da Lei Federal nº 4.320, de 17 de março de 1964.

Sendo assim, caso a Câmara Municipal aprove a presente proposição, o prefeito terá um "cheque em branco" de R$ 795.492.682,20 em valores reais. Tal montante foi obtido a partir da receita total real prevista na LDO encaminhada pelo Executivo, considera-se também que o Legislativo terá um “cheque em branco” sobre o orçamento deles.

No caso do Poder Legislativo, ele observará o dispositivo abaixo por isso não calculamos o valor do “cheque em branco” dos vereadores:

Art. 23. O Poder Legislativo encaminhará ao Executivo sua proposta orçamentária até o dia 30 (trinta) de julho, observado o disposto na Emenda Constitucional nº 25/2000, na Lei Complementar Federal nº 101/2000, na Portaria SOF/SETO/ME nº 42/1999 e nas Portarias Interministeriais STN/SOF nº 163/2001 e nº 2/2010, e a peça será incluída no Projeto de Lei Orçamentária do Município para o exercício de 2027.

A reserva de contingência da LDO de 2027 corresponderá a 10% da receita corrente líquida, conforme o artigo a seguir:

Art. 29. Deverá ser incluída na proposta orçamentária anual dotação global, com título de reserva de contingência, no limite de até 10% (dez por cento) da receita corrente líquida estimada para o exercício, cujos recursos serão utilizados para atender aos passivos contingentes, bem como a outros riscos e eventos fiscais imprevistos.

Outro dispositivo que chama atenção é o seguinte, que, em conjunto com a Constituição Federal, autoriza a contratação de Recibos de Pagamento Autônomo (RPAs). É tudo o que os prefeitos gostam!

Art. 38. Para efeito do disposto nos artigos 37, V e X, e 169, § 1º, inciso II, da Constituição Federal, bem como na Lei Complementar Federal nº 101/2000, fica estabelecido que:

II — em caso de interesse público, o Município poderá contratar pessoal em caráter temporário, nos termos do art. 37, inciso IX, da Constituição Federal;

Apesar de o prefeito Frederico Paes não contemplar na LDO de 2027 o reajuste do servidor público, que está sem aumento salarial mais de uma década, o parágrafo terceiro do artigo 38 trata da possibilidade de revisão geral da remuneração do funcionalismo. Estaríamos diante, talvez, de um reajuste compatível com a inflação do país? É isso mesmo?

§ 3º Serão disponibilizados os recursos orçamentários necessários para assegurar a revisão geral anual da remuneração dos servidores públicos municipais ativos, inativos e pensionistas, conforme disposto no inciso X do art. 37 da Constituição Federal.

Valor total da LDO de 2027: R$ 2.651.642.274,53; Gastos com pessoal e encargos para 2027: R$ 1.489.184.159,49; Investimentos previstos para 2027: R$ 105.271.578,40; Juros e encargos: R$ 41.447.076,20; Amortização da dívida: R$ 113.271.020,39; Somados juros, encargos e amortização, alcança-se o montante de: R$ 154.718.096,30

Portanto, diante do cenário fiscal e financeiro indicado pela LDO de 2027 da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes (RJ), o prefeito Frederico Paes investirá no ano que vem o total de R$ 105,271 milhões e desembolsará somente com o serviço da dívida (juros e amortização) o montante de R$ 154,718 milhões. Que dívida é essa? Basta aos interessados recorrer ao Anexo de Metas Fiscais, tabela 3 do demonstrativo 3, e todos verão. Trata-se de obrigações do passado e do presente, que, somente no próximo exercício, já se consolidam em R$ 1.773.488.882,70. Esse é o passivo da prefeitura local, e dele será amortizada a parcela que destacamos acima. Em outras palavras: o prefeito Frederico Paes herdou ou não um abacaxi do ex-prefeito Wladimir? Dizer agora que não sabia já é tarde demais!

 


terça-feira, 12 de maio de 2026

[Análise realizada por IA]

IPCA de abril cai para 0,67% e perde força após susto de março



 

IPCA de abril fica em 0,67% e perde força após susto de março

 

O IBGE divulgou hoje a inflação de abril de 2026, que ficou em 0,67%, abaixo da inflação do mês anterior, que ficou em 0,88%. A inflação em 12 meses caiu (de 5,53% em abr/2025 para 4,39% em abr/2026).

A maior pressão no índice veio dos preços dos alimentos e bebidas, que tiveram uma variação de preço de 1,34%, a despeito de ele ter ficado abaixo da variação de preços do mês de março, em que esse grupo variou 1,17%. Embora a gasolina tenha desacelerado de 4,59% para 1,86%, seguiu sendo o item de maior impacto individual no mês.

Os alimentos no domicílio tiveram alta de 1,64%, puxada pelo aumento dos preços da cenoura (26,63%), do leite longa vida (13,66%), da cebola (11,76%), do tomate (6,13%) e das carnes (1,59%). Por outro lado, tiveram quedas o café moído (-2,30%) e o frango em pedaços (-2,14%).

Toda essa pressão inflacionária na alimentação, principalmente, está diretamente relacionada ao conflito geopolítico entre EUA e Irã, que está criando uma imensa instabilidade econômica na economia mundial, com possibilidades de um recrudescimento da espiral inflacionária no mundo como um todo. Acarreta prejuízos incalculáveis para os agentes econômicos, além de frear os investimentos que geram emprego e renda na economia.

Portanto, a conjuntura macroeconômica do Brasil e do mundo exige muita prudência na hora da tomada de decisões do mundo corporativo. A torcida é grande para que haja um acordo de paz entre EUA e Irã. E tem que ser urgente!

Por fim, mais um detalhe: a Selic em 14,75% com IPCA de 4,39% em 12 meses, juro real de quase 10%, um dos maiores do mundo. E o mercado já projeta o IPCA fechando 2026 em 4,86% (Focus), acima da banda superior da meta (4,5%). É esse o pano de fundo que está travando qualquer corte mais agressivo do Copom. É desse jeito.

 

  


segunda-feira, 11 de maio de 2026

Saúde: Macaé lidera crescimento percentual enquanto Campos mantém maior gasto absoluto em 2026

O gráfico exibe as despesas da saúde pública nos dois primeiros meses de 2025 e 2026, conforme demonstram os dados. O maior avanço no bimestre inicial de 2026 frente ao mesmo intervalo de tempo  do ano anterior, em termos relativos, ocorreu em Macaé, com 17,86%. Já em valores absolutos, Campos dos Goytacazes (RJ) lidera, apesar de ter registrado uma retração de 9,38% no comparativo atual.

Portanto, esse é o cenário estatístico do setor nos municípios com a principal pujança econômica do estado do Rio de Janeiro.

 

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Macaé puxa, Açu confirma, Campos surpreende: a construção civil regional em março de 2026

 

De acordo com o CAGED de março de 2026, o setor da construção civil de Macaé consolidou a liderança na geração de empregos quando comparado ao mesmo período de 2025 (+341, dobrou o saldo do ano anterior). Isso demonstra claramente o aumento dos investimentos do segmento offshore da Bacia de Campos no município, que segue puxando a fila desse relevante ramo econômico gerador de emprego e renda.

No caso de Campos, como se verifica no gráfico, ocorreu a maior virada absoluta (de −177 para +126). O município, que aparecia estagnado em março de 2025, recuperou o fôlego. Tal inflexão pode estar relacionada ao aumento de obras públicas na cidade, fomentadas por investimentos da prefeitura local, ou até mesmo a alguma expansão imobiliária.

Em relação a São João da Barra, apenas se confirma o ciclo do Açu (de −150 para +33). O quantitativo é tímido em termos absolutos, mas tal comportamento está coerente com os novos contratos selados pelo Porto do Açu e também com o crescimento robusto das receitas dos royalties que o município está experimentando na atual conjuntura.

No que diz respeito a Rio das Ostras (+7), o que se percebe é a sua dependência ainda muito grande do ciclo Macaé/Bacia de Campos, sem o mesmo dinamismo de SJB. Portanto, o número de empregos deixou a desejar no atual contexto.

Por fim, sem mais delongas, esse é o cenário do emprego nas regiões Norte Fluminense e Baixada Litorânea do Rio de Janeiro.

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Sangria silenciosa: assistência social encolhe 15% em termos reais enquanto royalties batem recorde

 


O gráfico acima demonstra a aplicação dos recursos da área da assistência social dos municípios com a maior densidade econômica da região Norte Fluminense, comparando os meses de janeiro e fevereiro de 2026 em relação ao mesmo período de 2025, cujos dados foram retirados do TCE-RJ. Das cidades contempladas no gráfico, a única que apresentou elevação nos gastos nesse recorte de tempo foi Rio das Ostras.

Já na última linha da tabela, o total dos gastos dos quatro municípios foi maior em 2025 quando comparado a 2026. O que se observa nos números é uma contração agregada de 11,66% nos investimentos sociais dos referidos municípios. Em termos reais, considerando um IPCA oficial de 4,44% em 12 meses até fevereiro de 2026, a contração real agregada chega a −15,42%, o que não é insignificante e é lamentável. Isso representa, na nossa opinião, uma sangria silenciosa na rede de proteção social num momento em que esses municípios ainda absorvem população flutuante ligada à cadeia do petróleo. Atenção, senhores prefeitos!

No que diz respeito a Campos, ela puxa o retrocesso com o percentual de (−19,4%). Diante de tal conjuntura, importa lembrar que o município com a maior base populacional vulnerável é justamente o que mais cortou. Com isso, pode-se afirmar: Campos corta R$ 3,8 milhões da assistência enquanto royalties batem recorde por conta da guerra entre os Estados Unidos e o Irã.

No tocante a Rio das Ostras, na contramão (+35%), está o único caso de expansão nominal dos gastos sociais conforme os números. Coincide com o ciclo de crescimento populacional do município (efeito-dormitório de Macaé) e provável pressão por demanda de serviços. É o município que mais respondeu à realidade social no período dentro da atual conjuntura.

São João da Barra teve uma queda nominal nos gastos sociais de −5%. Se observarmos que SJB foi o município de maior crescimento de royalties em abril/2026, há um descompasso entre a arrecadação extraordinária e o gasto social. Num território onde a pobreza só se eleva, basta recorrer aos números de vulneráveis que estão no CadÚnico, conforme as estatísticas de abril de 2026.

Por fim, vale ressaltar o paradoxo do petróleo: três dos quatro maiores beneficiários de royalties da Bacia de Campos estão cortando assistência social ao mesmo tempo em que a região vive num cenário de prosperidade de receitas petrolíferas em função do conflito geopolítico no Oriente Médio. O dinheiro não está faltando. Está havendo inversão de prioridades, é o que percebemos.

 

 


quarta-feira, 6 de maio de 2026

Norte Fluminense recupera fôlego no emprego de serviços em março de 2026

O gráfico retrata o comportamento do mercado de trabalho no mês de março de 2026 em comparação a março de 2025, segundo a pesquisa do CAGED. Verifica-se que, em março de 2025, Campos perdia 143 vagas com carteira assinada e, agora, em março de 2026, encerrou o mês com saldo líquido positivo de 112 postos formais.

No caso de Macaé, em março do ano passado foram abertas 272 ocupações, número que saltou para 351 no mesmo período de 2026, registrando alta de +29,0%.

Rio das Ostras fechou março de 2026 com saldo positivo de 188 contratações, quantitativo inferior ao registrado um ano antes, quando o município havia somado 204,  recuo de −7,8% no comparativo anual.

Já São João da Barra, em razão das atividades portuárias, foi o grande destaque: passou de apenas 29 admissões líquidas em março de 2025 para 311 nesta apuração de 2026 — variação de +972,4%, ou seja, o saldo praticamente decuplicou em doze meses.

Portanto, diante desse cenário do CAGED, o único município que aparece com saldo negativo foi Campos, em março de 2025, conforme se pode observar no gráfico.

 



 

terça-feira, 5 de maio de 2026

O paradoxo do enclave portuário

 Abril de 2026

Apenas uma rápida explicação sobre o gráfico acima, que na verdade complementa a postagem abaixo. A coluna da esquerda demonstra o indicador de riqueza, que é o PIB per capita, com São João da Barra liderando a classificação. Já a coluna da direita retrata o ranking de menor índice de pobreza, ou, como resolvemos chamá-lo, ranking de bem-estar social. Macaé é a líder e São João da Barra ocupa a última posição. Portanto, aí está a economia sanjoanense classificada tecnicamente como economia de enclave. É isso aí!


São João da Barra: R$ 382 mil de PIB per capita, 3 em cada 4 moradores no CadÚnico

 

Abril de 2026

O paradoxo de São João da Barra. SJB tem o maior PIB per capita do conjunto (R$ 382 mil, mais que o quádruplo de Macaé) e, ao mesmo tempo, o maior índice de pobreza (72,28%). Quase 3 em cada 4 sanjoanenses estão no CadÚnico, o que é muito grave do ponto de vista social. Isso não representa um erro de cálculo. Tal conjuntura é a manifestação clássica do que a literatura econômica chama de enclave produtivo. Como isso acontece? A explicação é simples. O Porto do Açu e o complexo logístico-energético geram um valor adicionado bruto extraordinário que infla o numerador do PIB per capita, mas a riqueza não se converte em massa salarial local nem em arrecadação que se traduza em política pública redistributiva. Ou seja, o PIB nasce no porto e sai pela tubulação; a pobreza fica no município.

Macaé, dentro do atual contexto, é a melhor colocada (37,24%), pois conta com uma base de empregos decorrente da atividade petrolífera, um setor de serviços qualificados e estrutura tributária consolidada que atenua os problemas sociais municipais quando comparado aos demais municípios da tabela.

Campos e Rio das Ostras estão tecnicamente empatadas (40,93% e 39,66%). Campos, sede regional, com hospitais, universidades e comércio, hoje sobrevive das rendas geradas pela Petrobras e pelo Porto do Açu, pois, na atual conjuntura, não existe na cidade nenhum grande investimento que possa dar sustentabilidade à economia local. Já Rio das Ostras vive do excesso das rendas de  Macaé, o que permitiu ao município montar uma Zona Especial de Negócios (ZEN) com algumas empresas multinacionais do setor.

A nível nacional, segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o índice médio brasileiro de cadastrados no CadÚnico em relação à população gira hoje em torno de 35-40%, então três dos quatro municípios, Campos, Macaé e Rio das Ostras, estão na média ou um pouco acima dela, em uma região que recebe os maiores volumes de royalties per capita do país, ao contrário dos demais municípios brasileiros, que vivem submersos numa profunda crise fiscal, exceto os municípios das capitais.

Portanto, esse é, em si, o problema fiscal-distributivo do Norte Fluminense dentro dessa realidade numérica. Ou seja, existe renda, mas ela é mal aplicada pelos prefeitos da região, que priorizam a elevação da despesa pública em detrimento dos investimentos geradores de emprego e renda, como todos nós estamos cansados de saber.


Por Alcimar das Chagas Ribeiro

 

A região Norte Fluminense gerou 1.404 vagas de emprego formal em março

 

A região Norte Fluminense gerou 1.404 emprego formais em março deste ano, saldo maior 11,9% em relação ao mês anterior e maior 61,9% em relação ao mesmo mês do ano passado. Macaé liderou com 711 novas vagas geradas, seguido por Campos dos Goytacazes  com 337 vagas e São João da Barra com 314 vagas geradas no mês.

No acumulado do trimestre foi gerado um saldo 2.678 empregos com Macaé gerando 1.648 empregos, São João da Barra gerando 671 empregos e Campos dos Goytacazes gerando 344 empregos no trimestre do ano.

Na avaliação setorial, considerando os principiais municípios geradores de emprego na região (Macaé, Campos e São João da Barra), as atividades de serviços concentraram 2.024; a construção civil concentrou 531 empregos; a indústria 138 empregos e a agropecuária 37 empregos. O comércio eliminou 67 empregos no trimestre.

O estado gerou um saldo de 23.914 vagas de emprego no trimestre e o país gerou 613.373 novas vagas no mesmo período. A contribuição do estado na geração de emprego no país atingiu somente 3,9% do total.


quinta-feira, 30 de abril de 2026

Campos contraria Selic alta: construção civil e serviços lideram retomada do emprego

 

No CAGED de março de 2026, publicado no dia de hoje, a economia de Campos dos Goytacazes (RJ) criou 337 empregos com carteira assinada, ao passo que em março de 2025 a redução foi de 413 postos de trabalho, segundo o saldo líquido mensal apresentado no gráfico.

Os dois segmentos que puxaram a recuperação foram a construção civil e o setor de serviços, que em março de 2026 geraram, respectivamente, 126 e 112 vagas formais. Os demais ramos tiveram um desempenho tímido.

Portanto, a despeito da taxa de juros elevada da economia brasileira, a construção civil e os serviços mostraram-se resilientes ao cenário macroeconômico nacional.

 


Segundo corte seguido leva Selic a 14,50%, mesmo com guerra EUA-Irã

 

O Comitê de Política Monetária (COPOM) decidiu no dia de ontem reduzir a taxa de juros Selic, que norteia todas as taxas dos contratos de crédito da economia brasileira, de 14,75% para 14,50%. Foi uma redução tímida, entretanto, necessária para uma economia que ostenta uma das maiores taxas básicas de juros do planeta.

Embora a conjuntura econômica externa esteja em turbulência por conta da guerra entre os Estados Unidos e o Irã, e a inflação no Brasil ameace se elevar, como se observou através do IPCA-15 de abril, o BACEN foi corajoso e assertivo em reduzi-la. Outro fator que contribuiu para essa diminuição foi a manutenção dos juros básicos americanos pelo Federal Reserve na mesma data.

Portanto, estamos diante de uma boa notícia e de uma esperança de melhora no desempenho dos indicadores econômicos e sociais do Brasil.

 


quarta-feira, 29 de abril de 2026

IPCA-15 dispara para 0,89% em abril e Selic mantida em 14,75% ameaça travar economia fluminense

 

O IBGE divulgou ontem o IPCA-15 de abril, que mais que dobrou em um único mês: o indicador foi de 0,89%, ficando 0,45 ponto percentual acima do resultado de março (0,44%). Em doze meses, acumula alta de 4,37%, já impactado pelo conflito geopolítico, a guerra entre os Estados Unidos e o Irã.

Quem foi o vilão? Alimentação e bebidas (1,46% e 0,31 p.p.) e Transportes (1,34% e 0,27 p.p.) responderam por 65% do índice do mês.

O choque de oferta agrícola foi puxado pela majoração da cenoura (25,43%), cebola (16,54%), leite longa vida (16,33%), tomate (13,76%) e carnes (1,14%), onerando com isso a cesta básica do trabalhador.

Já o choque de combustíveis veio da gasolina, que em março registrou recuo de 0,08% e em abril aumentou 6,23%, e o diesel saltou para 16%.

Por derradeiro, é importante lembrar que o mercado já projeta o IPCA de 2026, no fim do ano, em torno de 4,86%, acima da meta inflacionária pré-estabelecida pelo Banco Central do Brasil. Em face dessa conjuntura inflacionária, talvez hoje o BACEN se recuse a reduzir a taxa Selic, que se encontra em 14,75%, nível insuportável e que inviabiliza o crescimento econômico do país ao encarecer o crédito.

Apenas acrescentando ao contexto acima: no que diz respeito à Economia Fluminense, ao permanecer a Selic no atual patamar, teremos impactos negativos sobre a construção civil e o comércio local em virtude do custo elevado do dinheiro, piorando ainda mais a geração de empregos nesses dois segmentos econômicos.

 


terça-feira, 28 de abril de 2026

O maior salto dos royalties em abril/26 não foi de Maricá nem de Macaé — foi de São João da Barra

 

O gráfico apresenta o desempenho dos municípios pertencentes à Bacia de Campos, Campos dos Goytacazes, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra, e os da Bacia de Santos, representados por Maricá, Niterói e Saquarema.

De acordo com os números, em termos relativos, São João da Barra foi quem mais ampliou seu recebimento na comparação com o mês anterior, superando todas as demais cidades do recorte. Apenas uma observação!


Maricá supera Macaé e Campos somados em royalties: R$ 114 milhões contra R$ 101 milhões

O gráfico acima apresenta o crédito das parcelas dos royalties realizado hoje pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) aos municípios petrorentistas das Bacias de Campos e de Santos.

Na Bacia de Santos, o líder de recebimento é Maricá, ocupando o primeiro lugar do ranking. Já na Bacia de Campos, Macaé foi o maior beneficiado e aparece em segundo no gráfico. Logo atrás vêm Niterói (3º), Campos dos Goytacazes (4º) e, fechando a lista, Rio das Ostras.

Além disso, é relevante salientar a inversão histórica que se desenha no atual mapa do petróleo fluminense. Maricá, sozinha, arrecadou em abril/26 mais do que Macaé e Campos somados (R$ 114,8 mi contra R$ 101,8 mi). O número materializa, com clareza, o deslocamento da produção da Bacia de Campos para o pré-sal da Bacia de Santos (Campo de Jubarte e zonas confrontantes).

Os "novos ricos do petróleo", ou a nova rota da fortuna, vêm consolidando posição. Os municípios que não capitalizarem esse movimento em fundo soberano municipal, infraestrutura e diversificação produtiva tendem a repetir o erro clássico cometido por Campos a partir de 2000: dependência fatal de uma receita que, por definição, é finita.

Portanto, cabe aos prefeitos da Bacia de Santos observar com cautela esses números e o exemplo negativo deixado por  Campos e outros municípios da Bacia de Campos, a fim de não incorrerem no mesmo equívoco. Embora Maricá já disponha de um robusto Fundo Soberano, até quando ele bastará após o fim das rendas petrolíferas para sustentar a cidade, ninguém sabe.

 

 

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Comércio do Norte Fluminense desacelera; São João da Barra é a exceção

 

Segundo os dados do CAGED de fevereiro de 2026 em relação ao mesmo mês de 2025, o comércio nos municípios do Norte Fluminense e da Baixada Litorânea com maior densidade econômica, que estão contemplados no gráfico, fechou o segundo mês deste ano com saldo negativo no emprego, exceto São João da Barra, a terra do Porto do Açu, onde houve criação líquida de 34 postos de trabalho formais. O resultado positivo de São João da Barra reflete o ciclo de expansão do Porto do Açu, que vem atraindo empresas e mão de obra para a região.

Já no que diz respeito a fevereiro do ano passado, apenas Macaé e Rio das Ostras geraram vagas. Em Macaé foram 129; em Rio das Ostras, 142.

Portanto, diante desse cenário de empregabilidade, pode-se dizer que as contratações nesses territórios desacelerou, com pequena melhora apenas no município sede do Porto do Açu.