sexta-feira, 10 de julho de 2026

IPCA desacelera pelo segundo mês seguido: de 0,58% para 0,16%

Com um alívio no preço dos alimentos, a inflação medida pelo IPCA de junho de 2026 ficou em 0,16%, ante 0,58% em maio, observa-se, portanto, uma desaceleração no mês, segundo dados divulgados hoje pelo IBGE.

Na comparação com junho de 2025, também houve recuo: o índice daquele mês havia ficado em 0,24%, contra os 0,16% registrados agora em 2026, como já mencionamos.

Vale destacar que a queda de 0,24% no grupo Alimentação e bebidas, que tem peso relevante no orçamento das famílias, ajudou a compensar a pressão exercida pelo grupo Habitação, que subiu 0,63%, impulsionado pelos aumentos na conta de luz.

Por fim, como está evidenciado no gráfico, apesar da desaceleração de junho, o acumulado de janeiro a junho foi de 2,99% em 2025 e de 3,36% em 2026, ou seja, o primeiro semestre deste ano foi mais inflacionário do que o mesmo período do ano passado.

 

 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Terra do petróleo, Macaé arrecada R$ 1,73 bilhão e lidera entre os quatro municípios


 

Terra do petróleo, Macaé arrecada R$ 1,73 bilhão e lidera entre os quatro municípios

 

O gráfico apresenta a receita total realizada das prefeituras de Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra, de janeiro a abril de 2025 e de 2026, cujos dados foram retirados do TCE-RJ, e mostra também o município que possui a maior receita absoluta do grupo, atingindo R$ 1,73 bilhão, Macaé, e o seu crescimento de 3,15%. Demonstra ainda o município que teve a maior expansão da arrecadação, no caso em tela, de 14,15% no período analisado: Campos.

No ensejo, ressalta os municípios que tiveram crescimento moderado da receita, casos de Rio das Ostras e São João da Barra, respectivamente, de 7,06% e 4,67%.

Por fim, pode-se afirmar, com base nos números, que os municípios analisados neste post elevaram as suas arrecadações no primeiro quadrimestre de 2026 em relação ao de 2025. No caso de Campos, a receita total nesse recorte de tempo foi impactada positivamente pelos royalties do petróleo, pelo IPTU, cujo pagamento teve início em fevereiro, e pelo ISS, é pequeno, mas ajuda a somar; Macaé, pelas receitas do ISS das empresas prestadoras de serviços à Petrobras e também pelos recursos financeiros oriundos dos royalties; Rio das Ostras, pelo IPTU, decorrente do ISS da Zona Especial de Negócios (ZEN), e pelas rendas petrolíferas; e São João da Barra, pelo IPTU, pelo ISS das empresas do Porto do Açu e também pelos royalties. Assim, pode-se terminar dizendo o seguinte: pelos números, tudo indica que o dinheiro no primeiro quadrimestre de 2026 não faltou nessas prefeituras.

 


quarta-feira, 8 de julho de 2026

Brent sobe 6% após ataque dos EUA ao Irã: mais dinheiro para os cofres do Rio em agosto - Análise realizada por IA


 

Brent sobe 6% após ataque dos EUA ao Irã: mais dinheiro para os cofres do Rio em agosto

 

O ataque de ontem dos Estados Unidos contra o Irã mexeu no mercado de petróleo através da elevação do preço do barril tipo Brent, com a majoração de mais de 6% em apenas um dia. Uma loucura!

O ataque decorre da ação militar dos iranianos por terem atacado três navios comerciais internacionais, também no dia de ontem, que passavam pelo estreito de Ormuz. Neste ambiente econômico passa 20% do petróleo consumido pelo mundo. Uma quantidade expressiva, diga-se de passagem.

A consequência direta desse episódio, além do aumento do barril do petróleo, foi o impacto sobre as bolsas de valores espalhadas pelo mundo e a elevação do dólar. Tal conjuntura poderá criar nas economias mundiais uma expectativa inflacionária através do encarecimento dos preços dos bens e serviços. O que é profundamente negativo.

Por outro lado, como tudo na vida possui um aspecto bom e ruim, o aludido ataque também apresenta o seu aspecto positivo, especificamente no caso em tela, relacionado às economias petrorrentistas do estado do Rio de Janeiro. Com a alta do preço do barril tipo Brent, que é o tipo que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) utiliza para calcular os royalties, e juntamente com o aumento do dólar, os prefeitos dos municípios que pertencem à Bacia de Campos e à de Santos receberão nos próximos meses, sobretudo nos repasses de agosto e setembro, mais dinheiro nos seus respectivos caixas. O que não é nada mal.

Portanto, essa é a dura realidade econômica da geopolítica contemporânea mundial, em função de muito maluco estar em cargo de comando atualmente.

 


Setor de serviços perde vagas em Macaé, Campos, São João da Barra e Rio das Ostras em maio de 2026 - Análise realizada por IA


 

terça-feira, 7 de julho de 2026

Setor de serviços perde vagas em Macaé, Campos, São João da Barra e Rio das Ostras em maio de 2026

 

O mercado de trabalho do setor de prestação de serviços dos municípios de Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra, segundo o CAGED, sofreu retração na criação de vagas de emprego no mês de maio de 2026 em relação a maio de 2025.

Na economia do petróleo de Macaé, o setor perdeu 71,82% dos postos; na economia de serviços de Campos, o emprego encolheu 68,22%; na economia portuária de São João da Barra, as vagas diminuíram 24,36%; e em Rio das Ostras, cuja economia se sustenta pela Zona Especial de Negócios (ZEN), o setor de serviços teve queda de 13,21%.

Portanto, como bem destaca o gráfico, todos os municípios analisados apresentaram saldo inferior em 2026 comparado ao ano anterior. Apenas para ressaltar: Rio das Ostras, apesar da queda, manteve o saldo mais estável.


ISS de São João da Barra ultrapassa Campos e Rio das Ostras — só fica atrás de Macaé - Análise realizada por IA

 


segunda-feira, 6 de julho de 2026

ISS de São João da Barra ultrapassa Campos e Rio das Ostras — só fica atrás de Macaé

Segundo os dados da arrecadação do ISS de janeiro a abril de 2026 em relação ao mesmo período de 2025, com fonte no TCE-RJ, o levantamento contempla as prefeituras de Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra.

A arrecadação aumentou em todos os municípios analisados nesta postagem. Em termos absolutos, a menor arrecadação foi a de Campos, em função da fragilidade econômica da atividade de serviços. A de Macaé é a maior, por conta das atividades de serviços ligadas à Petrobras; em Rio das Ostras, o crescimento se deu em função da Zona Especial de Negócios; e em São João da Barra, a elevação foi puxada pelo Porto do Açu.

Por fim, vale o registro: a arrecadação de São João da Barra superou tanto a de Campos quanto a de Rio das Ostras, ficando atrás apenas da de Macaé. São os efeitos do Porto do Açu.

 

quinta-feira, 2 de julho de 2026

Recorde de 15 anos: inadimplência do crédito chega a 4,7% em maio

No mês em que o governo federal lança o terceiro Desenrola Brasil, o Banco Central divulga as estatísticas sobre a taxa de inadimplência do Brasil, referentes ao mês de maio de 2026: a inadimplência geral do crédito (livre e direcionado) ficou em 4,7%, patamar recorde desde o início da série histórica, em março de 2011. Já entre as pessoas físicas no crédito livre, o índice chegou a 7,6%.

O grande problema do perfil do endividamento está nas pessoas físicas, quando envolve a modalidade de crédito do cheque especial, onde a taxa de juros praticada pelos bancos gira em torno de 138%, o cartão de crédito rotativo, onde a taxa ultrapassa os 439%, e o empréstimo a pessoa física, onde a taxa de juros também é astronômica.

Outro aspecto que o consumidor esquece e não leva em consideração é que a taxa de juros do Brasil, na atual conjuntura, é uma das maiores do mundo: a Selic está em 14,25% ao ano.

Portanto, resumo da ópera: o Brasil se transformou em um verdadeiro cassino financeiro, com os bancos sendo os maiores protagonistas. Durma com um barulho desses!

 

 

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Usinas quebradas, safra de pé: o paradoxo que ainda sustenta Campos- Análise realizada por IA

 


Usinas quebradas, safra de pé: o paradoxo que ainda sustenta Campos

 

Segundo os números de emprego do CAGED, publicados ontem, a economia do município de Campos dos Goytacazes (RJ) aumentou o volume de contratações líquidas de trabalhadores, saltando de 1.530 empregos em maio de 2025 para 1.799 em maio de 2026, em termos relativos, o crescimento foi de 17,58%.

Essa elevação foi puxada pelo início da safra sazonal da cana de açúcar na economia local, pelas duas usinas ainda existentes, que se encontram em profundas dificuldades financeiras. Inclusive, circulou na mídia local, no final do ano passado, que uma das usinas, por estar soterrada em dívidas e devido à pouca matéria-prima (cana de açúcar) existente na região, não iria moer neste ano. O que foi uma surpresa para a gente é que ela está funcionando ainda nesta safra que se inicia.

Agora vamos aos números: a agropecuária em maio de 2025 criou 885 empregos, em maio de 2026 foram 1.061; o comércio criou 76 vagas em maio de 2025 e em maio de 2026 perdeu 39; a construção civil experimentou uma recuperação, pois em maio de 2025 ficou com o saldo de -160 e agora em maio de 2026 o saldo foi de 127 postos de trabalho formais; a indústria está em ascensão em função da safra da cana, de acordo com o CAGED, em maio de 2025 foram 386 vagas e em maio de 2026 foram 541 postos de trabalho; o setor de serviços em maio de 2025 criou 343 empregos e em maio de 2026 ocorreu uma retração, ficando com 109 empregos com carteira assinada.

Por fim, é importante lembrar aos leitores que a economia campista, a partir de maio até, no mais tardar, o mês de setembro, terá um pouco mais de dinheiro circulando e alimentando os segmentos econômicos de serviços e comércio da cidade, dos quais os lojistas tanto reclamam da falta de dinheiro. Um outro aspecto que não podemos esquecer de informar a todos é que a atual conjuntura agora é de sazonalidade e de tempo curto, pois o que mantém a economia de Campos atualmente são os investimentos da Petrobras em Macaé e o Porto do Açu em São João da Barra. Mas, de qualquer forma, temos sim que comemorar a geração de emprego e renda. É isso que queremos sempre. Trabalhador empregado é consumo certo na economia local!

 


terça-feira, 30 de junho de 2026

Os prefeitos gastam mais com saúde em 2026; falta saber se o atendimento melhorou

 

Nos quatro primeiros meses de execução orçamentária de 2026, em relação ao mesmo período de 2025, os recursos aplicados na saúde pública dos municípios de Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra aumentaram 9,40% em Campos; 25,41% em Macaé; 21,77% em Rio das Ostras; e 16,47% em São João da Barra.

Como se pode observar pelos números, o dinheiro destinado à saúde local pelos prefeitos de cada cidade analisada nesta postagem só se elevou no quadrimestre de 2026. Agora resta saber se os serviços prestados pelas Secretarias de Saúde são efetivamente de qualidade, pois, via de regra, a população costuma reclamar muito do atendimento oferecido pelas prefeituras nessa área. Não sei exatamente se é o caso desses municípios.

Portanto, com a palavra a população, porque, segundo o levantamento, os aportes de cada cidade são volumosos. O dinheiro não está faltando!

 


segunda-feira, 29 de junho de 2026

Royalties de junho: Campos embolsa R$ 61,9 milhões de uma vez

Dinheiro na conta dos municípios petrorrentistas do Estado do Rio de Janeiro. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) depositou hoje as rendas do petróleo dos municípios da Bacia de Campos, como Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra, e dos da Bacia de Santos, do pré-sal, como é o caso de Maricá, Niterói e Saquarema. Os valores que estão faltando no gráfico de Campos e de São João da Barra, respectivamente, são: R$ 61.901.718,54 e R$ 23.468.063,07. Portanto, dinheiro tem!

 

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Desemprego fecha maio em 5,6%, o menor para o mês desde 2012 - Análise realizada por IA

 


Desemprego fecha maio em 5,6%, o menor para o mês desde 2012

 

O IBGE divulgou hoje a taxa de desemprego da economia brasileira, e ela ficou em 5,6% no trimestre terminado em maio; foi de 6,1% no encerrado em março e de 5,8% no de abril. É a menor taxa para o mês de maio desde 2012, e se encontra no "piso histórico". Em maio de 2025, a taxa de desocupação ficou em 6,2%, ou seja, recuo de 0,6 p.p. em doze meses.

No que diz respeito à renda do trabalho, ela ficou em R$ 3.726,00; na comparação com maio de 2025, ocorreu um crescimento de 4,0%, o que é uma boa notícia para a economia do Brasil.

Assim, se levarmos em conta a política monetária do Banco Central, na qual se pratica uma taxa de juros de 14,5% ao ano, esta conjuntura do mercado de trabalho parece contraditória, pois, via de regra, o juro elevado tende a arrefecer a atividade econômica e, como consequência, ampliar o desemprego. O que se observa na prática é exatamente o contrário. Talvez o que esteja aquecendo a economia sejam os estímulos fiscais que o governo federal atualmente vem fazendo através de programas sociais e de algumas isenções tributárias, ou não?

Portanto, fica essa pergunta no ar.

 


Macaé concentra a geração de empregos industriais do Norte Fluminense - Análise realizada por IA


 

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Macaé concentra a geração de empregos industriais do Norte Fluminense

 

O gráfico apresenta o quantitativo dos empregos do segmento industrial nos municípios com maior densidade econômica do Norte Fluminense, no estado do Rio de Janeiro, entre abril de 2025 e abril de 2026.

A economia de Campos passou de 36 para 50 postos no mês que antecedeu o início da safra do setor sucroalcooleiro, um crescimento de 38,89%; Macaé subiu de 342 para 471 vagas, um aumento de 37,72%, o que demonstra a força da indústria do petróleo; Rio das Ostras, a despeito da Zona Especial de Negócios (ZEN), reduziu de 58 para 18 empregos, uma queda de 68,97%; e São João da Barra, a terra do Porto do Açu, ficou com saldo líquido negativo, caindo de 60 para -63, o que não foi uma boa notícia para a região.

Por fim, esses são os dados do CAGED sobre o emprego da indústria no Norte Fluminense.


quarta-feira, 24 de junho de 2026

Paes investe seis vezes mais que Wladimir na agricultura em quatro meses- Análise realizada po IA

 


Paes investe seis vezes mais que Wladimir na agricultura em quatro meses

 

Segundo os dados da execução orçamentária extraídos do site do TCE-RJ, referentes ao período de janeiro a abril de 2025 e de 2026, no que diz respeito aos investimentos na agricultura local, a Prefeitura de Campos, no primeiro quadrimestre de 2026 e em relação ao mesmo intervalo de 2025, aplicou na agricultura 552,73% a mais. Importa salientar, contudo, que no quadrimestre de 2025 o município havia destinado apenas R$ 523 mil, um valor muito pequeno. Em função dessa realidade numérica, a variação percentual é astronômica.

Já Macaé, território da economia do petróleo, com forte dependência da Petrobras, aportou, em termos absolutos, mais do que Campos, mantendo uma variação percentual dentro da razoabilidade, ao contrário da vizinha. O aporte na agricultura de Macaé, nos quatro meses de 2026, foi de R$ 4,55 milhões, enquanto o de Campos somou R$ 3,4 milhões. Campos, portanto, continua devendo quando o confronto é com Macaé. E dizem por aí que a agricultura campista ainda é forte. Pelos números, nem o próprio governo municipal parece acreditar.

No que diz respeito a Rio das Ostras, os gastos com o setor agrícola, no período analisado, permaneceram estáveis. Vale lembrar que esse município hoje depende muito da Zona Especial de Negócios (ZEN), e não mais da agricultura.

E São João da Barra, a terra do Porto do Açu, viu a agricultura recuar 89,20% no primeiro quadrimestre de 2026.

Antes de encerrar, façamos um registro diante desse contexto numérico dos investimentos na agricultura dos municípios do gráfico. Estamos apenas iniciando o ciclo da execução orçamentária, e ainda é prematura uma análise mais aprofundada dos números. São somente quatro meses de execução. Aguardemos os próximos meses: o balanço semestral já oferecerá uma indicação mais segura de qual município mais destinou recursos ao campo.

Por fim, apenas para reforçar: o governo de Frederico Paes, atual prefeito de Campos, ampliou os gastos com a agricultura de janeiro a abril de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025, ao contrário de seu antecessor, que entre janeiro a abril de 2025 havia investido somente R$ 523 mil. Será que agora a agricultura de Campos sai do atoleiro?


terça-feira, 23 de junho de 2026

Do IPCA + 4% ao juro zero: o novo acordo da dívida do Rio com a União - Análise realizada por IA

 


Do IPCA + 4% ao juro zero: o novo acordo da dívida do Rio com a União

 

A dívida do estado do Rio de Janeiro com a União foi renegociada no âmbito do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (PROPAG), ontem, com a assinatura do termo pelo governador em exercício, o desembargador Ricardo Couto, e pelo presidente da República, Lula.

A dívida do estado é hoje de R$ 210 bilhões e, pelas novas regras, o Rio pagará a parcela mensal atualizada pelo IPCA, com juros zero. Ao contrário do antigo pacto, regido pelo Regime de Recuperação Fiscal (RRF), o ente pagava a correção pelo IPCA acrescida de juros de 4%. O que o governo federal fez foi acabar com a agiotagem da União na cobrança da dívida por meio dos juros. Porém, a contrapartida que o estado assumirá agora é aplicar 1% do valor total devido em educação, infraestrutura e segurança pública. Uma excelente medida!

O acordo atual valerá até 2056, enquanto o anterior tinha vigência até 2052. Acrescenta-se, ainda, que o Rio terá de investir na área social R$ 900 milhões apenas neste ano, como condicionante para a adesão, e R$ 2 bilhões em 2027. Um bom passaporte, diga-se de passagem. O estado carece de muitos aportes nesse campo.

Por fim, é importante deixar claro que, se não fosse a boa articulação do atual governador com o governo federal, este acordo não sairia. É apenas uma lembrança!

 

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Em abril, o setor de serviços de Campos cria mais empregos que Macaé, São João da Barra e Rio das Ostras

No mês de abril de 2026, o mercado de trabalho da prestação de serviços do município de Campos dos Goytacazes liderou a criação de postos de trabalho. Superou a economia do petróleo de Macaé, a atividade portuária de São João da Barra e Rio das Ostras, que possui a Zona Especial de Negócios (ZEN). Tais números demonstram a dinâmica econômica do setor de serviços campista. Isso é muito bom!

 

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Região do petróleo vê emprego no comércio desacelerar em abril de 2026 -Análise realizada por IA

 


Região do petróleo vê emprego no comércio desacelerar em abril de 2026

 

No mês de abril de 2026, em relação ao mesmo período de 2025, os dados de emprego do CAGED apontam que a atividade comercial encerrou o intervalo com saldo negativo em todos os municípios analisados neste post. O cenário diverge do ano passado, quando todas as cidades registraram saldo líquido positivo, à exceção de Rio das Ostras, sede da Zona Especial de Negócios (ZEN) da região Norte Fluminense. Portanto, não foi um bom resultado para a região.


terça-feira, 2 de junho de 2026

Para onde foi o dinheiro? Campos e Macaé cortam R$ 13,6 milhões da assistência social com royalties em alta - Análise realizada por IA

 


Para onde foi o dinheiro? Campos e Macaé cortam R$ 13,6 milhões da assistência social com royalties em alta

 

Segundo os dados da execução orçamentária extraídos do site do TCE-RJ, no que diz respeito à Assistência Social dos municípios de Campos dos Goytacazes e de Macaé, no período de janeiro a abril de 2025 e 2026, surge um paradoxo interessante: numa conjuntura em que os royalties e as participações especiais se encontram em trajetória altista, impulsionados, entre outros fatores, pelo conflito geopolítico entre os Estados Unidos e o Irã, os dois municípios cortaram investimentos na área social.

Os prefeitos, ao invés de ampliarem a cobertura social, reduziram recursos justamente onde a necessidade é maior. Campos possui 40,9% de sua população inscrita no CadÚnico, mais de 212 mil pessoas, enquanto Macaé registra 37,2%. São exatamente os municípios que deveriam expandir a proteção social, e não enxugá-la.

A título de exemplo, Campos retirou R$ 9,95 milhões da área social, queda de 26% em doze meses. Macaé cortou R$ 3,66 milhões, recuo de 10%. Juntos, os dois municípios subtraíram R$ 13,6 milhões da assistência social no período analisado, evidenciando um descaso com a função social do orçamento num momento em que a arrecadação municipal cresceu, conforme salientado anteriormente.

Uma pergunta, portanto, não quer calar: para onde foram destinados os recursos retirados da área social? Será que as administrações municipais estão cortando no social para honrar o pagamento de dívidas? As autoridades devem uma explicação à população, sobretudo à parcela mais pobre, que é sempre a primeira a sofrer em momentos de contenção de despesa pública.

No caso de Campos, a hipótese fiscal tem respaldo nos dados da própria LDO 2027 de Campos dos Goytacazes, encaminhada pelo governo Frederico Paes à Câmara Municipal. O documento prevê, para 2026, R$ 108,7 milhões em amortização de dívida e R$ 39,7 milhões em juros, total de R$ 148,4 milhões só em dívida e serviço da dívida, valor que supera em mais de dez vezes o corte realizado na assistência social no período analisado. A pressão do endividamento municipal sobre o orçamento social, portanto, não é retórica: é verificável nos próprios documentos oficiais.

 


segunda-feira, 1 de junho de 2026

Saúde milionária, serviço precário: Campos gasta R$ 341 milhões em quatro meses e a população continua na fila - Análise realizada por IA

 


Saúde milionária, serviço precário: Campos gasta R$ 341 milhões em quatro meses e a população continua na fila

 

O gráfico apresenta a execução orçamentária da saúde pública do município de Campos dos Goytacazes (RJ), de janeiro a abril de 2026 em relação ao mesmo período de 2025, cujos dados foram extraídos do site do TCE-RJ.

Como se pode observar pelos números, os gastos saltaram de R$ 311,5 milhões nos primeiros quatro meses de 2025 para R$ 340,8 milhões no mesmo recorte de 2026, crescimento de 9,40%, quase o dobro da inflação oficial (IPCA acumulado em 12 meses: 4,37%), acréscimo nominal de R$ 29,3 milhões em apenas quatro meses. Com 519 mil habitantes, Campos gastou R$ 656 por habitante em saúde nesse período. São cifras representativas e que demonstram volumosos investimentos neste setor estratégico do ponto de vista social da Administração Pública. O problema é que as queixas da população não diminuem.

Portanto, diante dessa realidade financeira, resta saber se os moradores de Campos estão recebendo serviços de qualidade do sistema de saúde local. Pelas informações que chegam até nós, as reclamações persistem: falta de medicamentos e filas imensas que dificultam o bom atendimento de quem recorre à rede pública.

 


sexta-feira, 29 de maio de 2026

Safra da cana começa em maio, mas agropecuária e indústria de Campos reduziram vagas em abril - Análise realizada por IA

 


Safra da cana começa em maio, mas agropecuária e indústria de Campos reduziram vagas em abril

 


O gráfico apresenta o comportamento do mercado de trabalho da economia de Campos dos Goytacazes (RJ) segundo o CAGED, comparando abril de 2026 com abril de 2025.

No que diz respeito ao saldo líquido total mensal, ocorreu uma retração na geração de postos de trabalho de 30,2% em relação a abril do ano anterior.

Na construção civil, observou-se um aumento na criação de empregos de 45,9% em abril de 2026 frente ao mesmo período de 2025. O setor de serviços também expandiu suas contratações em 13,3%. O comércio, por sua vez, registrou expressiva queda da empregabilidade de 147,7%, a indústria encolheu a geração de vagas em 73,1% e a agropecuária experimentou recuo de 27,6%.

Diante dessa conjuntura, em que apenas a construção civil e os serviços ampliaram a criação de postos em abril de 2026 em relação ao mesmo mês de 2025, enquanto os demais setores reduziram seus quantitativos ou fecharam no vermelho, como é o caso do comércio, pode-se afirmar que abril de 2026 exibiu uma piora na empregabilidade em Campos em relação ao período correspondente do ano passado. O que não é bom para a nossa cidade.

A queda de 147,7% no comércio merece atenção especial. Matematicamente, ela reflete a inversão do saldo, de +174 vagas em abril de 2025 para -83 em abril de 2026, o que significa que o setor passou a destruir empregos líquidos. Em um município cuja economia é majoritariamente terciária, esse movimento pode sinalizar retração do consumo local, possivelmente associada ao efeito da Selic elevada sobre o crédito e o poder de compra das famílias.

Outro ponto merece reflexão: a agropecuária e a indústria apresentaram redução nos empregos gerados em abril, quando, na verdade, já deveriam estar contratando os trabalhadores safristas. Abril é o mês que antecede o início da safra sucroalcooleira, que tradicionalmente começa a moer em maio. Essa conjuntura é motivo de preocupação, pois o setor, apesar de viver sua decadência econômica e financeira, ainda gera expressivo contingente de empregos na economia local. Trata-se de um comportamento bastante incomum.

A hipótese mais provável para a antecipação do recuo safrista é a deterioração financeira das duas usinas ainda em operação no município. Com dificuldades de caixa, é possível que o cronograma de contratações tenha sido adiado ou reduzido. Vale monitorar os dados de maio e junho, quando o CAGED deverá revelar se a safra de fato se confirma ou se o setor aprofunda a contração.

Por fim, o comportamento do mercado de trabalho de Campos em abril de 2026 demonstra o arrefecimento da atividade econômica no município neste mês.


quinta-feira, 28 de maio de 2026

O barril acima de US$ 100 chegou às prefeituras: royalties do petróleo crescem mais de 40% em maio de 2026 - Análise realizada po IA


 

Livro sobre: O município de São João da Barra a partir do século XX - Alcimar das Chagas Ribeiro


 

O barril acima de US$ 100 chegou às prefeituras: royalties do petróleo crescem mais de 40% em maio de 2026

 

O gráfico acima apresenta os valores dos royalties de maio de 2026, comparando e apurando o crescimento percentual do mês de maio em relação a abril de 2026. Como não poderia deixar de ser, Maricá, da Bacia de Santos, lidera o ranking de recebimento, seguida por Macaé, da Bacia de Campos, e Niterói, também da Bacia de Santos.

Destaque para outro município: Saquarema, da Bacia de Santos, que registrou o maior crescimento de arrecadação em maio de 2026 em relação ao mês anterior, chegando ao patamar de 74%, conforme os dados exibidos no gráfico.

Nesse contexto de fartura das rendas petrolíferas, cabe uma observação relevante. Todos os municípios tiveram alta superior a 40% na arrecadação. O menor crescimento registrado foi o de São João da Barra, a terra do Porto do Açu, a cidade onde o progresso é uma realidade, com 43% em relação a abril.

Por fim, ressalta-se que essa elevação no repasse dos royalties referentes a maio, promovida pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), decorre do conflito geopolítico entre os Estados Unidos e o Irã, uma guerra desnecessária na atual conjuntura, que impulsionou o barril de petróleo tipo Brent para o patamar acima de cem dólares. Esse cenário representa alto risco inflacionário para a economia mundial, dado que o petróleo é insumo estratégico sob o ponto de vista econômico. Nos Estados Unidos, o Fed já sinaliza a possibilidade de elevar a taxa básica de juros com o objetivo de conter a aceleração dos preços na economia doméstica.

Aproveita-se o ensejo para uma retificação: ficaram faltando, na arte do gráfico, os valores de dois municípios. O de  Campos que recebeu R$ 54,1 milhões, o que representa um crescimento de 46,9% em relação a abril. E o de  Rio das Ostras que recebeu R$ 21,0 milhões, registrando variação positiva de 59,3%.

Como sempre costumamos afirmar: dinheiro há, para os prefeitos investirem em benefício da população. Resta saber se farão bom proveito dessa elevação das rendas do petróleo, investindo pesado em políticas públicas e no bem-estar da sociedade.

 


quarta-feira, 27 de maio de 2026

Brasil avança de 0,744 para 0,805 e alcança o maior índice de desenvolvimento humano da história - Análise realizada por IA


 

Brasil avança de 0,744 para 0,805 e alcança o maior índice de desenvolvimento humano da história

O PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento,  publicou ontem o IDHM do Brasil, um importante indicador que mensura a qualidade de vida da população, medindo as variáveis renda, longevidade e educação. O Brasil deu um salto significativo do ano de 2012 para 2024, quando avançou de 0,744 para 0,805, sendo classificado pela metodologia do índice na categoria Muito Alto. Abaixo apresentamos as variações das dimensões avaliadas.

Apenas mais um detalhe: para os críticos do programa Bolsa Família do governo federal, no quesito renda ele gerou um impacto expressivo, juntamente com os reajustes reais do salário mínimo, e melhorou sobremaneira a qualidade de vida dos beneficiários e dos trabalhadores, que passaram a acessar bens e serviços aos quais antes não tinham condições financeiras de alcançar.

1. Educação — o motor mais forte O IDHM Educação foi a dimensão que mais avançou no período (de 0,623 para 0,770 — elevação de +0,147). O percentual de brasileiros com ensino fundamental completo subiu de 59,5% para 71,4% entre 2012 e 2024. Crescimento médio anual de 1,35%.

2. Recuperação da longevidade pós-pandemia A expectativa de vida recuou em 2020 e 2021 em razão da Covid-19, mas se recuperou integralmente e atingiu o maior patamar da série histórica em 2024. Mulheres: 79,9 anos. Homens: 73,3 anos.

3. Transferência de renda e valorização do salário mínimo O Bolsa Família ampliado e os reajustes reais do salário mínimo elevaram a renda domiciliar per capita, especialmente nas faixas mais vulneráveis. O IDHM Renda cresceu de 0,670 para 0,712.

4. Redução da desigualdade racial O IDHM da população negra avançou 10,3% no período, quase o dobro do registrado entre brancos (5,5%). A distância entre os grupos recuou de 14% para 9%.

5. Avanço das regiões metropolitanas do Nordeste 7 das 9 regiões metropolitanas nordestinas atingiram o patamar de Muito Alto em 2024 — algo inédito. A Grande Teresina chegou a 0,809. Natal e João Pessoa lideraram as conquistas. Esse desempenho puxou a média nacional para cima.

6. Superação do choque pandêmico O IDHM recuou em 2020 e 2021. A retomada foi consistente: 0,788 em 2022 → 0,798 em 2023 → 0,805 em 2024. O Brasil não apenas recuperou o que perdeu — superou todos os patamares anteriores. A fonte desses dados é o IBGE e o PNUD.

Portanto, o Brasil segue caminhando com melhorias nas áreas econômica, social e na qualidade de vida da sua população, e não pretende retornar ao passado do governo de extrema direita que atravessamos recentemente. Além disso, o candidato da extrema direita à Presidência da República, na atual conjuntura brasileira, não goza de credibilidade, dado o seu histórico controverso. Basta que os leitores recorram ao episódio recente em que esse candidato solicita recursos ao banqueiro dono do Banco Master,  protagonista do maior escândalo financeiro do país. E viva o Brasil!

 


 

terça-feira, 26 de maio de 2026

Campos cresce 16% no ISS, mas segue lanterninha: a menor arrecadação entre os municípios produtores da Bacia de Campos - Análise realizada por IA

 


Campos cresce 16% no ISS, mas segue lanterninha: a menor arrecadação entre os municípios produtores da Bacia de Campos

O gráfico acima demonstra os dados da arrecadação do ISS de janeiro e fevereiro de 2025 e de 2026 dos municípios produtores de petróleo da Bacia de Campos.

Como se observa pelos valores arrecadados, Campos registrou elevação de 16,37%, Macaé apresentou retração de 3,77%, Rio das Ostras avançou 38,92% e São João da Barra aumentou 34,97%. Em termos absolutos, o total arrecadado pelos quatro municípios saltou de R$ 279,9 milhões em 2025para R$ 300,0 milhões em 2026,  crescimento agregado de R$ 20,1 milhões no período.

Contudo, diante desse cenário, um aspecto precisa ser ressaltado. No primeiro bimestre de 2025 e de 2026, em termos absolutos, a arrecadação do ISS de Campos segue sendo a menor entre os quatro municípios. Isso se explica pelo fato de a economia campista estar assentada em atividades de serviços de baixo valor agregado e de baixa remuneração dos trabalhadores, ao contrário dos demais municípios: Macaé abriga a base operacional da Petrobras; Rio das Ostras conta com a Zona Especial de Negócios (ZEN); e São João da Barra sedia o Porto do Açu, um dos maiores complexos portuários e industriais em operação na América Latina.

Vale acrescentar que a participação de Macaé no total regional recuou de 68% no valor agregado de 2025 para 62% do agregado de 2026 em apenas um ano, enquanto São João da Barra e Rio das Ostras ampliaram suas fatias.

Por fim, apenas para registrar: a economia campista, em razão de sua fragilidade econômica, continua segurando a lanterna no quesito arrecadação de ISS entre os municípios produtores da Bacia de Campos. O que é preocupante.

 

 

segunda-feira, 25 de maio de 2026

No primeiro bimestre de 2026, Macaé concentrou 84% de todo o investimento da região - Análise realizada por IA

 


No primeiro bimestre de 2026, Macaé concentrou 84% de todo o investimento da região

Segundo os dados extraídos do site do TCE-RJ, no que diz respeito aos investimentos públicos dos municípios produtores de petróleo da Bacia de Campos nos meses de janeiro e fevereiro, a prefeitura de Campos ampliou, no primeiro bimestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2025, os gastos em obras e equipamentos em 14,94%, e a de Macaé em 26,73%. É importante ressaltar que, em termos nominais, os valores investidos por Macaé são muito superiores quando comparados aos de Campos: R$ 19,3 milhões em 2026 contra R$ 3,7 milhões  o que coloca Macaé sozinha com 83,7% de todo o investimento regional no bimestre.

Já Rio das Ostras e São João da Barra registraram recuos significativos nos investimentos, de 97,67% e 97,32%, respectivamente, saindo de R$ 215 mil cada para menos de R$ 6 mil no período.

Cabe, contudo, uma justa observação: a presente análise abrange apenas dois meses do início do exercício fiscal de 2025 e 2026, fase em que é natural que as prefeituras invistam pouco, dado que a peça orçamentária ainda está sendo aberta para execução ao longo do ano.

Portanto, diante dos cenários apresentados pelos números, não surpreende que os investimentos de Campos e Macaé sejam maiores quando comparados aos dos outros dois municípios, uma vez que ambos dispõem de orçamentos fiscais significativamente mais robustos, sustentados pelo fluxo de royalties do petróleo.

 

 

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Campos dispara 26,5% na arrecadação enquanto São João da Barra recua — o que os números revelam sobre o Norte Fluminense - Análise realizada por IA


 

Campos dispara 26,5% na arrecadação enquanto São João da Barra recua — o que os números revelam sobre o Norte Fluminense

 

No comparativo bimestral de janeiro e fevereiro de 2026 em relação ao mesmo período de 2025, no que diz respeito à receita realizada das prefeituras destacadas no infográfico, conforme dados extraídos do portal do TCE-RJ, os números são expressivos.

A arrecadação de Campos registrou um salto de 26,51%, desempenho que vai muito além da inflação do período e sugere causas estruturais, como a guisa de exemplo, aumento nos repasses de royalties e possível regularização tributária. Macaé avançou 5,73%, Rio das Ostras cresceu 4,25% e São João da Barra foi o único a recuar, com retração de 5,76%, dado que merece atenção, dado o papel do Porto do Açu na economia local.

Estamos diante de orçamentos bilionários, e não se trata de valor irrisório, como os próprios números deixam claro.

O presente estudo demonstra, portanto, o montante efetivamente ingressado no caixa de cada prefeitura. Não se trata de expectativas orçamentárias, mas de receita concretamente realizada do ponto de vista financeiro. Os gestores municipais, diante desse quadro, não têm como alegar escassez de recursos. Dinheiro tem!

 


quinta-feira, 21 de maio de 2026

Pobreza recua 1,38% em Campos e avança em Macaé, Rio das Ostras e SJB — as cidades das oportunidades de emprego no Norte Fluminense - Análise realizada por IA

 


Pobreza recua 1,38% em Campos e avança em Macaé, Rio das Ostras e SJB — as cidades das oportunidades de emprego no Norte Fluminense

 

De acordo com a última estatística sobre a pobreza e a vulnerabilidade social no cadastro do CadÚnico dos municípios com maior densidade econômica da região Norte Fluminense, referente ao mês de maio de 2026 em comparação com maio de 2025, segundo o Ministério da Cidadania do Governo Federal:

A pobreza se elevou 5,76% na economia do petróleo em Macaé, 3,40% em Rio das Ostras, que possui uma forte Zona Especial de Negócios (ZEN), e 4,73% na economia portuária de São João da Barra. É importante lembrar que tais cidades figuram entre as que concentram as maiores oportunidades de emprego da região e, em termos mais amplos, do estado do Rio de Janeiro.

Nesse território, na atual conjuntura, em função da Petrobras em Macaé e do Porto do Açu em São João da Barra, detém uma das maiores rendas per capita do Brasil. Isso é uma contradição! Uma região rica, cujas principais cidades em termos econômicos convivem com uma população empobrecida, e, pior, a pobreza não para de crescer. Olha os números!

Por fim, vale ressaltar que Campos dos Goytacazes, município cuja economia orbita em torno de Macaé e São João da Barra, foi o único onde houve redução da pobreza em maio de 2026. A queda foi pequena, mas, de qualquer forma, merece ser considerada um avanço quando comparada ao desempenho dos demais municípios. É isso aí!

 




quarta-feira, 20 de maio de 2026

Custo dos Vereadores: Macaé e Rio das Ostras registram altas expressivas no primeiro bimestre de 2026 - Análise realizada por IA

 


Custo dos Vereadores: Macaé e Rio das Ostras registram altas expressivas no primeiro bimestre de 2026

As informações apresentadas expõem a execução financeira das Casas Legislativas de Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra durante o primeiro bimestre de 2025 e 2026. Tais montantes refletem o impacto orçamentário da atuação parlamentar regional. 

Conforme ilustrado no infográfico, as despesas de Macaé saltaram 26,21% no comparativo entre os períodos, enquanto Rio das Ostras registrou alta de 17,41%. Essas variações indicam que ambos os órgãos mantêm uma remuneração elevada para seus membros, cujos subsídios e benefícios financeiros são notadamente expressivos. 

No caso de Campos e São João da Barra, constam apenas as cifras de 2026, visto que os registros não foram processados no início do ciclo anterior. Contudo, o vulto dos recursos em 2026, R$ 2.944.861,53 e R$ 2.852.330,50, respectivamente, evidencia que os parlamentares campistas e sanjoanenses também recebem proventos significativos. 

Em suma, são verbas oriundas do tesouro público destinadas ao custeio dos representantes para a elaboração de leis. É desta maneira que opera a engrenagem administrativa das Câmaras nas cidades analisadas.

 

 

terça-feira, 19 de maio de 2026

Geração de empregos industriais recua na região em março de 2026; Rio das Ostras nada contra a corrente - Análise realizada por IA

 


Geração de empregos industriais recua na região em março de 2026; Rio das Ostras nada contra a corrente

 


Segundo os dados do CAGED de março de 2026, o setor industrial dos municípios com maior densidade econômica do Norte Fluminense registrou tímido crescimento na geração de empregos e renda.

Em Campos, março de 2025 foi marcado pela perda de 21 postos, enquanto no mesmo mês de 2026 foram criadas 38 vagas com carteira assinada.

Já a economia do petróleo em Macaé abriu 552 vagas em março de 2025, mas em março de 2026 trouxe uma grande surpresa: o município encerrou 135 contratos formais.

O grande destaque ficou com Rio das Ostras, que criou 96 empregos formais em março de 2025 e ampliou esse resultado para 110 postos no mesmo período de 2026.

São João da Barra, por sua vez, manteve-se estável nos dois períodos analisados.

Diante desse cenário, o desempenho industrial dessas cidades na geração de empregos deixa a desejar. Não é uma boa notícia!

 


segunda-feira, 18 de maio de 2026

Prévia do PIB: Queda de 0,67% em março interrompe sequência positiva, mas indicador salta 3,07% no confronto anual - Análise realizada por IA


 

Prévia do PIB: Queda de 0,67% em março interrompe sequência positiva, mas indicador salta 3,07% no confronto anual

 

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), tido como a prévia do Produto Interno Bruto (PIB) para março de 2026, revelou uma retração de 0,67% frente a fevereiro, dado visível à direita do infográfico.

Já no confronto interanual com o mesmo período de 2025, o indicador exibiu uma expansão expressiva de 3,07%, conforme ilustrado à esquerda da imagem.

Esse avanço foi liderado pelo segmento de serviços, que subiu 3,97%, acompanhado pela indústria, com alta de 2,27%, enquanto a agropecuária registrou recuo de 0,73%

Em suma, os números da prévia do PIB apontam para um recuo pontual na margem, embora o resultado anual permaneça em um patamar favorável.


sexta-feira, 15 de maio de 2026

Setor de serviços tomba 1,2% em março — e o estrago da Selic fica claro - Análise realizada com auxílio de IA | Fonte: Blog do Zé Alves Neto

 


Setor de serviços tomba 1,2% em março — e o estrago da Selic fica claro

 

O gráfico demonstra a evolução do setor de serviços da economia brasileira na comparação mês a mês no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado.

Como se pode observar, dentro dessa perspectiva, esse importante segmento econômico vem tendo bastantes dificuldades para expandir. Em janeiro de 2026, o crescimento foi de 0,3%; em fevereiro, ficou estabilizado; e em março verificou-se a maior queda mensal do setor desde dezembro de 2025.

No acumulado do primeiro trimestre de 2025, o desempenho foi de 2,4%, contra 2,3% no mesmo período de 2026. Já em março, na margem, a queda foi de 1,2%, com menos caminhões na estrada e menos viagens de avião.

Abaixo, a performance dos nichos de serviços:

  • O setor de transportes teve recuo de 1,7%;
  • serviços profissionais, administrativos e complementares (−1,1%);
  • informação e comunicação (−0,9%);
  • outros serviços (−2,0%);
  • e serviços prestados às famílias, que inclui restaurantes e hotéis (−1,5%).

Portanto, pode-se dizer que a política monetária restritiva, com alta taxa de juros Selic, anda sim freando o sistema econômico do país, além do endividamento das famílias. Isso é muito preocupante!