quarta-feira, 22 de julho de 2026

Escalada entre EUA e Irã leva Brent a quase US$ 100 e beneficia prefeituras da Bacia de Campos e de Santos- Análise realizada por IA

 


Escalada entre EUA e Irã leva Brent a quase US$ 100 e beneficia prefeituras da Bacia de Campos e de Santos

Com a escalada do conflito geopolítico e geoeconômico no Oriente Médio, em função das dificuldades existentes entre os Estados Unidos e o Irã em sentarem-se à mesa para negociar, o petróleo tipo Brent, referência global para o preço do petróleo, ultrapassou, ontem, os US$ 95,00.

Tal conjuntura tem preocupado as autoridades mundiais, que já vislumbram a possibilidade da volta da inflação, a elevação da taxa de juros pelos Bancos Centrais e a redução do crescimento econômico, com a queda dos investimentos e o consequente aumento do desemprego neste ano de 2026. O que é bastante preocupante: por conta de um maluco, chamado Donald Trump, o mundo paga a conta!

E, se a dificuldade de negociação entre os dois países perdurar por mais tempo, o preço do barril do petróleo poderá ultrapassar os US$ 100,00, agravando os problemas econômicos e sociais na economia global.

Por fim, como sempre destacamos para lembrar o leitor: esse aumento do petróleo fará, sim, jorrar mais dinheiro nos caixas das prefeituras petrorrentistas do estado do Rio de Janeiro. Ou seja, a guerra que mata crianças inocentes é a mesma que faz a alegria dos prefeitos da Bacia de Campos e de Santos, do ponto de vista financeiro. Para finalizar, vale a pena ressaltar: a arrecadação dessas prefeituras continua na trajetória ascendente!

 

 

Campos, Rio das Ostras e São João da Barra aceleram — só Macaé destoa na construção civil - Análise realizada por IA


 

terça-feira, 21 de julho de 2026

Campos, Rio das Ostras e São João da Barra aceleram — só Macaé destoa na construção civil

No que diz respeito aos empregos da construção civil, segundo o CAGED de maio de 2026 em relação a maio de 2025, nos municípios de Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra, observa-se, todavia, no gráfico, uma inversão de tendência na empregabilidade da economia de Campos, que se recuperou do saldo líquido negativo de maio de 2025 em maio de 2026.

Na economia do petróleo de Macaé, verifica-se, também, um movimento inverso: em maio de 2025 o saldo líquido era positivo e passou a ser negativo em maio de 2026. Ou seja, em Macaé, a terra do petróleo, a construção civil desacelerou.

Já em Rio das Ostras e São João da Barra a recuperação foi positiva: ambas as cidades saíram de saldos negativos para números positivos em maio de 2026.

Portanto, a construção civil, responsável por uma gama de empregos de pouca qualificação, conforme os números, perdeu fôlego somente em Macaé. Nos demais municípios, o quadro foi positivo.

 

 

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Campos é a maior cidade da região — e paga o pior salário - Análise realizada por IA

 


Campos é a maior cidade da região — e paga o pior salário

 

De acordo com os dados da renda média mensal dos trabalhadores formais em salário mínimo do setor privado, dos municípios registrados no gráfico, referentes aos anos de 2023 e 2024, segundo o IBGE, pode-se observar que, no caso de Campos, em 2024 ocorreu uma expansão de 4,76%. Em Macaé, neste mesmo período, houve uma pequena retração de 1,75%. Em Rio das Ostras a renda permaneceu estável, e em São João da Barra ocorreu um aumento de 4,26%.

Todavia, quando se compara em termos absolutos o número de salários mínimos pagos pelas empresas dos municípios aqui analisados, constata-se que, em Macaé, as empresas, por conta da economia do petróleo, pagam os maiores salários da região. Em segundo lugar vem a economia de São João da Barra, com as empresas vinculadas à estrutura logística do Porto do Açu remunerando os trabalhadores com quase cinco salários mínimos nos dois anos analisados. Em terceiro lugar, Rio das Ostras, com as empresas da Zona Especial de Negócios (ZEN), remunerando os trabalhadores do setor produtivo local com quase quatro salários mínimos. E segurando a lanterninha está a economia de Campos, estruturada em cima de uma indústria em decadência, que é a sucroalcooleira, e de uma indústria de cerâmicas que, mal ou bem, ainda tem um bom desempenho, além da atividade comercial e de serviços de baixo valor agregado e baixa remuneração dos trabalhadores. Esses dados demonstram claramente o que a gente discute há alguns anos: a fragilidade da economia de Campos.

Por fim, ressalta-se que os municípios que possuem economias com grandes investimentos, como Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra, têm renda média elevada. Como a economia de Campos é de atividades de baixo valor econômico, a renda média é pequena. É simples assim!