Vídeo gerado com auxílio de IA, com edição minha
O novo governador eleito
do estado do Rio de Janeiro, Douglas Ruas, deputado estadual de 37 anos e filho
do prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson (PL), anunciou fazer um ajuste
fiscal nas contas públicas fluminenses, a partir de 6 de janeiro de 2027,
quando será empossado.
Em razão dessa intenção do
futuro mandatário, uma pergunta não quer calar: será um ajuste fiscal de fato
ou um ajuste em cima das contas que o atual governador Ricardo Couto já arrumou
quando assumiu o Palácio Guanabara, sucedendo o padrinho político de Ruas,
Cláudio Castro, no começo deste ano?
Para quem não sabe ou já
esqueceu, o desembargador, quando chegou ao poder, encontrou as finanças
estaduais numa perfeita desordem, seja do ponto de vista administrativo, seja
do fiscal. Quais foram as medidas que tomou na chegada?
Demitiu um volume
expressivo de funcionários públicos fantasmas, inclusive ex-prefeitos e
prefeitas, ex-deputados e deputadas e ex-vereadores que “mamavam nas tetas do
estado” sem trabalhar, aparelhando a máquina pública com objetivos eleitorais.
Renegociou a dívida fluminense com o governo federal e ampliou a arrecadação,
revisou todos os contratos licitados por Cláudio Castro, órgão por órgão,
identificou que vários deles estavam com sobrepreço, melhorando assim o fluxo
de caixa da administração pública e, no final dessa hercúlea empreitada, ainda
concedeu aumento ao servidor. Demonstrando que, quando se tem seriedade,
idoneidade e boas intenções, sempre se encontram saídas para as dificuldades. E
ainda disse em alto e bom som que o Rio de Janeiro tem saída!
Por fim, diante do anúncio
do eleito do PL sobre o tal ajuste, como cidadão, gostaria de saber exatamente
o que Ruas vai fazer, pois, ao verificar o que foi realizado por Ricardo Couto,
acho que a casa está arrumada e bem arrumada. Espero apenas que ela não seja
desarrumada pelas práticas políticas e administrativas nefastas adotadas pela
cultura do coronelismo do PL, cuja fama vai longe, seja do ponto de vista
ético, seja do moral. Como dizia um grande amigo, assistir a filme repetido não
é nada agradável. Ainda mais quando se conhecem bem os protagonistas!
Vídeo gerado com auxílio de IA, com edição minha
Como se pode
observar, o orçamento da FCJOL cai de R$ 15.990.342,47 em 2026 para R$
11.002.109,75 em 2027, uma queda de 31,2%, ou seja, R$ 4.988.232,72 a menos em
um ano. O mesmo descaso aparece no Fundo Municipal da Cultura, que era de R$
128.188,58 em 2026 e subiu para apenas R$ 129.488,58 em 2027, um acréscimo de
cerca de 1% que, diante da inflação, representa perda real de recursos.
Portanto, a pasta da
Cultura no governo Frederico Paes segue desprestigiada no ano de 2027, segundo
a LOA da sua gestão. Enquanto isso, a agricultura, para o ano que vem, teve um
acréscimo de mais de 143%. Se quiserem conferir os gastos da agricultura, basta
verificar a postagem deste blog de 26 de outubro de 2026.
A
Agência Nacional do Petróleo (ANP) depositou os valores dos royalties de
outubro de 2026, dos municípios da Bacia de Campos, como Campos, Macaé, Rio das
Ostras e São João da Barra, assim como daqueles pertencentes à Bacia de Santos,
como Maricá, Niterói e Saquarema. Todos os municípios analisados apresentaram
aumento nas rendas do petróleo em relação a setembro. O que é uma boa notícia!
Vídeo gerado com auxílio de IA, com edição minha
Para
uma melhor conferência dos leitores sobre o orçamento geral do município de
Campos dos Goytacazes (RJ), no que diz respeito aos Poderes Executivo e
Legislativo, as tabelas acima apresentam os valores do orçamento de cada função
orçamentária e os pesos percentuais de cada função sobre o total do orçamento,
de R$ 3,05 bilhões. O quadro teve que ser dividido em duas partes para ampliar
a fonte e facilitar a leitura. Agora é só conferir.