sexta-feira, 22 de maio de 2026

Campos dispara 26,5% na arrecadação enquanto São João da Barra recua — o que os números revelam sobre o Norte Fluminense - Análise realizada por IA


 

Campos dispara 26,5% na arrecadação enquanto São João da Barra recua — o que os números revelam sobre o Norte Fluminense

 

No comparativo bimestral de janeiro e fevereiro de 2026 em relação ao mesmo período de 2025, no que diz respeito à receita realizada das prefeituras destacadas no infográfico, conforme dados extraídos do portal do TCE-RJ, os números são expressivos.

A arrecadação de Campos registrou um salto de 26,51%, desempenho que vai muito além da inflação do período e sugere causas estruturais, como a guisa de exemplo, aumento nos repasses de royalties e possível regularização tributária. Macaé avançou 5,73%, Rio das Ostras cresceu 4,25% e São João da Barra foi o único a recuar, com retração de 5,76%, dado que merece atenção, dado o papel do Porto do Açu na economia local.

Estamos diante de orçamentos bilionários, e não se trata de valor irrisório, como os próprios números deixam claro.

O presente estudo demonstra, portanto, o montante efetivamente ingressado no caixa de cada prefeitura. Não se trata de expectativas orçamentárias, mas de receita concretamente realizada do ponto de vista financeiro. Os gestores municipais, diante desse quadro, não têm como alegar escassez de recursos. Dinheiro tem!

 


quinta-feira, 21 de maio de 2026

Pobreza recua 1,38% em Campos e avança em Macaé, Rio das Ostras e SJB — as cidades das oportunidades de emprego no Norte Fluminense - Análise realizada por IA

 


Pobreza recua 1,38% em Campos e avança em Macaé, Rio das Ostras e SJB — as cidades das oportunidades de emprego no Norte Fluminense

 

De acordo com a última estatística sobre a pobreza e a vulnerabilidade social no cadastro do CadÚnico dos municípios com maior densidade econômica da região Norte Fluminense, referente ao mês de maio de 2026 em comparação com maio de 2025, segundo o Ministério da Cidadania do Governo Federal:

A pobreza se elevou 5,76% na economia do petróleo em Macaé, 3,40% em Rio das Ostras, que possui uma forte Zona Especial de Negócios (ZEN), e 4,73% na economia portuária de São João da Barra. É importante lembrar que tais cidades figuram entre as que concentram as maiores oportunidades de emprego da região e, em termos mais amplos, do estado do Rio de Janeiro.

Nesse território, na atual conjuntura, em função da Petrobras em Macaé e do Porto do Açu em São João da Barra, detém uma das maiores rendas per capita do Brasil. Isso é uma contradição! Uma região rica, cujas principais cidades em termos econômicos convivem com uma população empobrecida, e, pior, a pobreza não para de crescer. Olha os números!

Por fim, vale ressaltar que Campos dos Goytacazes, município cuja economia orbita em torno de Macaé e São João da Barra, foi o único onde houve redução da pobreza em maio de 2026. A queda foi pequena, mas, de qualquer forma, merece ser considerada um avanço quando comparada ao desempenho dos demais municípios. É isso aí!

 




quarta-feira, 20 de maio de 2026

Custo dos Vereadores: Macaé e Rio das Ostras registram altas expressivas no primeiro bimestre de 2026 - Análise realizada por IA

 


Custo dos Vereadores: Macaé e Rio das Ostras registram altas expressivas no primeiro bimestre de 2026

As informações apresentadas expõem a execução financeira das Casas Legislativas de Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra durante o primeiro bimestre de 2025 e 2026. Tais montantes refletem o impacto orçamentário da atuação parlamentar regional. 

Conforme ilustrado no infográfico, as despesas de Macaé saltaram 26,21% no comparativo entre os períodos, enquanto Rio das Ostras registrou alta de 17,41%. Essas variações indicam que ambos os órgãos mantêm uma remuneração elevada para seus membros, cujos subsídios e benefícios financeiros são notadamente expressivos. 

No caso de Campos e São João da Barra, constam apenas as cifras de 2026, visto que os registros não foram processados no início do ciclo anterior. Contudo, o vulto dos recursos em 2026, R$ 2.944.861,53 e R$ 2.852.330,50, respectivamente, evidencia que os parlamentares campistas e sanjoanenses também recebem proventos significativos. 

Em suma, são verbas oriundas do tesouro público destinadas ao custeio dos representantes para a elaboração de leis. É desta maneira que opera a engrenagem administrativa das Câmaras nas cidades analisadas.