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Blog do Zé Alves Neto
terça-feira, 20 de outubro de 2026
Indústria fecha agosto no positivo em Macaé e Campos, mas destrói vagas em Rio das Ostras e São João da Barra
Segundo o último CAGED, o
mercado de trabalho da indústria ampliou o número de vagas em Macaé no
comparativo de agosto de 2026 com agosto de 2025. Em função da base econômica
da Petrobras, o saldo, que estava negativo no mês do ano anterior, chegou a 409
novos empregos formais, acusando uma recuperação. A economia de Campos também
abriu postos de trabalho: eram 21 no mesmo período de 2025 e subiram para 33 em
2026.
No caso de Rio das
Ostras, foram criados 102 empregos em agosto de 2025, mas em 2026 o saldo
líquido ficou negativo em 46, o que revela destruição de postos de trabalho na
Zona Especial de Negócios (ZEN). São João da Barra seguiu o mesmo rumo: gerou
apenas 6 vagas naquele mês de 2025, poucas e concentradas na retroárea do Porto
do Açu, e fechou 2026 no campo negativo, com -4.
Portanto, o quadro do
emprego industrial só foi animador na cidade industrial do petróleo, Macaé,
ainda que Campos também tenha criado vagas, em quantidade ínfima.
segunda-feira, 19 de outubro de 2026
Enquanto São João da Barra beira os R$ 200 milhões, Campos amarga a lanterninha do ISS com R$ 127,13 milhões
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Enquanto São João da Barra beira os R$ 200 milhões, Campos amarga a lanterninha do ISS com R$ 127,13 milhões
O infográfico apresenta a
arrecadação do ISS, de janeiro a agosto, nos exercícios de 2025 e 2026, nos
municípios de Campos dos Goytacazes, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra,
segundo dados extraídos do TCE-RJ.
Nesse contexto, ao
confrontar o intervalo de janeiro a agosto de 2026 com igual etapa de 2025,
verifica-se que a receita cresceu 9,85% em Macaé, 25,08% em Rio das Ostras e
32,28% em São João da Barra. No caso de Campos, os oito meses de 2025 não
figuram no portal do TCE-RJ, o que inviabilizou o cálculo; ainda assim, em
termos absolutos, a cidade arrecadou apenas R$ 127,13 milhões em 2026.
Portanto, enquanto São
João da Barra alcançou quase duzentos milhões e Rio das Ostras R$ 154,76
milhões entre janeiro e agosto de 2026, Campos ficou restrita a R$ 127,13
milhões, e Macaé, território que abriga a base da Petrobras, somou R$ 844,96
milhões. O contraste aponta para uma economia campista de baixo valor agregado
em serviços, distinta das demais localidades, impulsionadas por grandes
investimentos.
quinta-feira, 15 de outubro de 2026
Na contramão das vizinhas, Campos corta a Cultura em mais de 40% enquanto Macaé e Rio das Ostras investem mais de 30%
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Na contramão das vizinhas, Campos corta a Cultura em mais de 40% enquanto Macaé e Rio das Ostras investem mais de 30%
Segundo a execução
orçamentária de janeiro a agosto de 2025 e de 2026, encaminhada pelas
prefeituras de Campos, de Macaé e de Rio das Ostras ao TCE-RJ, de janeiro a
agosto de 2026, em relação ao mesmo período do ano passado, os gastos da
Cultura de Campos reduziram 42,64%, os de Macaé aumentaram 35,08% e os de Rio
das Ostras, 31,96%.
Com isso, pode-se afirmar,
embasado nesse cenário, que a área da Cultura de Campos anda sem prestígio com
o atual chefe do Poder Executivo local. O que está ocorrendo? O dinheiro não
está faltando. A arrecadação de Campos está num patamar bastante interessante,
sobretudo a derivada do barril do petróleo.


