A Saúde Pública do
município de Campos dos Goytacazes (RJ) perdeu, no primeiro bimestre de 2026,
comparado ao mesmo período de 2025, 9,38%. Em termos absolutos, isso representa
R$ 15.417.199,44 a menos que deixou de ser aplicado pelo então prefeito
Wladimir Garotinho, eis que o prefeito em exercício, o usineiro Frederico Paes,
assumiu os destinos da municipalidade campista em abril. Essa redução de gastos
não pode ir para sua conta.
Mas,
de qualquer forma, acende o sinal amarelo para o chefe do Executivo verificar o
que ocorreu, pois a saúde de Campos é alvo de muitas críticas no que diz
respeito ao atendimento, devido à falta de remédios nos hospitais públicos,
postos de saúde e ainda nas unidades contratualizadas, que recebem elevada
quantia da prefeitura. Afinal de contas, o prefeito Wladimir, no primeiro
processo eleitoral de que participou e venceu, disse que iria colocar na saúde
de Campos um grande gestor para resolver todos os problemas da área. Será que
isso aconteceu?
E,
por ironia do destino, o grande gestor da Saúde campista, que não funciona
hoje, virou prefeito de Campos. Isso é muito engraçado.
Por fim, vale a lembrança:
mais de R$ 15 milhões deixaram de circular na economia local. É dinheiro
demais! O gasto bimestral da saúde de Campos, superior a R$ 148 milhões,
representa uma fortuna para o setor seguir agonizando do jeito que está hoje.






