sexta-feira, 26 de junho de 2026

Desemprego fecha maio em 5,6%, o menor para o mês desde 2012 - Análise realizada por IA

 


Desemprego fecha maio em 5,6%, o menor para o mês desde 2012

 

O IBGE divulgou hoje a taxa de desemprego da economia brasileira, e ela ficou em 5,6% no trimestre terminado em maio; foi de 6,1% no encerrado em março e de 5,8% no de abril. É a menor taxa para o mês de maio desde 2012, e se encontra no "piso histórico". Em maio de 2025, a taxa de desocupação ficou em 6,2%, ou seja, recuo de 0,6 p.p. em doze meses.

No que diz respeito à renda do trabalho, ela ficou em R$ 3.726,00; na comparação com maio de 2025, ocorreu um crescimento de 4,0%, o que é uma boa notícia para a economia do Brasil.

Assim, se levarmos em conta a política monetária do Banco Central, na qual se pratica uma taxa de juros de 14,5% ao ano, esta conjuntura do mercado de trabalho parece contraditória, pois, via de regra, o juro elevado tende a arrefecer a atividade econômica e, como consequência, ampliar o desemprego. O que se observa na prática é exatamente o contrário. Talvez o que esteja aquecendo a economia sejam os estímulos fiscais que o governo federal atualmente vem fazendo através de programas sociais e de algumas isenções tributárias, ou não?

Portanto, fica essa pergunta no ar.

 


Macaé concentra a geração de empregos industriais do Norte Fluminense - Análise realizada por IA


 

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Macaé concentra a geração de empregos industriais do Norte Fluminense

 

O gráfico apresenta o quantitativo dos empregos do segmento industrial nos municípios com maior densidade econômica do Norte Fluminense, no estado do Rio de Janeiro, entre abril de 2025 e abril de 2026.

A economia de Campos passou de 36 para 50 postos no mês que antecedeu o início da safra do setor sucroalcooleiro, um crescimento de 38,89%; Macaé subiu de 342 para 471 vagas, um aumento de 37,72%, o que demonstra a força da indústria do petróleo; Rio das Ostras, a despeito da Zona Especial de Negócios (ZEN), reduziu de 58 para 18 empregos, uma queda de 68,97%; e São João da Barra, a terra do Porto do Açu, ficou com saldo líquido negativo, caindo de 60 para -63, o que não foi uma boa notícia para a região.

Por fim, esses são os dados do CAGED sobre o emprego da indústria no Norte Fluminense.


quarta-feira, 24 de junho de 2026

Paes investe seis vezes mais que Wladimir na agricultura em quatro meses- Análise realizada po IA

 


Paes investe seis vezes mais que Wladimir na agricultura em quatro meses

 

Segundo os dados da execução orçamentária extraídos do site do TCE-RJ, referentes ao período de janeiro a abril de 2025 e de 2026, no que diz respeito aos investimentos na agricultura local, a Prefeitura de Campos, no primeiro quadrimestre de 2026 e em relação ao mesmo intervalo de 2025, aplicou na agricultura 552,73% a mais. Importa salientar, contudo, que no quadrimestre de 2025 o município havia destinado apenas R$ 523 mil, um valor muito pequeno. Em função dessa realidade numérica, a variação percentual é astronômica.

Já Macaé, território da economia do petróleo, com forte dependência da Petrobras, aportou, em termos absolutos, mais do que Campos, mantendo uma variação percentual dentro da razoabilidade, ao contrário da vizinha. O aporte na agricultura de Macaé, nos quatro meses de 2026, foi de R$ 4,55 milhões, enquanto o de Campos somou R$ 3,4 milhões. Campos, portanto, continua devendo quando o confronto é com Macaé. E dizem por aí que a agricultura campista ainda é forte. Pelos números, nem o próprio governo municipal parece acreditar.

No que diz respeito a Rio das Ostras, os gastos com o setor agrícola, no período analisado, permaneceram estáveis. Vale lembrar que esse município hoje depende muito da Zona Especial de Negócios (ZEN), e não mais da agricultura.

E São João da Barra, a terra do Porto do Açu, viu a agricultura recuar 89,20% no primeiro quadrimestre de 2026.

Antes de encerrar, façamos um registro diante desse contexto numérico dos investimentos na agricultura dos municípios do gráfico. Estamos apenas iniciando o ciclo da execução orçamentária, e ainda é prematura uma análise mais aprofundada dos números. São somente quatro meses de execução. Aguardemos os próximos meses: o balanço semestral já oferecerá uma indicação mais segura de qual município mais destinou recursos ao campo.

Por fim, apenas para reforçar: o governo de Frederico Paes, atual prefeito de Campos, ampliou os gastos com a agricultura de janeiro a abril de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025, ao contrário de seu antecessor, que entre janeiro a abril de 2025 havia investido somente R$ 523 mil. Será que agora a agricultura de Campos sai do atoleiro?