quarta-feira, 12 de agosto de 2026

IPCA de julho cai para 0,07% e desacelera frente aos 0,26% de 2025 -Análise realizada por IA


 

IPCA de julho cai para 0,07% e desacelera frente aos 0,26% de 2025

 


O IBGE divulgou ontem a inflação do mês de julho de 2026. Ela ficou em 0,07%, o que representa uma redução de 0,19 ponto percentual frente ao índice de julho de 2025, que estava no patamar de 0,26%. No acumulado de 12 meses, a inflação ficou em 4,44%, e no ano de 2026, em 3,44%.

Tivemos queda nos itens alimentação e bebidas, de 0,67%, e vestuário, com redução de 0,66%. Já o item habitação e energia elétrica registrou respectivamente uma alta de 0,99% e 3,09%.

Com isso, o Banco Central já pode pensar em reduzir mais uma vez a taxa de juros na próxima reunião do Copom.

 


terça-feira, 11 de agosto de 2026

Campos lidera empregos em 2026 com 3.213 vagas, Macaé liderou em 2025 com 5.292 — e a safra sucroalcooleira explica a virada - Análise realizada por IA


 

Campos lidera empregos em 2026 com 3.213 vagas, Macaé liderou em 2025 com 5.292 — e a safra sucroalcooleira explica a virada

 

Primeiramente apresentaremos o quantitativo dos empregos somados dos quatro municípios, de janeiro a junho de 2025 que totalizou 9.907 vagas e o do mesmo período de 2026 que atingiu o patamar de 7.829 vagas, o que culminou numa queda de 20,97%.

Agora na apresentação de forma individualizada, a economia de Campos de janeiro a junho de 2025 criou 2.690 empregos e em 2026 gerou 3.213 vagas, no mesmo intervalo uma elevação de 19,44%.

Enquanto isso, Macaé teve uma queda de 50,76%, no ano de 2025 analisado onde criou 5.292 vagas e de janeiro a junho de 2026 somente 2.606 empregos formais. E olha que Macaé tem a economia ancorada na Petrobras. Então, o resultado de seis meses da empregabilidade de 2026 de Macaé é sofrível.

Já Rio das Ostras, assim como Macaé, os empregos encolheram em 40,43%. De janeiro a junho de 2025 foram criados 1.363 postos de trabalho e em 2026, no mesmo recorte de tempo, foram 812 vagas. Muito pouco para uma economia que possui uma expressiva Zona Especial de Negócios (ZEN) com a maioria de empresas multinacionais do mundo do petróleo.

Em São João da Barra, assim como Campos, teve crescimento nos empregos de 113,17%. Porém, quando se observa em termos absolutos os valores, a quantidade de emprego em 2025 foi de um saldo líquido total de 562 e em 2026, de janeiro a junho, de 1.198 postos de trabalho. Uma quantidade pequena para uma economia que hospeda o megainvestimento do Porto do Açu.

Portanto, resumo da ópera, as duas economias que tiveram crescimento da empregabilidade no espaço de tempo analisado em termos relativos foram Campos e São João da Barra, e em termos absolutos foi Campos em 2026 e Macaé em 2025. Um detalhe que não podemos esquecer de ressaltar: o primeiro semestre analisado, em se tratando de Campos, está com as cifras dos empregos gerados pela safra sazonal do setor sucroalcooleiro, que, no segundo semestre de 2026, os trabalhadores contratados serão demitidos, e tudo indica que o resultado do segundo semestre será menor do que o do primeiro. A conferir futuramente.

 


segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Vice do agronegócio multiplica por oito investimento na agricultura: de R$ 523 mil com Wladimir a R$ 4 milhões com Frederico Paes - Análise realizada por IA


 

Vice do agronegócio multiplica por oito investimento na agricultura: de R$ 523 mil com Wladimir a R$ 4 milhões com Frederico Paes

Este infográfico compara a execução orçamentária, através da despesa liquidada, da Função Agricultura de janeiro a junho de 2025 e 2026 nos municípios de Campos, Macaé e Rio das Ostras.

Como se observa pelos dados, em Campos foram aplicados pouco mais de R$ 523 mil no primeiro semestre de 2025, e no primeiro semestre de 2026 esse valor ultrapassou os R$ 4 milhões; por conta dessa discrepância, a variação percentual foi de 759,8%. Nada mais do que isso.

É importante ressaltar que os valores de 2025 foram aplicados na gestão do então prefeito Wladimir Garotinho,que, como os números mostram, tinha pouco respeito e consideração pela agricultura local. Já os valores de 2026 foram aplicados na gestão de Frederico Paes, vice-prefeito do titular anterior, que assumiu os destinos do município a partir de abril. Como toda a cidade sabe,  e é redundante repetir, o vice que chegou ao comando é oriundo do segmento agropecuário; em razão disso, deve estar priorizando a agricultura logo no início de sua gestão.

Inclusive, apenas para ilustrar: o atual prefeito Frederico Paes, na abertura do rodeio da Exposição Agropecuária de Campos, se empolgou, imagino eu, e disse que a economia campista é sustentada pelo agronegócio. Acho que ele fez uma piada, pois todos sabem que a agropecuária de Campos enfrenta uma profunda decadência, com duas usinas em grave crise financeira,  inclusive a usina dele, e sem matéria-prima (cana-de-açúcar) para moer. O município hoje é sustentado pelas rendas geradas pela Petrobras, que está em Macaé, e pelo Porto do Açu, em São João da Barra, ou não?

Já na economia do petróleo de Macaé, os investimentos na agricultura se elevaram, nos primeiros seis meses de 2026, em 31,7%, em uma economia que depende majoritariamente da Petrobras. Em Rio das Ostras, a agricultura perdeu relevância há algum tempo; o município hoje é sustentado pela Zona Especial de Negócios (ZEN), razão pela qual foram aplicados na agricultura R$ 10 mil entre janeiro e junho de 2025, e apenas R$ 5 mil no mesmo período de 2026.

Portanto, em face desses números, pode-se dizer que no primeiro semestre de 2026 a agricultura foi prestigiada em Campos e em Macaé, e em 2025 somente em Macaé. Em Rio das Ostras, como falamos acima, a agricultura perdeu sua relevância. Esse é o quadro dos investimentos na agricultura da região Norte Fluminense e Baixada Litorânea do estado do Rio de Janeiro.