Blog do Zé Alves Neto
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Investimento público quase dobra em Campos, sobe 12,96% em Macaé e despenca 76% em São João da Barra
Investimento público quase dobra em Campos, sobe 12,96% em Macaé e despenca 76% em São João da Barra
Segundo os dados retirados
do Balanço Orçamentário das prefeituras de Campos, Macaé, Rio das Ostras e São
João da Barra, de janeiro a junho de 2025 e 2026, encaminhados ao TCE-RJ, no
que diz respeito aos investimentos públicos em infraestrutura, como obras, e a
outras aplicações, como equipamentos, os municípios apresentaram comportamentos
bem distintos.
Em se tratando da
prefeitura de Campos, ocorreu uma elevação de 95,65% de janeiro a junho de 2026
em relação ao mesmo período de 2025, sendo considerada a líder de expansão. Em
Macaé, a variação percentual foi de 12,96%; pode-se observar, assim, uma estabilidade
em alta.
Já em Rio das Ostras e São
João da Barra houve, respectivamente, um recuo de 3,04%, considerado leve, e de
76,05%, uma retração crítica.
Agora, quando a análise é
o somatório dos quatro municípios, o período de 2025 totalizou R$ 141,9 milhões
e, no mesmo recorte de tempo de 2026, chegou ao patamar de R$ 169,3 milhões, ou
seja, cresceu 19,37%, conforme o infográfico.
Por fim, o que chamou a
nossa atenção nesse cenário foi o caso da cidade portuária de São João da
Barra, onde se constatou uma redução dos aportes no primeiro semestre de 2026
da ordem de 76,05%.
quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Macaé, terra da Petrobras, lidera crescimento da pobreza no Norte Fluminense
terça-feira, 22 de setembro de 2026
Macaé, terra da Petrobras, lidera crescimento da pobreza no Norte Fluminense
Segundo os dados do
CadÚnico do governo federal, o contingente de pessoas em situação de
vulnerabilidade social cresceu na região Norte Fluminense, uma das regiões
mais ricas do Brasil, porque nela temos a Petrobras em Macaé e o Porto do Açu
em São João da Barra. O número de pessoas cadastradas como vulneráveis
socialmente saltou: somando o contingente dos quatro municípios analisados
aqui, foram 397.353 pessoas em agosto de 2025 para 411.590 cadastradas em
agosto de 2026, ou seja, o crescimento foi de 3,58%.
De forma individual, em
Campos o total de cadastrados aumentou 1,20%; em Macaé, 7,35%; em Rio das
Ostras, 5,26%; e em São João da Barra, 5,17%. O que é inaceitável.
Por fim, apenas para
ressaltar: Macaé lidera a expansão do contingente de vulneráveis na região. E
olha que lá está a base da Petrobras. Tá danado!
OBS: em SJB em agosto de 2025 o número é de 26.796 no infográfico está errado.
segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Enquanto Campos, Rio das Ostras e SJB recuperam empregos na construção civil, Macaé perde mais de 100 vagas de janeiro a julho de 2026
No balanço do emprego da
construção civil de janeiro a julho de 2025 e 2026, como se pode avaliar por
meio do infográfico, São João da Barra, a terra do Porto do Açu, registra uma
recuperação de 153 postos de trabalho no acumulado de 2026, deixando para trás
o déficit de 625 trabalhadores com carteira assinada do mesmo período de 2025.
Campos, uma economia de
serviços, saltou de um déficit de 286 trabalhadores em 2025 para um ganho de
245 vagas em 2026, no mesmo recorte de sete meses.
Em Rio das Ostras, a
cidade da Zona Especial de Negócios (ZEN), o fenômeno se repetiu: a eliminação
de 124 empregos formais em 2025 deu lugar a um avanço de 66 postos em 2026.
Por derradeiro, temos
Macaé, que sofreu uma retração expressiva: passou de 666 vagas criadas na
construção, em 2025, para a perda de 108 em 2026. Nem mesmo a indústria do
petróleo local foi capaz de mitigar o prejuízo da economia macaense neste ano.
Portanto, segundo os
números, apenas Macaé teve um cenário favorável na construção civil de janeiro
a julho de 2025 e, no mesmo período de 2026, foi a única cidade a destruir
empregos.
sexta-feira, 18 de setembro de 2026
Prévia do PIB recua pelo segundo ano seguido em julho — mas a queda perde força
O IBC-Br, a prévia do PIB do Banco Central,
recuou 0,5% em julho de 2025 em relação ao mês anterior, assim como, agora, em
julho de 2026, apresentou uma retração de 0,2% ante junho.
Em julho de 2026, os principais
responsáveis pela queda mensal foram a agropecuária, que caiu 1,2%, a
indústria, que cedeu 0,4%, e os serviços, que ficaram estáveis (0,0%).
Portanto, o que se observa é uma
desaceleração menor do IBC-Br em julho de 2026 quando comparado a julho de
2025.



