segunda-feira, 13 de julho de 2026

Macaé e Rio das Ostras investem mais em Cultura; Campos e SJB cortam - Análise realizada por IA

 


Macaé e Rio das Ostras investem mais em Cultura; Campos e SJB cortam

Segundo os dados do gráfico a respeito dos gastos na área da Cultura dos municípios de Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra no período de janeiro a abril de 2025 e 2026, conforme o TCE-RJ, eles tiveram elevação de 107,77% em Macaé e de 58,52% em Rio das Ostras, e diminuíram 25,63% em Campos e 80,02% em São João da Barra.

Todavia, ao se somar os gastos da Cultura de todos os municípios acima em 2025, eles totalizaram o valor de R$ 16,6 milhões, e os de 2026 chegaram ao patamar de R$ 19,7 milhões. O que se observa é que, no quadrimestre de 2026 em relação a 2025, houve um aumento de 18,90%, ou seja, essa foi a variação percentual no investimento agregado desses municípios na região Norte Fluminense, que possuem orçamentos bilionários, tanto em função da renda do petróleo, os royalties, quanto por conta dos grandes investimentos existentes em seus territórios, como no caso de Macaé, a Petrobras; em Rio das Ostras, a Zona Especial de Negócios (ZEN); e em Campos, o forte setor de serviços.

Por fim, é relevante esclarecer que tais investimentos foram realizados na área da difusão cultural e da administração geral. E lembrando: em Campos e São João da Barra os investimentos na Cultura tiveram retração.

 


 

sexta-feira, 10 de julho de 2026

IPCA desacelera pelo segundo mês seguido: de 0,58% para 0,16%

Com um alívio no preço dos alimentos, a inflação medida pelo IPCA de junho de 2026 ficou em 0,16%, ante 0,58% em maio, observa-se, portanto, uma desaceleração no mês, segundo dados divulgados hoje pelo IBGE.

Na comparação com junho de 2025, também houve recuo: o índice daquele mês havia ficado em 0,24%, contra os 0,16% registrados agora em 2026, como já mencionamos.

Vale destacar que a queda de 0,24% no grupo Alimentação e bebidas, que tem peso relevante no orçamento das famílias, ajudou a compensar a pressão exercida pelo grupo Habitação, que subiu 0,63%, impulsionado pelos aumentos na conta de luz.

Por fim, como está evidenciado no gráfico, apesar da desaceleração de junho, o acumulado de janeiro a junho foi de 2,99% em 2025 e de 3,36% em 2026, ou seja, o primeiro semestre deste ano foi mais inflacionário do que o mesmo período do ano passado.

 

 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Terra do petróleo, Macaé arrecada R$ 1,73 bilhão e lidera entre os quatro municípios


 

Terra do petróleo, Macaé arrecada R$ 1,73 bilhão e lidera entre os quatro municípios

 

O gráfico apresenta a receita total realizada das prefeituras de Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra, de janeiro a abril de 2025 e de 2026, cujos dados foram retirados do TCE-RJ, e mostra também o município que possui a maior receita absoluta do grupo, atingindo R$ 1,73 bilhão, Macaé, e o seu crescimento de 3,15%. Demonstra ainda o município que teve a maior expansão da arrecadação, no caso em tela, de 14,15% no período analisado: Campos.

No ensejo, ressalta os municípios que tiveram crescimento moderado da receita, casos de Rio das Ostras e São João da Barra, respectivamente, de 7,06% e 4,67%.

Por fim, pode-se afirmar, com base nos números, que os municípios analisados neste post elevaram as suas arrecadações no primeiro quadrimestre de 2026 em relação ao de 2025. No caso de Campos, a receita total nesse recorte de tempo foi impactada positivamente pelos royalties do petróleo, pelo IPTU, cujo pagamento teve início em fevereiro, e pelo ISS, é pequeno, mas ajuda a somar; Macaé, pelas receitas do ISS das empresas prestadoras de serviços à Petrobras e também pelos recursos financeiros oriundos dos royalties; Rio das Ostras, pelo IPTU, decorrente do ISS da Zona Especial de Negócios (ZEN), e pelas rendas petrolíferas; e São João da Barra, pelo IPTU, pelo ISS das empresas do Porto do Açu e também pelos royalties. Assim, pode-se terminar dizendo o seguinte: pelos números, tudo indica que o dinheiro no primeiro quadrimestre de 2026 não faltou nessas prefeituras.

 


quarta-feira, 8 de julho de 2026

Brent sobe 6% após ataque dos EUA ao Irã: mais dinheiro para os cofres do Rio em agosto - Análise realizada por IA


 

Brent sobe 6% após ataque dos EUA ao Irã: mais dinheiro para os cofres do Rio em agosto

 

O ataque de ontem dos Estados Unidos contra o Irã mexeu no mercado de petróleo através da elevação do preço do barril tipo Brent, com a majoração de mais de 6% em apenas um dia. Uma loucura!

O ataque decorre da ação militar dos iranianos por terem atacado três navios comerciais internacionais, também no dia de ontem, que passavam pelo estreito de Ormuz. Neste ambiente econômico passa 20% do petróleo consumido pelo mundo. Uma quantidade expressiva, diga-se de passagem.

A consequência direta desse episódio, além do aumento do barril do petróleo, foi o impacto sobre as bolsas de valores espalhadas pelo mundo e a elevação do dólar. Tal conjuntura poderá criar nas economias mundiais uma expectativa inflacionária através do encarecimento dos preços dos bens e serviços. O que é profundamente negativo.

Por outro lado, como tudo na vida possui um aspecto bom e ruim, o aludido ataque também apresenta o seu aspecto positivo, especificamente no caso em tela, relacionado às economias petrorrentistas do estado do Rio de Janeiro. Com a alta do preço do barril tipo Brent, que é o tipo que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) utiliza para calcular os royalties, e juntamente com o aumento do dólar, os prefeitos dos municípios que pertencem à Bacia de Campos e à de Santos receberão nos próximos meses, sobretudo nos repasses de agosto e setembro, mais dinheiro nos seus respectivos caixas. O que não é nada mal.

Portanto, essa é a dura realidade econômica da geopolítica contemporânea mundial, em função de muito maluco estar em cargo de comando atualmente.