terça-feira, 3 de março de 2026

Economia brasileira cresce 2,3% em 2025 e mantém cinco anos seguidos de expansão

 

O IBGE divulgou hoje o Produto Interno Bruto (PIB) da economia brasileira referente a 2025. O resultado foi de 2,3%, inferior ao observado em 2024, quando a taxa alcançou 3,4%, evidenciando uma desaceleração. O volume de riquezas geradas no ano somou R$ 12,7 trilhões, configurando o menor patamar dos últimos cinco anos. Ainda assim, o desempenho de 2025 representa o quinto ano consecutivo de expansão da atividade econômica no país.

O principal destaque coube à agropecuária, que avançou 11,75% em 2025, impulsionada sobretudo pela cultura do milho, cuja produção cresceu 23,6%, e pela soja, com alta de 14,6%, ambos considerados resultados recordes.

O setor de serviços, mesmo diante da taxa de juros elevada, registrou crescimento de 1,8% no período, enquanto a indústria avançou 1,4%, influenciada pelo segmento extrativista de petróleo e gás.

Assim, para as vozes roucas das ruas que questionavam o desempenho econômico de 2025, os dados mostram exatamente o oposto. A economia brasileira permanece resiliente, apesar da taxa básica de juros de 15% estabelecida pelo Banco Central.

 


segunda-feira, 2 de março de 2026

Macaé investe quase R$ 400 milhões em 2025; Campos não atinge R$ 80 milhões e SJB reduz aportes em 81%

 

No comparativo anual dos investimentos de 2024 e 2025 realizados pelas prefeituras destacadas no gráfico, cujos dados foram extraídos do site do TCE-RJ, observa-se que a Prefeitura de Macaé ocupa a primeira colocação, com volumes significativos aplicados em obras e equipamentos, apesar da retração de 8,46% em 2025 na comparação com 2024.

Na sequência aparece Campos, que ampliou os aportes em 2,85% em 2025 frente ao ano anterior, e São João da Barra, que registrou queda de 81,11% no mesmo período comparativo.

Já Rio das Ostras, infelizmente, ainda não enviou ao TCE-RJ a prestação de contas referente ao exercício financeiro de 2025. Em razão disso, não foi possível apurar a variação percentual.

Dessa forma, apenas o município de Macaé demonstrou um nível consistente de investimento tanto em 2024 quanto em 2025.

 


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Campos é o quinto em recebimento de royalties e o terceiro em participação especial: sinais do esgotamento do ciclo do petróleo no município


 

Os dois gráficos apresentam, de forma comparativa, as rendas nominais provenientes dos royalties do petróleo e da participação especial recebidas pelos municípios relacionados, no período de janeiro a dezembro de 2024 e 2025, tanto os pertencentes à Bacia de Campos, como Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra, quanto aqueles vinculados à Bacia de Santos, como Maricá, Niterói e Saquarema.

Ao observar o gráfico das rendas de royalties, verifica-se que a Prefeitura de Maricá lidera o ranking de arrecadação, seguida por Saquarema, Macaé, Niterói, Campos, São João da Barra e Rio das Ostras. O que chama a atenção nessa relação é que o pequeno município de Saquarema, com quase 100 mil habitantes, recebeu mais royalties em 2024 e 2025 do que Macaé, Niterói e Campos e as demais cidades, configurando uma verdadeira abundância financeira.

No que se refere ao gráfico da participação especial incidente sobre os poços mais produtivos, Maricá e Niterói ocupam as primeiras posições, seguidos por Campos, Rio das Ostras, São João da Barra e Macaé. Já Saquarema não registrou recebimentos no período, em razão de os poços situados em sua área de influência não apresentarem elevada produtividade.

Merece comentário à parte o município de Campos dos Goytacazes, que aparece na quinta colocação em royalties e na terceira posição em participação especial. Ao comparar as rendas recebidas por Campos no período analisado, que ainda representam parcela expressiva do orçamento municipal, sendo a maior receita, chega-se à conclusão de que a prefeitura enfrenta dificuldades para equilibrar suas contas. As despesas atuais são elevadas e, ao que tudo indica, o prefeito Wladimir deverá deixar o cargo para disputar outro pleito, transferindo ao vice-prefeito o desafio do equilíbrio fiscal, numa conjuntura de escassez de dinheiro.

Portanto, em poucos dias poderemos assistir a mais um desentendimento político na cidade. A ruptura entre o prefeito, sua família e o vice parece praticamente certa. É simples assim.

                              


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Antecipação do 13º do INSS em 2026 deve injetar R$ 78 milhões na economia brasileira

 

O Governo Federal informou que irá antecipar o pagamento do décimo terceiro salário dos aposentados e pensionistas em 2026, com liberação prevista para abril e maio. Aproximadamente 35 milhões de pessoas serão contempladas, promovendo uma injeção de cerca de R$ 78 milhões na economia, o que tende a ampliar a demanda agregada por bens e serviços no sistema econômico brasileiro.

É uma notícia positiva, especialmente para quem está endividado e necessita reduzir seus compromissos financeiros. Já aqueles que estão com as contas em dia poderão aproveitar esse valor extra na aquisição de itens que considerarem mais adequados ao cotidiano, podendo inclusive destiná-lo a uma viagem, o que também se mostra uma alternativa interessante.

Por fim, vale destacar que a efetivação dessa medida depende apenas da edição de um decreto por parte da Presidência da República. Resta aguardar.

 


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Royalties do petróleo reforçam os cofres dos municípios produtores em fevereiro de 2026

 

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) depositou, no dia 24 de fevereiro de 2026, os royalties pelo sistema de concessão aos municípios da Bacia de Campos, como Campos dos Goytacazes, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra, bem como àqueles vinculados à Bacia de Santos, oriundos dos poços do pré-sal, como Maricá, Niterói e Saquarema.

Conforme indicam os números, Maricá, integrante da Bacia de Santos, ocupa a primeira posição no ranking de repasses. Na sequência aparecem Macaé e Niterói. São receitas expressivas que permitem aos gestores municipais honrar compromissos financeiros e ampliar a capacidade de investimento. Maricá, mais uma vez, destaca-se como o município com o maior volume de recursos transferidos pela ANP.


terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Cultura no Norte Fluminense movimenta cifras milionárias em 2025

 

De acordo com a execução orçamentária das prefeituras de Macaé, Campos e São João da Barra na área da Cultura, setor com relevante potencial de geração de emprego e renda, os recursos foram destinados às rubricas Patrimônio Histórico, Artístico e Arqueológico; Difusão Cultural; e Administração Geral.

No período de janeiro a dezembro de 2025, Macaé apresentou o maior volume de investimentos nessa importante política pública, seguido por Campos e, posteriormente, São João da Barra.

No caso de Rio das Ostras, a prestação de contas referente ao período ainda não foi encaminhada ao TCE-RJ, o que impede uma análise comparativa mais ampla.

Diante desses números, observa-se que a Cultura na região Norte Fluminense contou, em 2025, com orçamentos expressivos, especialmente em Macaé e Campos. Recursos existem, o desafio é avaliar a efetividade desses investimentos.

 

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Discurso em Campos, investimento em Macaé: R$ 17 milhões contra apenas R$ 4 milhões

 

O gráfico apresenta a execução orçamentária da Secretaria de Agricultura no período de janeiro a dezembro de 2025 nos municípios de Macaé, Campos e São João da Barra, conforme dados do TCE. No caso de Rio das Ostras, a administração municipal ainda não encaminhou a prestação de contas à referida Corte.

O que nos chama a atenção nesses dados é o volume aplicado por Macaé no setor rural, embora sua economia esteja predominantemente vinculada à atividade petrolífera. Os recursos destinados foram muito superiores aos de Campos, cujo governo atual sustenta o discurso de que o campo será a base da retomada do crescimento econômico local.

Diante disso, fica a pergunta: como e quando isso ocorrerá? Porque, ao que indicam os números de 2025, se depender das autoridades municipais, dificilmente haverá avanço. Basta observar o montante executado pela secretaria ao longo do ano.