Vídeo gerado com auxílio de IA, com edição minha
Blog do Zé Alves Neto
quinta-feira, 15 de outubro de 2026
Na contramão das vizinhas, Campos corta a Cultura em mais de 40% enquanto Macaé e Rio das Ostras investem mais de 30%
Segundo a execução
orçamentária de janeiro a agosto de 2025 e de 2026, encaminhada pelas
prefeituras de Campos, de Macaé e de Rio das Ostras ao TCE-RJ, de janeiro a
agosto de 2026, em relação ao mesmo período do ano passado, os gastos da
Cultura de Campos reduziram 42,64%, os de Macaé aumentaram 35,08% e os de Rio
das Ostras, 31,96%.
Com isso, pode-se afirmar,
embasado nesse cenário, que a área da Cultura de Campos anda sem prestígio com
o atual chefe do Poder Executivo local. O que está ocorrendo? O dinheiro não
está faltando. A arrecadação de Campos está num patamar bastante interessante,
sobretudo a derivada do barril do petróleo.
quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Só 2,21% viram investimento em Campos — o resto, a máquina pública consome
Só 2,21% viram investimento em Campos — o resto, a máquina pública consome
A prefeitura de Campos arrecadou R$ 2,35 bilhões em oito meses, de janeiro a agosto de 2026, investiu apenas 2,21% dessa receita, parcela que se converte em investimentos
públicos (obra, equipamento, infraestrutura). Macaé, com uma arrecadação 58%
maior, aplica proporcionalmente mais que o dobro de Campos, 4,90%. São duas formas de olhar o mesmo dado: em
termos proporcionais, Macaé investe 2,2 vezes mais que Campos (4,90% contra
2,21% da receita); em valores absolutos, a diferença sobe para 3,5 vezes (R$
182,18 milhões contra R$ 52,03 milhões), mesmo Macaé não dispondo de um
orçamento nessa mesma proporção.
Um município como Campos, que aplica apenas 2% da
receita arrecadada, demonstra que está gastando quase tudo em custeio (folha,
manutenção, serviços correntes), o que de certa forma explica por que a cidade
“arrecada e não deslancha”.
Portanto, em oito meses de 2026, a cidade de Campos
ficou devendo muita coisa à sociedade local.
terça-feira, 13 de outubro de 2026
Campos perde fôlego: setor de serviços fecha agosto de 2026 no vermelho
Campos perde fôlego: setor de serviços fecha agosto de 2026 no vermelho
O mercado de trabalho do
setor de prestação de serviços no período de agosto de 2026, em relação a
agosto de 2025, desacelerou no que diz respeito à criação de empregos. Macaé
reduziu em 54% a geração líquida de vagas, mas ainda fechou agosto no positivo,
com saldo de 380 empregos; São João da Barra reduziu o saldo em 38,1%; Campos
foi o único município a ficar com saldo líquido negativo, em 49 empregos; e Rio
das Ostras foi a única economia a elevar o saldo, em 73,2%.
Portanto, em agosto de
2026 o setor de prestação de serviços patinou quando o assunto é
empregabilidade. Somados os quatro municípios, o saldo caiu de 1.405 para 472
empregos, uma retração de 66%. Não é uma
boa notícia para a região Norte Fluminense do Rio de Janeiro.
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
Petróleo rico, assistência minguada: Campos liquida 16,02% a menos em programas sociais
Nos municípios da região
Norte Fluminense, Campos, Macaé e Rio das Ostras, a riqueza produtiva das
atividades econômicas contrasta com o alto índice de vulneráveis sociais. Os
gastos da Assistência Social recuaram em Campos e Macaé e aumentaram significativamente
em Rio das Ostras.
Talvez o orçamento da
Assistência Social de Campos, que diminuiu nestes oito meses de 2026, esteja
sendo aportado na agricultura local. Pois, como todos sabemos, o vice-prefeito
que sucedeu Wladimir Garotinho tem ligações umbilicais com o agronegócio. Coincidência
ou não, fica a lembrança.
Portanto, essa é a
realidade dos municípios ricos do Norte Fluminense do Rio de Janeiro. Só falta
São João da Barra, a terra do Porto do Açu, que ainda não encaminhou o Balanço
Orçamentário ao TCE-RJ. O blog fica devendo essas informações.



