O IBGE divulgou hoje o IPCA
de agosto de 2026: veio com uma deflação de 0,32%, puxada pela habitação, que
caiu 1,87%, impulsionada principalmente pela energia elétrica, com queda de
7,63%, e pelos alimentos, que tiveram uma redução de 0,34%. Para os meses de
agosto, foi a menor variação desde 2022, quando caiu 0,36%. É uma boa notícia
para a economia brasileira.
Com essa deflação, a
tendência agora é aumentar a pressão sobre o Banco Central para que ele reduza
ainda mais a taxa de juros Selic, a principal responsável pelo encarecimento do
crédito no Brasil.
A deflação é a queda
generalizada dos preços, ao contrário da inflação. Nesse cenário deflacionário,
ocorre uma recuperação do poder aquisitivo dos agentes econômicos, trabalhadores e empresários. Com mais recursos disponíveis, os trabalhadores
compram mais bens e serviços, e as empresas elevam a capacidade de
investimentos, gerando mais renda e emprego no sistema econômico.
Portanto, é um quadro
macroeconômico que interessa a todos. E viva a deflação!




