segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Enquanto São João da Barra beira os R$ 200 milhões, Campos amarga a lanterninha do ISS com R$ 127,13 milhões

 

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Enquanto São João da Barra beira os R$ 200 milhões, Campos amarga a lanterninha do ISS com R$ 127,13 milhões

 

O infográfico apresenta a arrecadação do ISS, de janeiro a agosto, nos exercícios de 2025 e 2026, nos municípios de Campos dos Goytacazes, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra, segundo dados extraídos do TCE-RJ.

Nesse contexto, ao confrontar o intervalo de janeiro a agosto de 2026 com igual etapa de 2025, verifica-se que a receita cresceu 9,85% em Macaé, 25,08% em Rio das Ostras e 32,28% em São João da Barra. No caso de Campos, os oito meses de 2025 não figuram no portal do TCE-RJ, o que inviabilizou o cálculo; ainda assim, em termos absolutos, a cidade arrecadou apenas R$ 127,13 milhões em 2026.

Portanto, enquanto São João da Barra alcançou quase duzentos milhões e Rio das Ostras R$ 154,76 milhões entre janeiro e agosto de 2026, Campos ficou restrita a R$ 127,13 milhões, e Macaé, território que abriga a base da Petrobras, somou R$ 844,96 milhões. O contraste aponta para uma economia campista de baixo valor agregado em serviços, distinta das demais localidades, impulsionadas por grandes investimentos.

 


quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Na contramão das vizinhas, Campos corta a Cultura em mais de 40% enquanto Macaé e Rio das Ostras investem mais de 30%

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Na contramão das vizinhas, Campos corta a Cultura em mais de 40% enquanto Macaé e Rio das Ostras investem mais de 30%

Segundo a execução orçamentária de janeiro a agosto de 2025 e de 2026, encaminhada pelas prefeituras de Campos, de Macaé e de Rio das Ostras ao TCE-RJ, de janeiro a agosto de 2026, em relação ao mesmo período do ano passado, os gastos da Cultura de Campos reduziram 42,64%, os de Macaé aumentaram 35,08% e os de Rio das Ostras, 31,96%.

Com isso, pode-se afirmar, embasado nesse cenário, que a área da Cultura de Campos anda sem prestígio com o atual chefe do Poder Executivo local. O que está ocorrendo? O dinheiro não está faltando. A arrecadação de Campos está num patamar bastante interessante, sobretudo a derivada do barril do petróleo.

 

 

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Só 2,21% viram investimento em Campos — o resto, a máquina pública consome


 Vídeo gerado com auxílio de IA, com edição minha 


 

Só 2,21% viram investimento em Campos — o resto, a máquina pública consome

 

A prefeitura de Campos arrecadou R$ 2,35 bilhões em oito meses, de janeiro a agosto de 2026, investiu apenas 2,21% dessa receita, parcela que se converte em investimentos públicos (obra, equipamento, infraestrutura). Macaé, com uma arrecadação 58% maior, aplica proporcionalmente mais que o dobro de Campos, 4,90%. São duas formas de olhar o mesmo dado: em termos proporcionais, Macaé investe 2,2 vezes mais que Campos (4,90% contra 2,21% da receita); em valores absolutos, a diferença sobe para 3,5 vezes (R$ 182,18 milhões contra R$ 52,03 milhões), mesmo Macaé não dispondo de um orçamento nessa mesma proporção.

Um município como Campos, que aplica apenas 2% da receita arrecadada, demonstra que está gastando quase tudo em custeio (folha, manutenção, serviços correntes), o que de certa forma explica por que a cidade “arrecada e não deslancha”.

Portanto, em oito meses de 2026, a cidade de Campos ficou devendo muita coisa à sociedade local.