quarta-feira, 15 de julho de 2026

Trump mexe no Oriente Médio, e quem lucra são os municípios do petróleo no Rio - Análise realizada por IA

 


Trump mexe no Oriente Médio, e quem lucra são os municípios do petróleo no Rio

 

O petróleo tipo Brent voltou a subir no dia de ontem por conta do aumento da tensão entre os EUA e o Irã, em função da ameaça do presidente Trump de cobrar pedágio sobre as embarcações que passarem pelo Estreito de Ormuz. Sempre ele.

Nesse local passa uma boa parte do petróleo do Oriente Médio, cerca de 20%, para irrigar a maioria das economias do mundo capitalista. O barril chegou a atingir US$ 87,00 e aumentou 16% no acumulado do mês de julho; porém, logo depois, o presidente americano, mantendo o seu comportamento vacilante de fazer política, desistiu da ideia, e o preço do petróleo no mercado internacional recuou, mas se manteve num patamar ainda alto, o que deixa de ser positivo para as economias como um todo.

Tal comportamento do chefe de Estado e de Governo dos Estados Unidos tem provocado muita volatilidade nas economias: as Bolsas sobem e outras são derrubadas, e o preço do dólar também sofre com aumento e diminuição, o que provoca instabilidade nos agentes econômicos que vivem das exportações e importações. Apenas um registro: após a posse do presidente americano, o mundo não é o mesmo. O risco dos negócios elevou-se significativamente.

Outro aspecto: com a elevação do preço do barril do petróleo, as exportações da Petrobras se elevam; como decorrência, entram mais divisas no país, e a consequência direta, entre outros fatores que também pressionam o câmbio, foi a cotação do dólar chegar a R$ 5,07, o que, de certa forma, favorece o combate à inflação no Brasil, pois, com o dólar mais barato, a tendência é entrar no Brasil mais produtos importados. Esse movimento aumenta a concorrência interna e os preços caem, compensando de certa forma a alta do barril do petróleo.

Mas, de qualquer forma, a majoração do barril do petróleo, no que diz respeito ao custo de vida, sempre é uma preocupação devido ao seu forte impacto nas cadeias de produção, sobretudo nos alimentos, eis que esse item é o que pesa mais na cesta de consumo das famílias de baixa renda. Ou seja, encarece o arroz e o feijão na mesa do trabalhador.

O lado bom do aumento do barril do petróleo é o aumento das receitas dos royalties e das participações especiais, que vêm ocorrendo há algum tempo, fazendo, com isso, a alegria dos prefeitos dos municípios produtores de petróleo que pertencem à Bacia de Campos e à Bacia de Santos, do pré-sal. Um chora e outro sorri.

Portanto, a vida funciona assim: o que é bom para um pode não ser para o outro. E assim caminha a humanidade.

 


terça-feira, 14 de julho de 2026

Enquanto Macaé lidera investimentos no Norte Fluminense, São João da Barra despenca quase 80% - Análise realizada por IA

 


Enquanto Macaé lidera investimentos no Norte Fluminense, São João da Barra despenca quase 80%

 

O gráfico apresenta a comparação dos investimentos públicos em obras e equipamentos (ativo permanente) de janeiro a abril de 2025 e de 2026, cujos dados foram retirados do TCE-RJ, em relação às prefeituras de Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra.

Como se observa, na economia do petróleo de Macaé os investimentos aumentaram, em 2026, 11,35%, eles saíram de R$ 64,54 milhões em 2025 para R$ 71,87 milhões em 2026. É importante ressaltar que dentre os municípios analisados é o maior valor absoluto. Em função também do grande orçamento público municipal, que Macaé possui, mais de R$ 4 bilhões ao ano.

Em Campos, a economia de serviços do Norte Fluminense, os investimentos se elevaram 48,67% nos primeiros quatro meses de 2026 em relação ao mesmo período de 2025. Será que o vice-prefeito de Wladimir Garotinho, que assumiu a prefeitura em abril de 2026, já tem participação neste montante investido em Campos pela prefeitura, ou ainda é a última digital do Wladimir que permanece nestes investimentos públicos? Quem se habilita a responder tal pergunta?

Em Rio das Ostras, a economia da Zona Especial de Negócios (ZEN), os investimentos superaram os quatro mil por cento de janeiro a abril de 2026. Não estamos diante de uma expansão extraordinária dos investimentos públicos em Rio das Ostras. No quadrimestre de 2025 eles só investiram R$ 36,5 mil. Por conta disso, ocorreu essa aberração dos números no comparativo.

Já São João da Barra, a economia do Porto do Açu, confirma apenas o que nós sabemos há muito tempo: a prefeitura historicamente investe muito pouco. No primeiro quadrimestre de 2026, ocorreu uma significativa retração dos investimentos públicos de 77,80%. Na verdade, a prefeita sanjoanense atual e os antecessores são fortes em elevar a despesa corrente com a máquina pública. Eles têm muitas dificuldades no que tange aos investimentos.

Por fim, encerramos dizendo que Macaé lidera os investimentos, seguido por Campos. São os dois maiores orçamentos da região Norte Fluminense. O que  não é uma novidade para ninguém

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Macaé e Rio das Ostras investem mais em Cultura; Campos e SJB cortam - Análise realizada por IA

 


Macaé e Rio das Ostras investem mais em Cultura; Campos e SJB cortam

Segundo os dados do gráfico a respeito dos gastos na área da Cultura dos municípios de Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra no período de janeiro a abril de 2025 e 2026, conforme o TCE-RJ, eles tiveram elevação de 107,77% em Macaé e de 58,52% em Rio das Ostras, e diminuíram 25,63% em Campos e 80,02% em São João da Barra.

Todavia, ao se somar os gastos da Cultura de todos os municípios acima em 2025, eles totalizaram o valor de R$ 16,6 milhões, e os de 2026 chegaram ao patamar de R$ 19,7 milhões. O que se observa é que, no quadrimestre de 2026 em relação a 2025, houve um aumento de 18,90%, ou seja, essa foi a variação percentual no investimento agregado desses municípios na região Norte Fluminense, que possuem orçamentos bilionários, tanto em função da renda do petróleo, os royalties, quanto por conta dos grandes investimentos existentes em seus territórios, como no caso de Macaé, a Petrobras; em Rio das Ostras, a Zona Especial de Negócios (ZEN); e em Campos, o forte setor de serviços.

Por fim, é relevante esclarecer que tais investimentos foram realizados na área da difusão cultural e da administração geral. E lembrando: em Campos e São João da Barra os investimentos na Cultura tiveram retração.

 


 

sexta-feira, 10 de julho de 2026

IPCA desacelera pelo segundo mês seguido: de 0,58% para 0,16%

Com um alívio no preço dos alimentos, a inflação medida pelo IPCA de junho de 2026 ficou em 0,16%, ante 0,58% em maio, observa-se, portanto, uma desaceleração no mês, segundo dados divulgados hoje pelo IBGE.

Na comparação com junho de 2025, também houve recuo: o índice daquele mês havia ficado em 0,24%, contra os 0,16% registrados agora em 2026, como já mencionamos.

Vale destacar que a queda de 0,24% no grupo Alimentação e bebidas, que tem peso relevante no orçamento das famílias, ajudou a compensar a pressão exercida pelo grupo Habitação, que subiu 0,63%, impulsionado pelos aumentos na conta de luz.

Por fim, como está evidenciado no gráfico, apesar da desaceleração de junho, o acumulado de janeiro a junho foi de 2,99% em 2025 e de 3,36% em 2026, ou seja, o primeiro semestre deste ano foi mais inflacionário do que o mesmo período do ano passado.