segunda-feira, 20 de julho de 2026

Campos é a maior cidade da região — e paga o pior salário - Análise realizada por IA

 


Campos é a maior cidade da região — e paga o pior salário

 

De acordo com os dados da renda média mensal dos trabalhadores formais em salário mínimo do setor privado, dos municípios registrados no gráfico, referentes aos anos de 2023 e 2024, segundo o IBGE, pode-se observar que, no caso de Campos, em 2024 ocorreu uma expansão de 4,76%. Em Macaé, neste mesmo período, houve uma pequena retração de 1,75%. Em Rio das Ostras a renda permaneceu estável, e em São João da Barra ocorreu um aumento de 4,26%.

Todavia, quando se compara em termos absolutos o número de salários mínimos pagos pelas empresas dos municípios aqui analisados, constata-se que, em Macaé, as empresas, por conta da economia do petróleo, pagam os maiores salários da região. Em segundo lugar vem a economia de São João da Barra, com as empresas vinculadas à estrutura logística do Porto do Açu remunerando os trabalhadores com quase cinco salários mínimos nos dois anos analisados. Em terceiro lugar, Rio das Ostras, com as empresas da Zona Especial de Negócios (ZEN), remunerando os trabalhadores do setor produtivo local com quase quatro salários mínimos. E segurando a lanterninha está a economia de Campos, estruturada em cima de uma indústria em decadência, que é a sucroalcooleira, e de uma indústria de cerâmicas que, mal ou bem, ainda tem um bom desempenho, além da atividade comercial e de serviços de baixo valor agregado e baixa remuneração dos trabalhadores. Esses dados demonstram claramente o que a gente discute há alguns anos: a fragilidade da economia de Campos.

Por fim, ressalta-se que os municípios que possuem economias com grandes investimentos, como Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra, têm renda média elevada. Como a economia de Campos é de atividades de baixo valor econômico, a renda média é pequena. É simples assim!


sexta-feira, 17 de julho de 2026

Em São João da Barra, 3 em cada 4 moradores estão no CadÚnico — cadê os empregos do Porto do Açu? - Análise realizada por IA


 

Em São João da Barra, 3 em cada 4 moradores estão no CadÚnico — cadê os empregos do Porto do Açu?

 Segundo os dados estatísticos sobre a pobreza que assola a região Norte Fluminense do estado do Rio de Janeiro no mês de junho de 2026,  onde estão implantados a Petrobras e o Porto do Açu e que, por conta disso, é um território com uma das maiores rendas per capita do Brasil, cujos dados foram retirados do CadÚnico do governo federal.

Pode-se observar no infográfico acima que o maior índice de pobreza é do município de São João da Barra, com 73,48%, que tem a menor população e a maior vulnerabilidade social, onde aproximadamente três em cada quatro habitantes sanjoanenses estão cadastrados no CadÚnico, na terra do Porto do Açu, que supostamente possui maiores oportunidades de emprego e renda para a população. Esses dados são estarrecedores, porque há muita gente numa cidade só em vulnerabilidade social. Além do mais, a prefeitura tem um orçamento para este ano de quase um bilhão de reais. Haja contraste!

No caso de Campos, estão cadastradas no CadÚnico 213.688 pessoas em termos absolutos, ou 41,17%, o que não é pouco, numa cidade onde a desigualdade social historicamente é uma marca desde os tempos áureos do açúcar, passando pelo ciclo do petróleo e chegando agora a uma economia que agoniza. Haja pobreza!

Em Rio das Ostras, a pobreza também é uma aberração e chega a 40%, numa cidade que tem muitas oportunidades de empregabilidade. Tal conjuntura é inexplicável!

Por fim, temos Macaé que, apesar de ter o menor índice de pobreza dos quatro municípios analisados, 37,80%, também é um município de oportunidades de emprego por abrigar a maior empresa do Brasil, a Petrobras, e mesmo assim se verifica uma vulnerabilidade muito grande. Com isso, pode-se dizer que os números continuam revelando um cenário deplorável no Norte Fluminense do Rio de Janeiro, no que tange ao aspecto social. Que dura realidade!

 

Obs: O índice de pobreza de Macaé é de 37,80% e não de 37,30% como está na arte do gráfico.

 


quinta-feira, 16 de julho de 2026

Campos cresce 40% no emprego industrial enquanto Macaé recua 59,5% - Análise realizada por IA


 

Campos cresce 40% no emprego industrial enquanto Macaé recua 59,5%

 

No que diz respeito a Campos, uma economia de serviços e com um setor industrial que sobrevive a duras penas, com duas usinas em profunda dificuldade financeira. No mês de maio de 2025, como em 2026, os empregos na indústria aumentaram e se mantiveram dentro de uma curva de sustentabilidade relativa, em função da safra sazonal da cana-de-açúcar, que se inicia no mês e vai, no mais tardar, até setembro. Após esse período, a indústria passa a patinar e a desempregar. Essa é a dura realidade de Campos. E quem sustenta a economia local é o Porto do Açu e a Petrobras.

Já no que diz respeito a Rio das Ostras, o percentual de criação de empregos na indústria deu um salto de 200%. Se olharmos em termos absolutos, o município que abriga a Zona Especial de Negócios (ZEN) criou somente três empregos em 2025 e nove em 2026. Pela estrutura industrial que possui, o município, é muito pouco.

Já Macaé, a terra da Petrobras, e São João da Barra, a terra do Porto do Açu, dois motores de crescimento econômico regional, a decepção foi grande. Em Macaé, os empregos recuaram 59,5%, e em São João da Barra, 127,0%, sendo que o pior é que o saldo líquido é negativo em maio de 2026 na economia sanjoanense.

Portanto, aí está o cenário dos empregos na indústria numa região que possui uma das maiores rendas per capita do Brasil. Ou seja, a indústria local em maio patinou!