Vídeo gerado com auxílio de IA, com edição minha
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O infográfico mostra o
comportamento do emprego da agropecuária no mês de julho de 2025 e de 2026,
segundo o CAGED. Como destaque, Macaé abriu o maior número de postos de
trabalho em julho de 2026, oito vagas, enquanto Campos, no mesmo mês, destruiu
37. Já em São João da Barra houve estabilidade, com saldo positivo de dois
postos, e Rio das Ostras registrou a perda de um emprego.
Uma coisa não pode deixar
de ser dita em função dessa realidade do emprego na agropecuária do Norte
Fluminense e da Baixada Litorânea: por mais que exista meia dúzia de pessoas
que ainda insistem nessa atividade econômica, ela vem perdendo força, em
Campos, para uma economia de serviços; em Macaé, para a do petróleo; em Rio das
Ostras, para a Zona Especial de Negócios (ZEN); e em São João da Barra, para o
Porto do Açu. É simples assim!
O IBGE divulgou hoje o
IPCA-15 de setembro, a prévia da inflação do mês. Após a deflação de 0,40% em
agosto, o índice voltou a acusar alta de 0,70%, acumulando 3,82% no ano e 4,47%
em 12 meses, acima dos 4,24% dos 12 meses anteriores.
O item que impactou a
elevação do índice de forma significativa foi a energia elétrica residencial,
que subiu 7,42%, depois de ter caído 6,25% no mês anterior, porque o Bônus de
Itaipu deixou de ser incorporado e passou a valer a bandeira amarela.
Portanto, a previsão para
o fechamento deste mês, no que tange à inflação, é de variação dos preços para
cima, o que pode, sim, comprometer o poder aquisitivo das famílias brasileiras.
Infelizmente.
Segundo os dados retirados
do Balanço Orçamentário das prefeituras de Campos, Macaé, Rio das Ostras e São
João da Barra, de janeiro a junho de 2025 e 2026, encaminhados ao TCE-RJ, no
que diz respeito aos investimentos públicos em infraestrutura, como obras, e a
outras aplicações, como equipamentos, os municípios apresentaram comportamentos
bem distintos.
Em se tratando da
prefeitura de Campos, ocorreu uma elevação de 95,65% de janeiro a junho de 2026
em relação ao mesmo período de 2025, sendo considerada a líder de expansão. Em
Macaé, a variação percentual foi de 12,96%; pode-se observar, assim, uma estabilidade
em alta.
Já em Rio das Ostras e São
João da Barra houve, respectivamente, um recuo de 3,04%, considerado leve, e de
76,05%, uma retração crítica.
Agora, quando a análise é
o somatório dos quatro municípios, o período de 2025 totalizou R$ 141,9 milhões
e, no mesmo recorte de tempo de 2026, chegou ao patamar de R$ 169,3 milhões, ou
seja, cresceu 19,37%, conforme o infográfico.
Por fim, o que chamou a
nossa atenção nesse cenário foi o caso da cidade portuária de São João da
Barra, onde se constatou uma redução dos aportes no primeiro semestre de 2026
da ordem de 76,05%.
Segundo os dados do
CadÚnico do governo federal, o contingente de pessoas em situação de
vulnerabilidade social cresceu na região Norte Fluminense, uma das regiões
mais ricas do Brasil, porque nela temos a Petrobras em Macaé e o Porto do Açu
em São João da Barra. O número de pessoas cadastradas como vulneráveis
socialmente saltou: somando o contingente dos quatro municípios analisados
aqui, foram 397.353 pessoas em agosto de 2025 para 411.590 cadastradas em
agosto de 2026, ou seja, o crescimento foi de 3,58%.
De forma individual, em
Campos o total de cadastrados aumentou 1,20%; em Macaé, 7,35%; em Rio das
Ostras, 5,26%; e em São João da Barra, 5,17%. O que é inaceitável.
Por fim, apenas para
ressaltar: Macaé lidera a expansão do contingente de vulneráveis na região. E
olha que lá está a base da Petrobras. Tá danado!
OBS: em SJB em agosto de 2025 o número é de 26.796 no infográfico está errado.