Segundo o CAGED, divulgado
no dia de ontem, a economia do município de Campos dos Goytacazes (RJ), no mês
de janeiro de 2026,
em comparação com janeiro de
2025, perdeu 314 empregos com carteira assinada. Inclusive, é
importante lembrar que as perdas aumentaram, pois em janeiro de 2025 o saldo
líquido foi de 300 postos
de trabalho eliminados.
O
segmento econômico responsável pela maior destruição da empregabilidade em 2026 foi o comércio, seguido
pelo setor de serviços.
Já em janeiro de 2025,
as maiores perdas de vagas também ocorreram no comércio, que registrou a
eliminação de 252 postos
de trabalho, enquanto o setor de serviços apresentou saldo líquido positivo de 81
empregos.
A
bem da verdade, é relevante salientar que, em janeiro de 2026, a economia campista
perdeu empregos formais em praticamente todos os segmentos econômicos, exceto na construção civil,
que ficou com saldo
líquido zerado, ou seja, não abriu nem fechou vagas, e na indústria, que
registrou a abertura de apenas um posto de trabalho.
Portanto,
a economia de Campos dos
Goytacazes (RJ), infelizmente, inicia o ano de 2026 já demitindo
trabalhadores com carteira assinada, o que não constitui uma boa notícia
para a cidade.






A Região Norte Fluminense gerou um saldo de 82 empregos em janeiro, se recuperando em relação ao saldo negativo de dezembro do ano anterior, mas desacelerando forte em relação a janeiro de 2025. São João da Barra e Macaé puxaram o saldo para cima com a atuação do setor de serviços. São João da Barra gerou o maior saldo de 211 empregos, seguido por Macaé com um saldo 175 empregos no mês. Com um resultado insatisfatório, Campos dos Goytacazes eliminou 314 empregos no mesmo mês.
Na avaliação setorial, observando o comportamento dos principais municípios geradores de emprego na região (Macaé, Campos, São João da Barra e São Francisco de Itabapoana), as atividade de serviços ocuparam a liderança com a geração de 351 empregos, seguido pelas atividades de construção civil com a geração de 58 empregos no mês.
As atividades comerciais se mostraram bastante frágil no primeiro mês do ano com a eliminação de 204 vagas de empregos e as atividades industrias eliminaram 101 vagas de emprego no mês. Seguindo esta trajetória de fragilidade a agropecuária eliminou 42 emprego em janeiro deste ano.
O estado do Rio de janeiro eliminou 13.009 vagas de emprego, enquanto o país gerou um saldo positivo de 112.334 novos empregos no mês.