terça-feira, 28 de julho de 2026

Alimentos derrubam IPCA-15 para 0,06% — menor prévia desde 2023 - Análise realizada por IA


 

Alimentos derrubam IPCA-15 para 0,06% — menor prévia desde 2023

Mais uma vez, a queda dos preços dos alimentos protagoniza a redução da inflação no Brasil, pois, no dia de hoje, o IBGE divulgou o IPCA-15 de julho, que é a prévia da inflação. O índice ficou em 0,06%, 0,35 ponto percentual abaixo do índice de junho, que foi de 0,41%, o que contraria todas as previsões dos agentes de mercado, que apostavam todas as fichas em um IPCA-15 de 0,22%. Apenas para ressaltar, é o menor IPCA-15 desde julho de 2023, quando ele caiu 0,07%. No acumulado do ano, o índice é de 3,51%, e no acumulado de 12 meses ele ficou em 4,52%.

O grupo responsável por puxar o resultado para baixo este mês foi o dos alimentos, como salientamos acima. A alimentação no domicílio teve recuo de 1,14% em julho, refletindo quedas nos preços do tomate (-19,95%), da batata-inglesa (-10,03%) e do café moído (-3,13%). Já no lado das altas, ficaram a cebola (7,10%) e o pão francês (0,65%). O IPCA-15 só não foi menor porque a energia elétrica subiu 3,03%.

Portanto, o cenário dos preços da economia brasileira é favorável à redução da taxa de juros Selic pelo Banco Central do Brasil. A taxa de juros alta do país está estrangulando a atividade econômica, e muitos empresários têm reclamado, pois o crédito no Brasil está muito caro na atual conjuntura.

 

 

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Macaé lidera em investimento, Campos lidera em dívida: o retrato fiscal do Norte Fluminense em quatro meses de 2026 - Análise realizada por IA

 


Macaé lidera em investimento, Campos lidera em dívida: o retrato fiscal do Norte Fluminense em quatro meses de 2026

 

O infográfico apresenta os dados sobre a amortização da dívida, os juros e encargos da dívida e os investimentos das prefeituras de Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra, no período de janeiro a abril de 2025 e 2026, segundo o TCE-RJ.

No caso de Campos, o pagamento dos juros aumentou 59,45% em 2026, a amortização no mesmo período recuou 21,39% e os investimentos se elevaram 48,67%.

Em Macaé não existe dívida no período analisado, e o município investiu, em termos absolutos, mais de R$ 71 milhões nos primeiros quatro meses de 2026.

Em Rio das Ostras, os investimentos cresceram mais de 4 mil por cento de janeiro a abril de 2026, numa ilusão estatística, pois a cidade teve, em 2025, apenas um pouco mais de R$ 36 mil em investimento público municipal; não pagou juros, e a amortização da dívida teve um leve aumento de 6,67%.

Já São João da Barra teve retração de 77,80% nos investimentos no primeiro quadrimestre de 2026; os juros e encargos, no mesmo período, somaram um pouco mais de R$ 269 mil, ante zero em 2025; e a amortização da dívida se elevou 16,40%.

Portanto, diante desse cenário de dívida e investimentos nos municípios produtores de petróleo, com orçamentos públicos bilionários, podemos dizer que a melhor saúde fiscal é a de Macaé: sem dívida e com investimentos consideráveis em termos absolutos, tanto em 2025 quanto em 2026. Ou seja, a dívida é sempre uma ameaça aos investimentos.

 


sexta-feira, 24 de julho de 2026

Endividamento recorde: 82 milhões de brasileiros no vermelho, revela Serasa - Análise realizada por IA


 

Endividamento recorde: 82 milhões de brasileiros no vermelho, revela Serasa

 

Segundo dados informados pelo jornal O Globo de hoje, 49% da população brasileira está endividada (dado da Serasa, referente a cerca de 82,8 milhões de brasileiros, apurado em março e divulgado em maio deste ano). Esses números alarmantes são referentes a maio deste ano. Realmente é muita gente devendo no país, diga-se de passagem, além de ser preocupante, pois quem se endivida perde totalmente a capacidade de consumir, o que impacta negativamente o crescimento econômico.

Embora exista, na atual conjuntura econômica, 8 milhões de pessoas no programa do governo federal denominado Desenrola (que já beneficiou cerca de 15 milhões de brasileiros desde sua primeira edição, em 2023), tentando melhorar o perfil de devedor para se transformar novamente em potencial consumidor. Os dados do período mencionado são de arrepiar.

São vários os fatores que levaram a população brasileira a se endividar: o primeiro foi a melhora da renda do trabalhador por meio dos aumentos reais do salário mínimo, que ficaram acima da inflação; em segundo lugar, de acordo com algumas fontes, os jogos das Bets, que geraram uma legião de pessoas viciadas, o que é inaceitável; e, por último, a taxa de juros acima de 14,25% ao ano praticada pelo Banco Central do Brasil.

Portanto, o endividamento não é motivo de comemoração para ninguém. É, sim, uma situação para se lamentar.