Segundo o relatório da
execução orçamentária encaminhado pelas prefeituras, a receita do ISS de Macaé,
infinitamente maior do que a dos demais municípios aqui analisados em função
das empresas prestadoras de serviços da economia do petróleo, cresceu 16,28% em
2025 em relação ao ano de 2024. Pode-se dizer que é uma economia forte.
A
economia portuária de São João da Barra, como se pode observar no gráfico, teve
a receita do ISS superior à de Campos e cresceu em 2025 12,62% em relação ao
período de janeiro a dezembro de 2024, influenciada totalmente pelas atividades
econômicas do Porto do Açu.
Já
a receita do ISS de Campos, que perde para a de São João da Barra, importa
salientar , o que não é novidade para ninguém, aumentou apenas 0,04% em 2025.
Isso demonstra a fragilidade do setor de serviços da economia campista,
composto por empresas de prestação de serviços de baixo valor agregado. Ou
seja, a economia de Campos segue patinando. Inclusive, apenas para não deixar
passar, fechou recentemente uma grande loja tradicional de móveis no bairro da
Pelinca, em Campos, uma filial. Essa loja pertence a um dos assessores do
prefeito Wladimir. Por que fechou, prefeito? Continua aberta na Rua Sete de
Setembro, a antiga matriz.
Por
fim, temos Rio das Ostras, que ainda não encaminhou os dados da prestação de
contas ao TCE-RJ e, por isso, o valor de 2025 está zerado. É isso aí. Quando a
economia tem investimentos fortes, o dinheiro aparece. É o caso de Macaé e São
João da Barra.






