quinta-feira, 23 de julho de 2020

PREVICAMPOS: CARTEIRA DE INVESTIMENTOS DO ANO DE 2015




CARTEIRA DE INVESTIMENTOS DO PREVICAMPOS DO ANO DE 2015 - EM VALORES NOMINAIS



Fonte: PREVICAMPOS

A tabela acima traz os produtos e os fundos financeiros, que estão aplicados à poupança do servidor público ativo, inativo e dos pensionistas, da Prefeitura de Campos dos Goytacazes. No ano de 2015 em valores nominais. Sublinhado em vermelho estão os montantes superiores a cinquenta milhões de reais.

Este trabalho visa permitir uma melhor fiscalização do destino do dinheiro, que é recolhido mensalmente do bolso do servidor estatutário.

Nos próximos dias publicaremos os exercícios financeiros de 2016, de 2017 e de 2018, cujos relatórios, já estão disponíveis no site da PREVICAMPOS. Boa fiscalização servidor público!



segunda-feira, 20 de julho de 2020

FOLHA X INVESTIMENTOS




FOLHA X INVESTIMENTOS ATUALIZADOS PELO IPCA DO IBGE ATÉ FEVEREIRO DE 2020 - GOVERNOS MOCAIBER, ROSINHA E RAFAEL DINIZ - TRÊS PRIMEIROS ANOS (R$- em Milhares)




Fonte: TCE


Na comparação dos três anos dos governos Mocaiber, Rosinha e Rafael Diniz, no que diz respeito, a folha de pessoal dos servidores ativos, inativos e pensionistas, mais, o décimo terceiro e um terço de férias.

Pode-se observar no gráfico que, o governo Mocaiber, gastou em 2006 com a folha R$ 997,777 milhões, em 2007, R$ 748,332 milhões e em 2008 o total de R$ 1,195 bilhão. E, os investimentos chegaram em 2006 ao valor de R$ 397,302 milhões em 2007 ao quantitativo financeiro de R$ 520,129 milhões e em 2008 ao numerário de R$ 531,798 milhões.

Já, no governo Rosinha, os gastos da folha totalizaram R$ 930,691 milhões, R$ 1 bilhão e R$ 1,013 bilhão, respectivamente, em 2009, em 2010 e em 2011. E os investimentos foram de R$ 164,887 milhões em 2009, de R$ 736,952 milhões em 2010 e de R$ 573,903 milhões em 2011.

Agora, no governo Rafael Diniz, a folha custou R$ 988,886 milhões em 2017, R$ 1,080 bilhão em 2018 e R$ 948,262 milhões em 2019. E os investimentos foram de apenas, R$ 5,45 milhões em 2017, de R$ 26,646 milhões em 2018 e de 29,154 milhões em 2019.

Diante dos dados acima, conclui-se, todavia, que o governo Rafael Diniz, no recorte de tempo analisado foi o que menos investiu. Por conta da queda de receita, e também, devido à alta despesa corrente.  

quinta-feira, 16 de julho de 2020

PREVICAMPOS : REDUÇÃO MILIONÁRIA DA POUPANÇA DO SERVIDOR PÚBLICO A PARTIR DE 2016 PODERÁ COMPROMETER O FUTURO DOS APOSENTADOS E DOS PENSIONISTAS DA PREFEITURA DE CAMPOS




EVOLUÇÃO DA POUPANÇA FINANCEIRA DOS APOSENTADOS E DOS PENSIONISTAS DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPOS DE 2007 A 2018 - EM R$ MILHÕES - VALORES REAIS ATUALIZADOS ATÉ FEVEREIRO DE 2020 PELO IPCA DO IBGE  



Fonte: Balanço e Relatório de investimentos/PREVICAMPOS


A poupança financeira do servidor público da Prefeitura de Campos, gerida pelo Instituto de Previdência dos Servidores de Campos (PREVICAMPOS), para fazer face as suas aposentadorias. Apresentou significativo crescimento no período de 2015 em relação ao ano de 2007 de 147,48%.

Já, a partir do ano de 2016, a curva da poupança, começa a entrar num processo de decrescimento, chegando ao encolhimento de 36,70%, quando comparado, apenas, ao ano anterior. Em virtude, do início do pagamento dos servidores pelo aludido instituto, que até então, era realizado pelo tesouro municipal. E, também em decorrência, do empréstimo que a PREVICAMPOS, efetuou a prefeitura, neste mesmo exercício fiscal.

No que tange agora, ao ano de 2017, como se observa no gráfico em anexo, ocorreu outra variação negativa, desta vez de 7,75%, relativa ao ano de 2016, no montante poupado pelos servidores. Assim como, em 2018, onde o encolhimento atingiu o índice de 17,05%, cotejado ao exercício financeiro de 2017.  

Por fim, importa acrescentar que, o ano em que as reservas financeiras dos servidores da prefeitura atingiram o seu maior patamar foi em 2014, quando elas ficaram em R$ 1, 448 bilhões, em valores reais.  Se continuar nesse ritmo de queima de reservas, certamente, num futuro bem próximo, a prefeitura, estará assumindo novamente a folha dos aposentados e dos pensionistas. Vamos aguardar os próximos acontecimentos.           

segunda-feira, 13 de julho de 2020

RECEITA E DESPESA REDUZIRAM RESPECTIVAMENTE 16,61% E 34,30% NA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA BIMESTRAL DE 2020/2019 DO GOVERNO DINIZ




RECEITA TOTAL X DESPESA TOTAL DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES (RJ) - JANEIRO E FEVEREIRO DE 2020/2019







O Relatório Resumido da Execução Orçamentária do ano de 2020 do governo Rafael Diniz, de janeiro e fevereiro de 2020, publicado hoje no Diário Oficial do Município.

Demonstra que o prefeito no primeiro bimestre do ano de 2020 arrecadou uma Receita total de R$ 298,132 milhões e realizou uma despesa total no valor de R$ 197,351 milhões. Resultando, assim, no superávit bimestral de R$ 100, 781 milhões.

Agora, no que tange ao mesmo período do ano de 2019, conforme está registrado no gráfico acima. A receita total arrecadada foi de R$ 357,954 milhões e a despesa total realizada de R$ 300,395 milhões. Restando, com isso, um superávit bimestral de R$ 57,130 milhões.

Acrescentando, ainda ao contexto, ao se comparar a receita total de 2020 com a do ano de 2019, observa-se, uma queda de 16,61%. E, no que refere à despesa total de 2020 em relação de 2019, verifica-se, uma retração de 34,30%.

Por fim, importa salientar que, o fato das contas bimestrais da prefeitura, tanto a de 2020, como a de 2019, estarem superavitárias, não há nada a se comemorar. Porque a execução orçamentária, analisada aqui, diz respeito ao começo de cada exercício fiscal, e por conta disso, algumas despesas, foram adiadas ou serão pagas nos meses subsequentes. Temos que aguardar os próximos números para termos uma visão mais acurada da realidade fiscal do município. Além do mais, esses números não estão com os efeitos nefastos do coronavírus.     


quinta-feira, 9 de julho de 2020

COMÉRCIO DE CAMPOS PERDEU NOS PRIMEIROS CINCO MESES DO ANO DE 2020 QUASE MIL E QUINHENTOS TRABALHADORES COM A CARTEIRA ASSINADA



EMPREGABILIDADE DO COMÉRCIO DO MUNICÍPIO DE CAMPOS DE JANEIRO A MAIO DE 2020/2019- SEGUNDO O CAGED





No retrato da empregabilidade de janeiro a maio do ano de 2020 comparado ao mesmo período do ano de 2019, no que tange ao mercado de trabalho da atividade comercial do município de Campos dos Goytacazes (RJ).

Observa-se no gráfico em anexo, baseado nos dados do CAGED que, o comércio de Campos, em 2020 admitiu o quantitativo de 2.132 trabalhadores com a carteira assinada e eliminou o total de 3.577 empregos, resultando, com isso, no saldo líquido de 1.445 postos de trabalho a menos. Tal cenário adverso, importa salientar, já se encontra impactado pelo fenômeno da pandemia, que enfraqueceu a aludida atividade econômica no município.

Enquanto, de janeiro a maio de 2019 as admissões do setor do comércio campista, foram de 3.036 empregos e as demissões de 3.294, restando, assim, um saldo líquido negativo de 258 trabalhadores.

Por fim, pode-se dizer que, o cenário acima demonstra, claramente, como uma das principais atividades econômicas do nosso município, retraiu nos primeiros cinco meses do ano de 2020. E, inclusive, é relevante considerar nesse contexto, a liberação do auxilio financeiro do governo federal, juntamente, com a renda da liberação do FGTS e, do seguro desemprego, que vem sustentando, relativamente, a curva do consumo da economia local. Caso contrário, a conjuntura da empregabilidade em Campos, especificamente, no segmento econômico aqui analisado, seria bem pior. Vamos aguardar agora os próximos números do CAGED. Porque, até o mês de maio de 2020, não há nada a se comemorar. Infelizmente.


terça-feira, 7 de julho de 2020

MERCADO DE TRABALHO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DE SÃO JOÃO DA BARRA RETRAIU EM MAIO DE 2020



EMPREGABILIDADE DO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DA BARRA - MAIO DE 2020/2019- SEGUNDO O CAGED








O setor da construção civil do município de São João da Barra, no mês de maio de 2020, admitiu 21 trabalhadores e demitiu 80, restando, com isso, um saldo líquido de menos 59 empregos formais.

Já, no mês de maio de 2019, a conjuntura da empregabilidade municipal, apresentou números bem melhores. Quando foram geradas 278 vagas com a carteira assinada e eliminadas, apenas, 108. Ficando, assim, um saldo líquido no estoque de mão de obra local de 170 empregos a mais. Vamos aguardar a partir de agora os próximos números do CAGED.  


PIB E DÉFICIT PRIMÁRIO DO ANO DE 2020


REVISÃO DA PREVISÃO DO PIB PELO INSTITUTO FISCAL INDEPENDENTE (IFI) DO SENADO FEDERAL







Segundo a previsão do Instituto Fiscal Independente do Senado Federa (IFI), no relatório de junho, o produto interno bruto brasileiro (PIB), do ano de 2020, dentro do cenário base, sofrerá encolhimento de 6,5%.

A aludida, instituição ainda, criou mais dois cenários macroeconômicos, com o objetivo de oferecer aos agentes econômicos, uma visibilidade maior sobre a turbulência da pandemia que, atualmente, assola o nosso país. No momento em que forem tomar as suas decisões de investimentos. Assim, no cenário mais otimista o PIB poderá ficar em (-5,3%) e no pessimista em (- 10,2%).

No que tange agora, ao aspecto fiscal, o IFI projeta um déficit primário (receita primária - despesa primária sem a conta juros) para 2020 de R$ 877,8 bilhões, o que corresponde a 12,7% do PIB. Sendo que, R$ 601, 3 bilhões do total do déficit, decorrem das medidas emergenciais de combate ao coronavírus. E, neste valor, já se encontra agregado, as estimativas das futuras despesas, que ocorrerão, até ao final do ano, para o enfrentamento do Covid-19.

Diante desse contexto, pode-se dizer que, a situação fiscal do governo federal piorou. Todavia, dentro da atual conjuntura de crise sanitária, não havia outra alternativa, a não ser, o endividamento público, para se tentar mitigar o sofrimento da população brasileira.