Segundo os números
recentes do CAGED no que diz respeito aos empregos com a carteira assinada das
economias da região Norte Fluminense do Rio de Janeiro, com a maior densidade
econômica no período de janeiro a julho de 2026 em relação a julho de 2025, ou
no acumulado do ano.
Os empregos da economia
campista baseada na prestação de serviços aumentaram 4,13%, a economia do
petróleo de Macaé perdeu 42,39% de postos de trabalho, a de Rio das Ostras, com
toda a Zona Especial de Negócio (ZEN) presente e as suas empresas ligadas ao ramo
do petróleo, destruiu 33,72% de empregos com a carteira assinada, e a economia
portuária de São João da Barra elevou a criação de vagas formais em 122,91%,
conforme os dados do gráfico.
Por fim, é relevante fazer
uma observação em relação a Campos e São João da Barra. O número significativo
de empregos criados em Campos no período em análise está relacionado aos dados
da empregabilidade da safra sazonal da cana de açúcar no município, que não se
sustentará no segundo semestre em virtude do desemprego natural que ocorre no
final da safra. E no que tange à economia sanjoanense, embora tenha tido uma
criação de empregos acima de 122% por conta do Porto do Açu, este grande
empreendimento continua devendo à região. Pois Macaé, embora tenha perdido
muitos empregos no recorte de tempo de um ano, ainda lidera a geração de
empregos com a carteira assinada em termos absolutos na região, seguida por
Campos.
Apenas para acrescentar, a
economia regional, somando todos os postos de trabalho dos municípios do
gráfico, em 2025 chegou ao total de 10.815 e, em 2026, chegou a 8.611, ou seja,
ocorreu um encolhimento na criação de empregos de 20,38%, ou, em termos
absolutos, foram 2.204 empregos formais a menos. E Macaé é o responsável por
puxar a queda da empregabilidade, com a perda de 2.548 postos líquidos ou
42,4%. É muita coisa!

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