quinta-feira, 31 de outubro de 2019

MUNICIPIO DE SÃO JOÃO DA BARRA PODERÁ RECEBER DE ROYALTIES E PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DE 2019 A 2023 UMA MÉDIA ANUALIZADA DE R$ 153.019,26 MILHÕES. SÃO OS REFLEXOS DO FIM DO CICLO DO OURO NEGRO.




ESTIMATIVA DOS ROYALTIES E PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DE 2019 A 2023- SÃO JOÃO DA BARRA - VALORES NOMINAIS 






Segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), o município de São João da Barra receberá de royalties e participação especial de 2019 a 2023, uma média anualizada de R$ 153.019,26. Sem contar, obviamente, o aumento ou a diminuição desses valores em decorrência da variação da taxa de câmbio e do preço do petróleo dentro do recorte de tempo pré-estabelecido no gráfico.

Assim, no ano de 2019 a estimativa dos repasses totalizará o valor de R$ 143,609 milhões, em 2020 R$ 150,976 milhões, em 2021 R$ 147,312 milhões, em 2022 156,879 e em 2023 R$ 166,317 milhões.  Isso se o STF mantiver no dia vinte de novembro as atuais regras de divisão das rendas do petróleo.  

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

CAMPOS PODERÁ RECEBER DE 2019 A 2023 UMA MÉDIA ANUALIZADA DE VALORES DOS ROYALTIES E PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DE APENAS R$ 593,636 MILHÕES. SÃO OS SINAIS DA SATURAÇÃO DO FINAL DO CICLO DO PETRÓLEO.






ESTIMATIVA DE REPASSES PELA ANP DAS RENDAS DO PETRÓLEO - CAMPOS DOS GOYTACAZES (RJ) - VALORES NOMINAIS




O gráfico traz as estimativas dos repasses calculados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), de 2019 a 2023 do município de Campos dos Goytacazes (RJ). Tais valores sofrerão variações positivas ou negativas ao longo do horizonte de tempo pré-estabelecido acima, em virtude da alteração da taxa de câmbio e do preço do barril do petróleo.

Como se observa, o município de Campos receberá de royalties e de participação especial no ano de 2019, que ainda não terminou R$ 535,316 milhões, em 2020 R$ 565,237 milhões, em 2021 R$ 572,688 milhões, em 2022 R$ 612,830 milhões e em 2023 R$ 682,108 milhões.

Com isso, pode-se afirmar, obviamente, que o município receberá uma média anualizada apenas na fonte de receita royalties e participação especial de 593,636 milhões de 2019 a 2023. Isso se o julgamento do dia vinte de novembro sobre a redistribuição das rendas do petróleo for favorável ao estado e aos município produtores de petróleo.  

domingo, 27 de outubro de 2019

CHILE PEDE SOCORRO!









Chile país da América Latina em que o produto interno bruto (PIB) cresceu 4% no ano de 2018 totalizando em termos absolutos, aproximadamente, o valor de trezentos bilhões de dólares. Teve na sua expansão econômica a boa desenvoltura dos segmentos econômicos da mineração, da construção civil e o de serviços. E, nos últimos dias enfrentou na suas principais cidades, os maiores protestos da sua história, por conta, simplesmente, do aumento da passagem do metrô.

Na verdade, tal majoração revelou-se como a gota de água do processo de insatisfação social gestado no país há alguns anos, que certamente a qualquer dia iria explodir e denunciar a todo o mundo, a verdadeira face do país que era considerado na América Latina, como o exemplo perfeito da economia liberal de sucesso.

Todavia, em virtude dessa convulsão social, se constatou agora no Chile, o que já se sabia nos bastidores, ao contrário, da mídia capitalista tentar esconder: a crescente concentração de riquezas na mão de poucos, combinado a elevação da desigualdade social. 

Mas, especificamente, podem-se destacar aqui, os casos gritantes envolvendo os aposentados pelo modelo de capitalização previdenciária, implantado, pelos economistas da Escola de Chicago, como a solução viável de ajuste fiscal e aumento da poupança interna para financiar a curva de investimentos da economia do país. E que, o ministro da Economia Paulo Guedes, tentou de forma frustrada pelo Congresso Nacional, replicar no Brasil, de forma insana. Uma grande sorte do povo brasileiro.

Só que um dos fiéis defensores do receituário de austeridade fiscal neoliberal, o mercado financeiro, por exemplo, esqueceu de calcular corretamente os proventos futuros dos aposentados. Como decorrência, desse fato, as aposentadorias no momento do recebimento dos benefícios, vinham ficando abaixo do salário mínimo. Com isso, os filhos e os netos arcavam com o ônus do desequilíbrio evitando, assim deixar os aposentados, em dificuldades financeiras. O que de certa de forma é paliativo.

Tal conjuntura somada à retração dos pequenos investimentos na área da saúde e da educação pública constituiu o combustível perfeito, no desencadeamento da crise social que hoje assola o Chile.

Por fim, o presidente Sebastián Piñera, fez pronunciamento ontem à nação, afirmando rever a sua política econômica injusta e repensar a sua agenda social.  Ainda bem.

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

ENQUANTO O BRASIL, O ESTADO DO RIO DE JANEIRO E OS MUNICÍPIOS DE MACAÉ, DE RIO DAS OSTRAS E O DE SÃO JOÃO DA BARRA ABRIRAM VAGAS DE TRABALHO, O DE CAMPOS PERDEU 577 EMPREGOS EM SETEMBRO DE 2019





MERCADO DE TRABALHO DE SETEMBRO DE 2019/2018 SEGUNDO O CAGED







Os números da empregabilidade publicados pelo último CAGED, de setembro de 2019 comparado a setembro de 2018 vieram bem melhores, tanto em relação ao da economia brasileira, como aos relativos ao da economia estadual e também dos municípios da região, exceto no caso de Campos e de São João da Barra, como se verá a partir de agora.

A economia brasileira gerou em setembro de 2019 a mais 157.213 vagas formais de empregos e em setembro de 2018 foram 137.336 postos de trabalho.

Em relação à economia fluminense, os empregos formais totalizaram em setembro de 2019 13.957 e neste mesmo período do ano passado chegaram ao quantitativo de 7.944 vagas.

No tocante ao município de Campos, perdeu em setembro de 2019 577 empregos e em setembro de 2018 criou 130 empregos com a carteira assinada.

O município de Rio das Ostras abriu 201 postos de trabalho em setembro de 2019 e no ano passado foram apenas 23 empregos a mais.

Já São João da Barra, reduziu o ritmo das suas contratações neste mês de setembro gerando somente 56 vagas contra 218 em setembro de 2018.

Com isso, pode-se afirmar que no mês de setembro de 2019, o  município de Campos foi o único da região que eliminou postos de trabalho. Infelizmente.       

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

CONSTRUÇÃO CIVIL DE SÃO JOÃO DA BARRA REDUZIU O RITMO DAS CONTRATAÇÕES COM A CARTEIRA ASSINADA EM SETEMBRO DE 2019



CONSTRUÇÃO CIVIL DE SÃO JOÃO DA BARRA - SETEMBRO DE 2019/2018 








Atividade da construção civil da economia de São João da Barra reduziu o número das suas contratações com a carteira assinada no mês de setembro de 2019, segundo os dados do último CAGED. Em setembro de 2019 foram 42 empregos a mais e em setembro de 2018 a empregabilidade desse relevante segmento atingiu o patamar de 146 vagas.

SEGMENTO ECONÔMICO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SÃO JOÃO DA BARRA CRIOU EM SETEMBRO DE 2019 SOMENTE QUARENTA E SETE VAGAS DE EMPREGOS FORMAIS




SERVIÇOS DO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DA BARRA - SETEMBRO DE 2019/2018







Atividade de prestação de serviços da economia de São João da Barra aumentou as contratações  com a carteira assinada no mês de setembro de 2019, segundo os dados do último CAGED. Em setembro de 2019 gerou 47 empregos a mais e em setembro de 2018 foram 11 postos de trabalho eliminados.

COMÉRCIO DE SÃO JOÃO DA BARRA CONTINOU DESEMPREGANDO NO MÊS DE SETEMBRO DE 2019 SEGUNDO O CAGED





ATIVIDADE COMERCIAL DO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DA BARRA- SETEMBRO DE 2019/2018 SEGUNDO O CAGED



Atividade comercial da economia de São João da Barra continuou patinando no mês de setembro de 2019, segundo os dados do último CAGED. Em setembro de 2019 perdeu três empregos formais e em setembro de 2018 foram 11 postos de trabalho eliminados.