Segundo a execução
orçamentária da saúde das prefeituras de Campos, Macaé e Rio das Ostras, de
janeiro a agosto de 2025 e 2026, cuja fonte dos dados é o TCE-RJ, as despesas
com a saúde pública municipal, somados os três municípios, totalizaram R$ 1,65
bilhão (mais de um bilhão e meio de reais) nos primeiros oito meses de 2026.
Frente ao mesmo período de 2025, isso representa uma expansão de 16,17%. O
avanço nominal superou o IPCA de 5%, o que indica ganho real nos investimentos.
Uma coisa extraordinária.
No recorte individual, e
no mesmo intervalo, o crescimento de Macaé foi de 23,41%, o de Campos, de
10,94%, e o de Rio das Ostras, de 11,96%. Todos, portanto, com variação acima
do IPCA de 5% registrado no ano, o que demonstra, em tese, que as demandas da saúde
vêm sendo contempladas pelos prefeitos.
Por fim, diante desse
cenário, em que, ao menos no papel, o dinheiro não falta a um segmento tão
relevante da Administração Pública, resta saber se a população está, de fato,
sendo atendida. Afinal, sabe-se muito bem que os serviços prestados, via de
regra, não primam pela qualidade. Cabe, então, ao cidadão fiscalizar. Dinheiro
tem!

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