terça-feira, 8 de outubro de 2019

CF E CV X INVESTIMENTOS DO GOVERNO RAFAEL DINIZ



CF e CV x INVESTIMENTOS DO GOVERNO RAFAEL DINIZ DE JANEIRO A AGOSTO DE 2017, DE 2018 E DE 2019





De acordo com os dados da última execução orçamentária da Prefeitura Municipal de Campos (RJ), do quarto bimestre, o custeio fixo (CF) e o custeio variável (CV), nos primeiros oitos meses de 2017 totalizaram R$ 422,274 milhões o de 2018 R$ 443,206 milhões e o de 2019 R$ 487,848 milhões. Apresentando, todavia, crescimento dos seus valores ao longo do tempo. E segundo a curva de projeção do gráfico em anexo a tendência será de elevação.

Agora, em relação aos investimentos, a despeito deles no ano de 2017 terem se restringido aproximadamente ao quantitativo de um milhão, no ano de 2018 chegaram ao numerário de R$ 13,573 milhões e de janeiro a gosto de 2019 atingiram o patamar de R$ 19,951 milhões. E a sua tendência será de estabilidade se basearmos no comportamento da curva de tendência do gráfico. Vamos aguardar os próximos números.

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

MAIS UMA ARMAÇÃO DO MINISTRO DA ECONOMIA PAULO GUEDES. DESGOVERNO BOLSONARO QUER ENTREGAR A POUPANÇA DO FGTS DO TRABALHADOR AOS BANQUEIROS PRIVADOS.




POUPANÇA DO FGTS DO TRABALHADOR CORRE RISCO 








Mais uma tacada inédita na história brasileira do desgoverno Bolsonaro. Eles agora inventaram a brilhante ideia de entregar aos bancos privados a poupança do Fundo de Garantia (FGTS) do Trabalhador, tirando da Caixa Econômica Federal, a sua gestão, sob a alegação comezinha e ordinária, de que a partir do momento em que os financiamentos imobiliários forem compartilhados, com o Banco Itaú, o Bradesco e o Santander, a taxa de juros escorchante da economia nacional entrará numa curva decrescente. Ledo engano pessoal.

A taxa de juros na economia brasileira anda alta na ponta, devido ao risco oferecido pelos tomadores de empréstimos, no que tange a inadimplência e outras variáveis, e além, da dificuldade desses agentes saldarem os seus compromissos junto à rede bancária.

Essa fascinante e delirante ideia com certeza nasceu da cabeça do “Gênio de Chicago”, o senhor Paulo Guedes, representante maior dos banqueiros no desgoverno Bolsonaro.

Assim, diante desse circo de horrores que se transformou o país, após a posse do atual governo federal, fica aqui uma dica: se querem reduzir a taxa de juros, uma das sugestões reside na abertura aos concorrentes estrangeiros do setor oligopolizado dos bancos brasileiros. Aumentando por sua vez a competição interna no mercado financeiro pátrio. O mais é considerado pura balela de uma gente que tomou o poder em janeiro de 2019, apenas para fazer negócios com o dinheiro do aviltado contribuinte verde e amarelo.  Lamentável.    


GOVERNO RAFAEL DINIZ PAGOU DE DÍVIDAS ATÉ AGOSTO DE 2019 O VALOR DE R$ 75,639 MILHÕES E INVESTIU R$ 34,467 MILHÕES





RETRATO DA DESPESA PÚBLICA DO GOVERNO RAFAEL DINIZ DOS PRIMEIROS OITO MESES DE 2017, DE 2018 E DE 2019





O gráfico traz os dados da execução orçamentária do município de Campos dos Goytacazes (RJ), do quarto bimestre do ano de 2017, de 2018 e de 2019 relativos à folha de pessoal, da amortização da dívida, dos juros, do custeio fixo e o variável e dos investimentos da prefeitura.

No ano de 2017 de janeiro a agosto a prefeitura pagou R$ 629,977 milhões, em 2018 658,977 milhões e em 2019 643,185 milhões de folha de pessoal e os seus encargos.

No que tange a amortização da dívida, inclusive a “venda do futuro”, em 2017 chegou a R$ 4,162 milhões a de 2018 a R$ 5,847 milhões e a de 2019 totalizou o quantitativo financeiro de R$ 45,147 milhões.

Já, em relação aos juros só ocorreu o pagamento deles somente agora, nos primeiros oitos meses de 2019.

No que diz respeito ao custeio fixo (CF) e o variável (CV) da máquina pública municipal, de janeiro a agosto, totalizou em 2017 R$ 422,274 milhões, em 2018 R$ 443,206 milhões e em 2019 R$ 487,848 milhões.

Em relação à curva de investimentos, comprometida sobremaneira pelas dívidas e o alto custeio da prefeitura, de janeiro a agosto de 2017 atingiu o patamar de apenas R$ 942,917 mil, em 2018 R$ 13,573 milhões e em 2019 19,951 milhões.

Diante dessa conjuntura de baixo investimento público municipal na economia local, nos primeiros oito meses dos três anos analisados, há necessidade dos gestores atuais repensarem rapidamente a política de implementação dos investimentos da prefeitura. Caso contrário, a economia municipal continuará estagnada. Apenas a título de ilustração, até o mês de agosto de 2019, somado aos mesmos períodos de 2018 e de 2017, o prefeito Rafael Diniz pagou de dívidas considerando a curva de juros R$ 75,639 milhões e investiu no mesmo recorte de tempo somado o valor de R$ 34,467 milhões.

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

GOVERNO RAFAEL DINIZ GASTOU NA COMUNICAÇÃO SOCIAL QUASE SEIS MILHÕES DE REAIS DE JANEIRO A AGOSTO DE 2017, DE 2018 E DE 2019 SOMADOS E APENAS UM MILHÃO E TREZENTOS NA AGRICULTURA MUNICIPAL. OS DADOS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA REVELAM A DICULDADE DO GOVERNO MUNICIPAL EM APLICAR RECURSOS PÚBLICOS NA AGRICULTURA.




GASTOS DA COMUNICAÇÃO SOCIAL X AGRICULTURA DO MUNICÍPIO DE CAMPOS DOS GOYTACAZES (RJ) DE JANEIRO A GOSTO DE 2017, DE 2018 E DE 2019  





A execução orçamentária da Prefeitura Municipal de Campos publicada hoje no Diário Oficial demonstra que o governo Rafael Diniz, gastou na Comunicação Social de janeiro a gosto de 2019 R$ 3,528 milhões e na Agricultura no mesmo período, apenas o valor de R$ 1,180 milhões.

Em 2017 conforme se encontra no gráfico em anexo, os recursos públicos aplicados na Comunicação Social ficaram no patamar de R$ 579,299 mil e os aportes da Agricultura somente no quantitativo de R$ 66 mil, também nos meses circunscritos a janeiro a agosto de 2017.

E em janeiro a agosto de 2018, o segmento da Comunicação Social foi prestigiada com o total de R$ 1,823 milhões e a Agricultura com míseros R$ 162,736 mil.

Com isso pode-se afirmar, que o governo Diniz disponibilizou sem o mínimo de pudor, ao dinheiro do sofrido contribuinte campista, na Comunicação Social, nos oito meses de 2019, de 2018 e de 2017, somados, o expressivo valor de R$ 5,927 milhões e neste mesmo recorte de tempo na Agricultura, responsável pela geração de mais de três mil empregos anuais na economia local, somente R$ 1,349 milhões. Numa clara demonstração de que a imagem do governo tem mais prioridade na sua gestão, do que o agronegócio municipal.

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

MACAÉ O ÚNICO MUNICÍPIO DA REGIÃO NORTE FLUMINESE QUE PERDEU POSTOS DE TRABALHO EM AGOSTO DE 2019 SEGUNDO O CAGED




EMPREGABILIDADE DO BRASIL, DO ERJ, DE CAMPOS, DE MACAÉ, DE SJB E DE R. DAS OSTRAS - AGOSTO DE 2019/2018 SEGUNDO O CAGED 





Dentro do cenário do mercado de trabalho de acordo com a última pesquisa do CAGED, o mês de agosto do ano de 2019 apresentou números sobre a empregabilidade, melhores do que o do mês de agosto de 2018, tanto da economia nacional, tanto da economia estadual, como também da regional, apenas, o município de Macaé teve destruição de vagas conforme registrado no gráfico em anexo.

A economia brasileira, por exemplo, gerou 121.387 postos de trabalho agora em agosto e em 2018 do ano passado foram 110.431. A do Estado do Rio de Janeiro criou em 2019 11.810 empregos e em agosto de 2018 foram 2.917 postos de trabalho.

No caso dos municípios da região Norte Fluminense e da Baixada Litorânea, o de Campos gerou em agosto de 2019 438 empregos e em 2018 o total chegou somente a 59 vagas. O de Macaé perdeu 23 empregos em agosto de 2019 e neste mesmo período de 2018 o patamar de destruição de empregos chegou ao total de menos 273 trabalhadores com a carteira assinada. O de Rio das Ostras abriu em agosto de 2019 o quantitativo de 378 empregos formais e em 2018 perdeu 34 postos de trabalho. Já o de São João da Barra, impulsionados pelas obras do Porto do Açu, sobretudo no segmento da construção civil, criou em agosto de 2019 612 empregos e em agosto de 2018 265 vagas.

Em razão dessa conjuntura de mais empregos, o que era esperado de certa forma, eis que o segundo semestre do ano sempre há mais contratações, seja a do comércio e a de outros segmentos, aquecidas por mais uma folha de pagamento circulando na economia, por conta do décimo terceiro e as expectativas em relação aos festejos natalinos. Há motivos sim de comemorações e além do mais, vamos torcer para que o número da empregabilidade de agosto se transforme numa tendência. E, com isso, estamos fervorosamente na torcida.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

ENQUANTO O MERCADO DE TRABALHO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DE SÃO JOÃO DA BARRA CONTRATOU QUASE TRÊS MIL TRABALHADORES COM A CARTEIRA ASSINADA O DE CAMPOS FICOU EM APENAS SETENTA E UMA VAGAS DE JANEIRO A GOSTO DE 2019 SEGUNDO O CAGED



MERCADO DE TRABALHO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DE SÃO JOÃO DA BARRA E DE CAMPOS DE JANEIRO A AGOSTO DE 2019/2018





O mercado de trabalho da construção civil do município vizinho de São João da Barra anda a pleno vapor, em virtude do aquecimento das obras de construção das usinas termelétricas implantadas no Porto do Açu. Como se vê no gráfico, de janeiro a agosto de 2019 o número dos empregos formais aumentaram em 2.835 vagas. Enquanto neste mesmo período, o município de Campos, sem nenhum projeto de grande investimento ou lançamento de projetos imobiliários, salvo alguns empreendimentos do Minha Casa Minha Vida, implementado pelos financiamentos da Caixa Econômica Federal, abriu a mais somente o quantitativo de 71 empregos.

O mesmo fenômeno ocorreu em São João da Barra de janeiro a agosto de 2018, quando foram contratados 821 trabalhadores. Já no caso da economia campista o setor da construção civil destruiu 508 postos de trabalho, no ano passado.

De qualquer forma, o que importa no caso específico de Campos, é que o setor da construção civil voltou a contratar, embora timidamente.

GRUPOS POLÍTICOS SE ENFRENTAM PELA TUTELAGEM DA MISÉRIA CAMPISTA. VIVA SUCUPIRA!



DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA DO RESTAURANTE POPULAR DIMINUIRÁ QUASE 60% NO ORÇAMENTO DO MUNICÍPIO DE CAMPOS DE 2020 





No intuito de contribuir com o debate de alto nível entre os grupos políticos que se enfrentam agora nas redes sociais na véspera das eleições municipais de 2020, a respeito da tutelagem dos miseráveis ou daquela fatia da sociedade condenada historicamente pelas classes dominantes de Campos, a viverem no cativeiro da pobreza alimentado pelas migalhas que caem da mesa farta do poder constituído.

Quero dizer que no ano de 2017, a população pobre e negligenciada de Campos pelos atuais inquilinos do poder, foi alijada do orçamento municipal, no momento em que se cortaram os programas sociais, sob a alegação simplista de se fazer economia fiscal.

E para o ano de 2020 depois das inúmeras e infindáveis promessas de retorno dos programas sociais, o governo tecnocrata de Rafael Diniz, resolve diminuir a dotação orçamentária da REESTRUTURAÇÃO DO RESTAURANTE POPULAR, em quase 60%, conforme se encontra no Projeto da Lei Orçamentária de 2020 encaminhado à Câmara dos Vereadores. Demonstrando, com isso, a sua despreocupação em relação à rede de proteção social do município de Campos.