sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Por Alcimar das Chagas Ribeiro



São João da Barra sofre queda de 34,19% nas exportações esse ano

A receita acumulada de exportação em São João da Barra atingiu US$292,7 milhões em novembro, equivalente 0,9% da exportação total do estado. Na comparação com a movimentação do mesmo período do ano passado, foi contabilizado uma queda de 34,19% em 2018. A exportação está concentrada em tubos flexíveis, que representa 99% do total exportado, tendo como principal destino a Holanda.
Já Itaguaí movimentou US$1.267,78 milhões de exportação no mesmo período, representando 4,1% do volume exportado pelo estado. Desse total 79% são equivalentes a minério de ferro, com destino de 25% para China; 27% para Portugal; 9,3% para o Japão; 6,9% para os Estados Unidos e 6,5% para Barein.
A movimentação de exportação em São João da Barra no período de janeiro novembro desse ano, representou 23,09% do volume movimentado em Itaguaí,

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Em dez meses de execução orçamentário do ano de 2018 em relação ao mesmo período de 2017, o Governo Diniz, reduziu os gastos em 34,19% na Assistência Social e aumentou em 240,35% os gastos na Comunicação Social




Execução Orçamentária de Janeiro a Outubro do Ano de 2018/2017 da Prefeitura Municipal de Campos


Fonte: PMCG

De acordo com o Balanço de Execução Orçamentária da Prefeitura Municipal de Campos, de janeiro a outubro do ano de 2018, comparado ao mesmo período do ano de 2017, os gastos realizados efetivamente pelo Governo Rafael Diniz, nas principais áreas representadas, no gráfico e na tabela, foram os seguintes.

No ano de 2018, o governo gastou na Saúde R$ 612,488 milhões, contra o valor de R$ 570,853 milhões no ano de 2017. Os gastos de janeiro a outubro aumentaram no ano de 2018, 7,29% em relação ao ano de 2017.

No setor da Educação, foram gastos de janeiro a outubro de 2018, o quantitativo financeiro de 255,524. Em 2017 os gastos atingiram o valor de 239,341 milhões. O aumento de 2018 em relação ao ano de 2017 foi de 6,76%.

Na Agricultura, segmento desprestigiado pelo governo municipal, em 2018 se gastou R$ 200,522 mil, enquanto, de janeiro a outubro do ano de 2017 se executou financeiramente do orçamento, apenas, R$ 66,00 mil.

Em relação a política social do governo, a cargo da Assistência Social. Os gastos sofreram significativa redução. No ano de 2018, os valores executados financeiramente, atingiram o patamar de R$ 28,052 milhões. No ano de 2017, este quantitativo ficou em R$ 42,624 milhões. Os recursos destinados pelo Governo Diniz, na área social de janeiro a outubro do ano de 2018, reduziram 34,19%.

O Poder Legislativo campista, aumentou os seus gastos em 2018 em relação ao ano de 2017 em 10,18%, conforme registrado no gráfico e na tabela. E a Comunicação Social, os gastos, também, se elevaram no exercício fiscal de 2018, em relação ao ano de 2017 em 240,35%.

Por fim, acima estão os valores referentes a execução financeira de dez meses do orçamento aprovado pela Câmara Municipal, para viger no ano fiscal de 2018.



terça-feira, 4 de dezembro de 2018

PREÇO DO BARRIL DE PETRÓLEO FECHA O MÊS DE NOVEMBRO DE 2018 EM US$ 58,71

Preço do barril de petróleo tipo Brent tem redução de quase trinta por cento, a partir de setembro do ano de 2018 até o mês de novembro




Preço do Barril de Petróleo Tipo Brent de 2014 a Novembro de 2018 

Fonte: investing.com


O preço do petróleo tipo brent, no mês de novembro de 2018, fechou em US$ 58,71. Como se observa, no gráfico e na tabela, ao longo do exercício financeiro do ano de 2018, cujo final já se aproxima, no mês de setembro, o barril de petróleo no mercado mundial teve a sua maior alta, ficando em US$ 82,72.

A partir deste mês, a curva de preço que estava no patamar acima de US$ 70,00, desde o mês de março de 2018, começa agora, a experimentar o seu declínio de 29,03%. Para desespero dos municípios, que ainda mantém a dependência dos royalties e das participações especiais, decorrentes do extrativismo do petróleo. Duro golpe.  

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

PIB da economia brasileira está em ritmo lento



        PIB do  terceiro trimestre de 2018 do Brasil ficou em 0,8%







O produto interno bruto do Brasil (PIB), do terceiro trimestre de 2018 cresceu apenas 0,8%.

Puxado, pelo desempenho positivo da agricultura  de 0,7%. Tal índice sofreu impacto de 25% por conta do crescimento da lavoura cafeeira e de algodão, no período.

A indústria de transformação também ficou positiva em 0,4%, o responsável por este bom resultado, foi o aumento da fabricação de veículos.

O setor de serviços, manteve-se na trajetória de crescimento positivo. Encerrou o trimestre com o índice de 0,3%, alavancado pelos segmentos de transporte, armazenagem e correios que subiram conjuntamente, 2,6%.

A variável consumo, que representa 64% do PIB, teve uma tímida melhora, impulsionada pelo embora ainda claudicante, indicadores de emprego e renda.

Os investimentos tiveram variação de 6,6%, as exportações do país cresceram 6,7%, impulsionadas pela reação das vendas de veículos e as importações, a variação no crescimento chegou a 10,2%.

Com isso pode-se afirmar que, o PIB da economia nacional,  patina,  no que tange a retomada do crescimento econômico. O futuro governo que será empossado em janeiro, terá grandes desafios na esfera econômica. Vamos aguardar!

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

GOVERNO RAFAEL DINIZ GASTA R$ 2, 493 MILHÕES NA MÍDIA LOCAL E APENAS R$ ...

Desprestigiada no governo Rafael Diniz, a Agricultura teve gastos de apenas R$ 200 mil de janeiro a outubro do ano de 2018, enquanto na mídia local foram gastos R$ 2,493 milhões no mesmo período



Gastos na Comunicação Social x Gastos na Agricultura de janeiro a outubro de 2018/2017

Fonte: PMCG

De acordo com o Balanço da Execução Orçamentária da Prefeitura Municipal de Campos, publicado hoje no Diário Oficial do Município. O governo Rafael Diniz, continua na trajetória da inversão de prioridades, quando o assunto  refere-se aos gastos públicos.

Como se verifica na tabela e no gráfico, a Superintendência de Comunicação Social, teve um aporte efetivo de recursos financeiros da ordem de R$ 2,493 milhões, no período de janeiro a outubro do ano de 2018, enquanto neste mesmo recorte de tempo, o governo aportou no relevante segmento da Agricultura, apenas, o quantitativo financeiro de R$ 200 mil.

Dentro deste contexto, importa salientar que, a Comunicação Social gastou neste ano 240,35% a mais, se comparado a janeiro a outubro de 2017, cujo gasto na mídia local, totalizou R$ 732,520 mil.

Por fim, pode-se dizer que, em face destes números, o governo municipal anda extremamente preocupado em investir na sua imagem, em detrimento do setor da agricultura, responsável pela geração de renda e empregos na economia local.      

PROBLEMAS NAS CONTAS DA PREFEITURA DE CAMPOS-RJ

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Segmento da construção civil de São João da Barra, mantém o seu ritmo de contratações de mãos de obra, segundo o último CAGED



Mercado de Trabalho da Economia Sanjoanense 




O município vizinho de São João da Barra, de acordo com os dados publicados no último CAGED, do mês de outubro de 2018 comparado ao mesmo período de 2017, encerrou o mês com o saldo líquido positivo de 176 empregos com a carteira assinada, contra o saldo líquido negativo do mês de outubro do ano de 2017, de 86 vagas a menos.

Tal movimentação positiva no mercado de trabalho da economia sanjoanense, deve-se as contratações do segmento da construção civil, por conta das obras civis da Termoelétrica, do Porto do Açu, que apenas no mês de outubro de 2018, conforme o registro no gráfico, abriu 126 postos de trabalho. Neste mesmo período do ano passado, este segmento havia perdido 40 empregos formais.

Além do setor da construção civil, o segmento de prestação de serviços, elevou também as suas contratações. Como a guisa de exemplo, no mês de outubro de 2018 foram 55 vagas abertas e no mês de outubro do ano de 2017, o total de empregos destruídos atingiu o patamar de 118 vagas. Este setor, pode-se afirmar que, encontra-se intimamente ligado as atividades portuárias do Açu.

Diante deste cenário de empregabilidade positiva do município vizinho, resta-nos dizer que, os ventos sopram favoráveis a economia local, devido, obviamente, ao incremento dos investimentos, das empresas privadas instaladas na retroárea do porto.          

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Em menos de um mês o barril do petróleo tem queda de quase 20%, justamente, agora, que os prefeitos da Bacia Petrolífera de Campos, se preparam para pagar o décimo terceiro dos servidores




Preço do Barril do Petróleo Tipo Brent

Fonte: investing.com


O excesso de oferta de petróleo no mercado mundial, conjugado a diminuição do ritmo de atividade econômica das grandes economias do mundo, como a guisa de exemplo, os Estados Unidos, cujo Banco Central já analisa a possibilidade de elevação da taxa básica de juros, a da  China e a do Japão, tem impactado negativamente, o preço do barril do petróleo.

De acordo com o gráfico, o valor desta relevante commodities teve queda de 19,29%, em menos de um mês, saiu do patamar de US$ 74,50 em 31/10/2018 e está atingindo no dia hoje, o preço de US$ 60,13.

Esta volatilidade do preço do petróleo, também preocupa os prefeitos da Bacia Petrolífera de Campos, que vislumbram a possibilidade real de queda da principal receita do orçamento, justamente, gora, em que os municípios se preparam para o pagamento do décimo terceiro dos servidores. Infelizmente.  

CAGED DE OUTUBRO DE 2018/2017 DO MUNICÍPIO DE CAMPOS

CAGED POSITIVO DE JAN. A OUT./2018/2017 NO BRASIL, ESTADO E MUNIC. DA RE...

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Mercado de Trabalho do mês de outubro no Brasil, no estado do Rio de Janeiro e na região sofre pequeno desaquecimento





Saldo Líquido do Emprego no Brasil, no Estado do Rio de Janeiro e nos Municípios da Região  

Fonte: CAGED


O gráfico e tabela, trazem os dados do último CAGED de outubro de 2018, tanto da economia nacional, como na estadual e a dos municípios da Região Norte Fluminense e Lagos.

No nível nacional, no mês de outubro de 2018 foram contratados 57.733 trabalhadores com a carteira assinada. Em outubro de 2017, o saldo líquido ficou em 76.599 empregos. Há uma redução no quantitativo das contratações formais da economia do país.

No caso do estado do Rio de Janeiro, verifica-se a continuação da destruição de empregos, porém, numa quantidade inferior ao do   ano passado. Em outubro de 2018, o saldo líquido ficou em menos 847 trabalhadores e em 2017 em 3.861 vagas a menos no mercado de trabalho.

O município de Campos, também, ficou com o seu saldo líquido negativo no mês de outubro. Perdeu 787 empregos em 2018 e 2.065 em 2017.

Agora, no que tange a economia macaense, o cenário encontra-se negativo, tanto em outubro de 2018, como em outubro de 2017. Foram eliminados 606 postos de trabalho em 2018 e 323 em 2017.

O município de Rio das Ostras gerou 99 empregos no mês de outubro de 2018, já no mês de outubro do ano de 2017 o saldo ficou negativo em 39 vagas.

O município de São João da Barra, ficou com o seu saldo líquido positivo em 176 empregos formais, no mês de outubro do ano 2018, neste mesmo período do ano de 2017, o saldo era negativo em 86 trabalhadores.

Por fim, pode-se dizer de acordo com os números do CAGED, que no mês de outubro de 2018, os municípios da região que geraram empregos a mais foram Rio das Ostras e São João da Barra, alinhados ao saldo positivo da economia nacional, cujos números ficaram positivos, numa proporção menor do que ao mesmo período do ano passado.     

DR. RANULFO VIDIGAL / ZE ALVES / SILENO MARTINHO

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Reversão da curva da empregabilidade da economia de Campos de janeiro a outubro de 2018 comparado ao mesmo período do ano de 2017, demonstra sinais de recuperação econômica no município




Saldo Líquido Total de Janeiro a Outubro de 2018/2017

Fonte: CAGED


Ao se comparar os dados da pesquisa do CAGED, do mercado de trabalho de Campos, de janeiro a outubro do ano de 2018 em relação ao mesmo período do ano de 2017, constata-se que, ocorre reversão da curva da empregabilidade da economia de Campos. No ano de 2017, o mercado de trabalho campista destruiu 2.373 empregos, agora, de janeiro a outubro de 2018, foram gerados 2.479 vagas.

Realmente, de acordo com os dados acima pode-se afirmar que, a economia de Campos no acumulado do ano de 2018, entra numa trajetória de recuperação econômica. Bom sinal para todos nós.   


Números do saldo líquido total do mês de outubro de 2018/2017, revelam a clara dependência , ainda, da economia de Campos do setor sucroalcooleiro



Saldo Líquido Total do mês de outubro do ano de 2018/2017





Fonte: CAGED


Quando se compara o saldo líquido total do mês de outubro do ano de 2018, em relação ao saldo líquido total do mês de outubro do ano de 2017. Verifica-se que, há destruição de empregos nos dois períodos, em virtude da influência das demissões sazonais da safra do setor sucroalcooleiro.

Estes números do CAGED de outubro do ano de 2018/2017, revelam claramente a dependência da economia de Campos, ainda, em relação ao setor canavieiro.    

Economia de Campos perde em outubro de 2018, 787 vagas de trabalho e em outubro de 2017 os números ficaram negativos em 2.065 vagas. O cenário da empregabilidade no município melhorou!





                   Saldo Líquido do Emprego do Município de Campos- outubro de 2018/2017


Fonte: CAGED

O mercado de trabalho do município de Campos, no mês de outubro do ano de 2018 comparado ao mesmo período do ano de 2017, apresentou melhoras em relação aos seus números, segundo o CAGED, a despeito deles estarem negativos, por conta do encerramento da safra do setor sucroalcooleiro, cujo término ocorreu na segunda quinzena do mês de novembro. Com isso, o mês de outubro do ano de 2018, totalizou o saldo líquido de menos 787 postos de trabalho, enquanto em setembro de 2017, os números do mercado de trabalho da economia campista, já amargavam o quantitativo de menos 2.065 empregos formais.

Assim, de acordo com o gráfico e a tabela, os segmentos econômicos que contribuíram significativamente para a redução da geração de empregos no mês de outubro de 2018, foram a indústria de transformação com menos 151 empregos e a agropecuária com menos 806 vagas. Agora, por outro lado, os setores que terminaram o mês de outubro de 2018 com o saldo líquido positivo, estão a construção civil com 22 empregos a mais, o comércio com 59 e o setor de serviços, com mais 87 vagas.

No que tange a destruição de postos de trabalho   relativos ao ano de 2017, destacam-se a indústria de transformação com menos 235 vagas, o setor de serviços de utilidade pública (Enel e afins) exibindo menos 314 empregos, a construção civil com menos 81 vagas e o segmento de prestação de serviços, com menos 151 empregos. 

Por fim, importa salientar, dentro do cenário da empregabilidade analisada pelos números da pesquisa do último CAGED, pode-se afirmar que, a economia local, perdeu menos empregos no mês de outubro do ano de 2018 quando comparado ao mês de outubro de 2017. O que para o nosso município constitui uma boa notícia. Vamos aguardar a partir de agora, já que o ano de 2018 caminha para o final e até o dia vinte de dezembro, a folha do décimo terceiro salário das empresas,  como a do estado do Rio de Janeiro e a da prefeitura de Campos terão o poder de aquecer as vendas natalinas, com os seus reflexos positivos sobre a curva do emprego municipal do mês de novembro e de dezembro de 2018, para alegria de todos.



ECONOMIA DE CAMPOS NO MÊS DE OUTUBRO DE 2018 PERDE 787 EMPREGOS - CAGED

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Governo Bolsonaro, o "museu de grandes novidades"!



Três ministérios para o DEM?







O futuro governo Jair Bolsonaro, tudo indica, obviamente, se nada mudar até a posse. Terá na condição de ministros três parlamentares do Democratas (DEM), como por exemplo, a pasta da Agricultura ficará entregue a deputada federal pelo estado do Mato Grosso, Tereza Cristina (DEM- MS), representante da bancada ruralista. Na pasta da Saúde, também, oriundo do Mato Grosso, o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), indicação da bancada parlamentar da Saúde e na condição de Chefe da Casa Civil o todo poderoso, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), do Rio Grande do Sul.

Para quem se elegeu empunhando a bandeira da ética e da moralidade pública, soa muito estranho a escolha destes deputados do DEM, partido que nos últimos anos esteve submerso em um dos maiores escândalos de corrupção já visto na República brasileira, o “Mensalão do DEM”.

Pior, ainda, sobre as condutas de tais deputados pairam acusações que precisam ser elucidadas, antes da posse do dia primeiro de janeiro de 2019.
Afinal de contas, o presidente legitimamente eleito Jair Messias Bolsonaro, se autointitulou na campanha como o representante da nova política. E por enquanto, o que se assiste neste pequeno período de tempo antes da posse, é o retorno das velhas oligarquias ao poder.

Caso se mantenha, o atual viés oligárquico de futuras nomeações o governo Bolsonaro, poderá representar para o país nos próximos quatro anos um “museu de grandes novidades”, como dizia o poeta Cazuza. Assim não dá.    

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

O Banco Central Bolsonariano será independente?



O que é autonomia do Banco Central?




Entrou na agenda econômica do futuro Governo Bolsonaro, a discussão sobre a independência do Banco Central, capitaneada pelo economista de estirpe liberal, o Doutor Paulo Guedes. Que nada mais é do que através de diploma legal, conceder a maior autoridade monetária do país, autonomia na implementação da gestão da política monetária, sem ingerência política, do Presidente da República.

O Banco Central, responsável pelo controle da inflação e estabelecimento das metas inflacionárias, agirá de forma independente na sua política de aumento e diminuição da taxa de juros SELIC, sem se preocupar com as conseqüências, seja de âmbito negativo ou positivo, no cenário político.

Assim, aquelas velhas práticas dos antigos governos que passaram pelo Planalto de obrigar o Banco Central, a emitir moeda com o propósito de financiar o déficit  das contas públicas, por conseguinte, alimentar e aumentar a espiral inflacionária, fica totalmente proibido.

Outro ponto que deve ser observado, o mandato do Presidente do Banco Central, via de regra, não coincidirá com o mandato do Presidente da República. È assim que ocorre o funcionamento nas maiores economias do mundo. Vamos aguardar para verificar o funcionamento do Banco Central, agora, na era Bolsonaro.



quinta-feira, 15 de novembro de 2018

De 2016 a outubro de 2018, o município de Maricá e o de Niterói, são as novas vedetes das rendas bilionárias do segmento do petróleo


Royalties e P. E. em  Valores Reais Corrigidos pelo INPC de 2016 a Outubro de 2018 - Municípios Produtores de Petróleo 

Fonte: inforoyalties-UCAM


A tabela traz os respectivos recebimentos de royalties e as participações especiais, relativos aos municípios produtores de petróleo, tanto da Bacia de Campos, como também, os novos recebedores destas rendas,  o município de Maricá e o de Niterói. No recorte de tempo entre o ano de 2016, quando no mercado mundial de petróleo o preço médio anual do barril estava cotado a US$ 46,00,  no ano de 2017 o preço médio estava em US$ 55,71 e em 2018, o preço médio desta relevante commodities  de janeiro a outubro, chegava a  cotação de US$ 74,13.

Assim como se vê, nos registros dos números da tabela, o município de Campos em três anos recebeu em valores reais o quantitativo de R$ 825, 316 milhões, Macaé R$ 415, 579 milhões, Rio das Ostras R$ 342, 510 milhões, São João da Barra R$ 206, 332 milhões, Maricá R$ 2, 008 bilhões e Niterói R$ 1, 720 bilhão.

Diante destes dados, pode-se afirmar que, os municípios acima, a despeito da crise do petróleo que eclodiu no ano de 2014, impactando negativamente os preços, continuam sendo beneficiados pela  indústria extrativista mineral, sobretudo, o município de Maricá e o de Niterói.  


sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Supremo Tribunal Federal na contra mão do Brasil!






Péssimo exemplo dado pelo Supremo Tribunal Federal






O aumento dos vencimentos dos Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), concedido pelo Senado Federal de 16%, representa uma falta de respeito profunda, a sociedade como um todo, sobretudo neste momento, em que o Brasil, vive submerso numa crise econômica e financeira.

São mais de doze milhões de brasileiros desempregados, sem contar aqueles trabalhadores que já perderam o ânimo de procurar emprego, os denominados pelo IBGE de desalentados.

O pior aspecto deste acinte contra a população, refere-se à elevação em cascata dos salários dos demais servidores públicos federais, inclusive os dos juízes estaduais. Numa conjuntura em que os estados amargam expressivo desequilíbrio das suas contas, que tudo indica, poderá se agravar caso, o Presidente da República, resolva sancionar esta medida estapafúrdia, cujos efeitos serão nefastos sobre o ajuste fiscal das contas da União e também dos estados.

Alegar que o orçamento do judiciário tem autonomia, no sentido de justificar esta aberração do ponto de vista financeiro e fiscal, simplesmente revela o cinismo por parte de algumas autoridades, compromissada apenas com os seus interesses pessoais.

Por outro lado, parece que os ilustres ministros da Corte Suprema esquecem, que a única fonte de recursos responsável pela remuneração dos régios salários do judiciário, advém simplesmente, dos impostos dos contribuintes, cuja carga tributária, atualmente, já atinge o patamar de 34% do PIB.

Com base no fato descrito acima, pode-se afirmar, a conta da perversidade das autoridades de Brasília, deverá recair mais uma vez sobre o andar de baixo da sociedade. Infelizmente.   








DR. RANULFO VIDIGAL / PAULO SANGUEDO / ZE ALVES

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Será que a população que participou do Orçamento Participativo da Prefeitura de Campos, optou pelos cortes nas áreas de Segurança Pública, Assistência Social, Trabalho e da Agricultura?






Paradoxo do Orçamento Participativo do ano de 2019 da Prefeitura Municipal de Campos





A iniciativa por parte do Governo Rafael Diniz, ao inaugurar a implementação do orçamento participativo no município, merece, realmente,  aplausos. Pois trata-se de relevante instrumento, no sentido de permitir a democratização da prioridade e escolha da aplicação dos gastos públicos, em simetria, com a demanda social de cada localidade.

Todavia, um fato chama a atenção, o relativo aos gastos de algumas áreas de alto alcance social e econômico, cujos valores do orçamento foram reduzidos para o exercício fiscal de 2019, obviamente, se os ilustres vereadores da cidade aprovarem o Projeto de Lei Orçamentária (LOA).

Como, no caso por exemplo, da área da Segurança Pública, o orçamento do ano de 2018 aprovado pela Câmara foi de R$ 681 mil e em relação ao ano de 2019 será de R$ 467 mil, ocorrerá, assim, a redução de 31,42%. Outra área de extrema importância para o município, a Assistência Social, também amarga cortes nos valores orçados para o ano de 2019. Em 2018, foram aportados R$ 65 milhões, já para o ano de 2019, o valor atingirá o patamar de R$ 60 milhões. A redução chegará a 7, 69%, numa área de amplo apelo social, sobretudo, neste momento em que o município se encontra submerso, em uma profunda crise social. Basta observar o aumento de pessoas pedindo esmolas pela cidade e vendendo produtos pelos semáforos. Além da escalada da economia informal.

Esta conjuntura degradante, no que se refere a economia informal, poderia ser mitigada através da qualificação da mão de obra pela Superintendência de Trabalho e Renda, mas, infelizmente, este órgão tornou-se alvo de corte orçamentário no que diz respeito ao ano de 2019, como pode se verificar agora. No ano de 2018 o orçamento aprovado foi de R$ 770 mil e em 2019, tudo indica será de R$ 405 mil. Este segmento perderá 47,40%, quase, 50%. Lamentável.

Como se não bastasse tantos cortes em áreas estratégicas, que poderiam fortalecer o sistema econômico e social do município. A Agricultura, também fica sem o valor de R$ 1,581 milhões para o ano de 2019 em relação ao ano de 2018. Para ano de 2018 o orçamento, chegou ao quantitativo de R$ 16,339 milhões e em 2019 será de R$ 14,758 milhões. A redução caso os vereadores aprovem a atual peça orçamentária será de 9,68%.

Diante desta conjuntura, paradoxal, uma pergunta não quer calar: será que a população ao comparecer nas diversas Audiências públicas do Orçamento Participativo do Governo Rafael Diniz, optou pela diminuição relativa dos orçamentos das áreas citadas acima?     


segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Preço do barril do petróleo em outubro de 2018 sofre queda de 8,76%, quando comparado ao mês de setembro






Preço do Petróleo tipo Brent até Outubro de 2018 

Fonte: Investing. com

O preço do barril do petróleo tipo Brent, conforme a tabela e o gráfico acima, reduziu 8,76% no mês de outubro, em relação ao mês de setembro de 2018.

De qualquer forma o preço desta relevante commodities continua no patamar bastante atraente. Os prefeitos da Bacia Petrolífera de Campos, estão felizes com os ventos favoráveis no mercado mundial do petróleo. Viva! 


ORÇAMENTO DE 2019 DO MUNICÍPIO DE CAMPOS SERÁ DE R$ 2,021 BILHÕES - RECE...

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Arrecadação total da Prefeitura Municipal de Campos de janeiro a agosto do ano de 2018, cresceu 25,43% em relação ao mesmo período do ano de 2017





Execução Orçamentária da Prefeitura Municipal de Campos de janeiro a agosto do ano de 2018/2017
Fonte: PMCG


De acordo com relatório de execução orçamentária da Prefeitura Municipal de Campos, de janeiro a agosto do ano de 2018,  a arrecadação de impostos e royalties e a participação especial, atingiram o patamar total de R$ 1,317 bilhão. Neste mesmo período do ano de 2017, a arrecadação total chegou ao quantitativo de R$ 1,050 bilhão. Verifica-se, então, dentro desta conjuntura, a elevação no ano de 2018 em relação ao ano de 2017 de 25,43%.

O gráfico acima demonstra a receita pública realizada, nos oitos meses do ano de 2018, comparado ao ano de 2017.

Realmente,  percebe-se através dos dados da execução orçamentária, que a arrecadação da prefeitura apresenta sinais claros de recuperação. Que bom!

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Cenário da empregabilidade apresenta melhora de janeiro a setembro de 2018, em relação ao mesmo período de 2017, exceto no município de Rio das Ostras




Mercado de Trabalho de Janeiro a Setembro de 2018/2017 - Brasil, Estado do Rio de Janeiro, Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra
Fonte: CAGED


Os dados do último CAGED, demonstram claramente melhora nas contratações no mercado de trabalho de janeiro a setembro de 2018/2017, tanto a nível nacional, como no estadual e nos municípios da Região Norte Fluminense, conforme registros no gráfico e na tabela.  

A nível nacional, no acumulado do ano foram gerados a mais 719.089 postos de trabalho, neste mesmo período do ano de 2017, o quantitativo atingiu o patamar de 208.874 empregos formais.

A economia do estado do Rio de Janeiro, ao longo dos nove meses analisados do ano de 2018, também, apresenta números positivos. Foram 5.809 empregos formais, contra o saldo total negativo de 81.528 trabalhadores a menos de janeiro a setembro de 2017. Tais números, constituem indicador de recuperação da economia fluminense. Uma boa notícia.

Agora, em relação aos municípios, a economia de Campos, se mantém ainda de janeiro a fevereiro de 2018, com os seus números positivos em 3.277 empregos, contra no ano de 2017, neste recorte de tempo analisado, o saldo já era negativo em 228 empregos formais. Nesta época, importa salientar, a safra sucroalcooleira havia finalizado, ao contrário deste ano, cujo final deverá ocorrer no fim do mês de outubro.

No caso do município de Macaé, a conjuntura da empregabilidade de janeiro a setembro do ano de 2018, exibe números alentadores, quando comparado ao ano de 2017. No acumulado do ano de 2018, o saldo ficou positivo em 973 postos de trabalho, contra a destruição de empregos de 7. 801 trabalhadores do ano de 2017.

No tocante a Rio das Ostras, dentro deste contexto de geração de empregos por parte dos municípios, infelizmente, continua na sua trajetória de eliminar vagas no mercado de trabalho. Em 2018 foram 313 trabalhadores com a carteira assinada e em 2017 foram 214 empregos a menos.

Já o município de São João da Barra, o cenário das contratações, segue a sua rota de prosperidade. De janeiro a setembro de 2018, 1.222 postos de trabalho a mais foram criados e no ano passado, apenas, 301 empregos a mais.

Dentro do contexto analisado de janeiro a setembro de 2018/2017, pode-se afirmar que, estes números comprovam a recuperação econômica, embora tímida, da economia brasileira, da estadual e das municipais. Vamos torcer para que os resultados da pesquisa do CAGED, se configure numa tendência nos próximos meses.  



    




quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Segmento da construção civil aquecido na economia de São João da Barra



Mercado de Trabalho do Município de São João da Barra - mês de Setembro de 2018/2017

Fonte: CAGED

O município de São João da Barra, de acordo com os dados do último CAGED, continua no seu ritmo de contratação de mão de obra. No mês de setembro de 2018, o saldo total líquido ficou em 218 empregos formais. Já neste mesmo período do ano de 2017, o total líquido do saldo se restringiu a 191 contratações.

O grande responsável pelas contratações no mercado de trabalho da economia sanjoanense, encontra-se no segmento econômico da construção civil, impulsionado pelo início das obras civis da Termelétrica no Complexo do Porto do Açu. Como pode-se observar, no gráfico e na tabela, em setembro de 2018, as contratações chegaram ao quantitativo de 146 postos de trabalho e em 2017, estes números ficaram no patamar de 63 vagas a mais.

Tudo indica que, dentro deste cenário de perspectiva da retomada das obras de construção civil do empreendimento do Porto, a curva da empregabilidade da economia local, terá sustentabilidade no que se refere , ao médio e ao longo prazo. Boa notícia para a região!  

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Em setembro de 2018 a economia de Campos ganha 130 empregos formais e em setembro do ano de 2017 perde 1.433 vagas. Sazonalidade da indústria canavieira!


Saldo total de setembro do mercado de Trabalho do município de Campos 2018/2017 


Fonte: CAGED

Como se observa no gráfico, os dados da empregabilidade do CAGED, publicado ontem referente ao mês de setembro de 2018, o município de Campos, encerrou o mês de setembro com o total de 130 vagas de empregos formais.

Já no mês de setembro do ano de 2017, por conta do término da safra do setor sucroalcooleiro, o mercado de trabalho da economia local, destruiu 1.433 vagas. Em face destes números, pode-se avaliar, como que o setor canavieiro ainda é relevante para o nosso município.  

Em setembro de 2018 o município de Campos ficou com o saldo líquido de empregos positivo em 130 vagas, já em setembro de 2017, estes números eram negativos em 1.433 empregos formais


Mercado de trabalho no município de Campos no mês de setembro de 2018


Fonte: CAGED

De acordo com os dados da última pesquisa sobre o mercado de trabalho pelo CAGED, o município de Campos, encerrou o mês de setembro de 2018 gerando 130 vagas a mais de empregos formais. Neste mesmo período, em setembro de 2017, estes números foram significativamente negativos, em 1.433 empregos, em virtude do término da safra do setor sucroalcooleiro. Todos os segmentos no mês de setembro do ano de 2017, destruíram postos de trabalho.

Como encontra-se registrado, no gráfico e na tabela, os setores econômicos responsáveis pela sustentação do saldo líquido positivo da empregabilidade, em setembro de 2018, foram os relativos às atividades de serviços com 143 vagas, o da construção civil com 74 vagas e o comércio com 17 vagas. O setor da Agropecuária, como se observa no gráfico, já entrou numa trajetória negativa, eliminou em setembro de 2018, 97 postos de trabalho. Infelizmente.    

MERCADO DE TRABALHO EM CAMPOS EM SETEMBRO DE 2018 FICOU POSITIVO EM 130 ...

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Execução Orçamentária de oito meses da Saúde, da Educação e da Assistência Social do segundo ano do Governo Rafael Diniz




Execução Orçamentária de Janeiro a Agosto do ano de 2018/2017

Fonte: PMCG

O gráfico e tabela registram as dotações orçamentárias ou os valores aportados no orçamento inicial do Município de Campos, aprovado pela Câmara Municipal, juntamente, com a execução orçamentária, referente ao período de janeiro a agosto de 2018, comparado ao mesmo período do ano de 2017. Segundo o demonstrativo da execução da despesa por função da área social.

Como se observa, de janeiro a agosto de 2018 na área da Saúde o valor executado foi de R$ 488,575 milhões,  ou seja 78,20%, da dotação orçamentária inicial que foi de R$ 624,785 milhões.  Neste mesmo período do ano de 2017, o executado foi de R$ 472,426 milhões, o que representa 90,81%, da dotação aprovada pelos vereadores, no total de R$520,212 milhões. Pode-se dizer, então, que os gastos na área da saúde deste ano, foram menores proporcionalmente, quando comparados ao ano passado.

No que se refere, ao orçamento da área da Educação, em 2018 de janeiro a agosto, os gastos atingiram o patamar de R$ 205,329 milhões. Tal quantitativo, representa 53,25% do orçamento de R$ 385,574 aprovado originalmente. Já no ano de 2017, neste mesmo período analisado, a execução financeira foi de R$ 197,538 milhões ou 64,20%, do orçamento inicial de R$ 307,680 milhões.   Assim , como no caso, da saúde em 2018, os aportes financeiros foram também inferiores, ao do ano de 2017, considerando, obviamente, o aspecto do ponto de vista proporcional.

Agora, em relação a execução financeira da Assistência Social, em 2018 de janeiro a agosto, os gastos foram de R$ 21,352 milhões, ou 32,94%, do orçamento original aprovado, cujo montante foi de R$ 64,824 milhões. Em 2017, esta relevante área do município teve o orçamento menor. O valor ficou em R$ 45,423 milhões e se gastou no período de janeiro a agosto o quantitativo de R$ 37,597 milhões, ou 82,77%, do valor orçamentário aprovado inicialmente. Percebe-se, de acordo com esta realidade que os gastos de 2017, também, foram superiores proporcionalmente, aos executados do ano de 2018.  

Finalmente, os dados acima, retratam a conjuntura da execução orçamentária e financeira, de oito meses de 2018/2017 do segundo ano, do Governo Rafael Diniz.  
            


quinta-feira, 18 de outubro de 2018

China x Brasil agora juntos no COMPERJ

Folha x Investimentos da Prefeitura Municipal de Campos



Folha e Encargos x Investimentos da Prefeitura Municipal de Campos - Janeiro a Agosto de 2018/2017 

Fonte: PMCG

Conforme os dados da execução orçamentária e financeira do orçamento municipal e registrado, no gráfico e na tabela, a folha dos servidores da prefeitura de Campos, de janeiro a agosto do ano de 2018, considerando a parcela do décimo terceiro salário do ano de 2017, cujo pagamento ocorreu em fevereiro de 2018, ficou em R$ 649,783 milhões. A do ano de 2017, neste mesmo período totalizou o valor financeiro de R$ 578,340 milhões. O crescimento da folha e os seus encargos de 2018, em relação aos oitos meses do ano de 2017, teve  crescimento relativo de 12,35%.

Agora, no que se refere a curva de investimentos, no ano de 2018 o aporte financeiro em oito meses atingiu o patamar de R$ 13,126 milhões e em 2017, neste mesmo recorte de tempo, restringiu-se, ao quantitativo de R$ 911,719 mil. 

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Gastos da pasta de Comunicação do Governo Diniz, aumentou 255,06% de janeiro a agosto de 2018/2017,enquanto, os aportes financeiros na agricultura cresceram,apenas,146,57% no mesmo período. Governo preocupado com a sua imagem!




Execução Orçamentária de janeiro a agosto de 2018/2017 do Município de Campos

Fonte: PMCG

Nos primeiros oito meses do ano de 2018, o Governo Rafael Diniz, gastou na pasta da Comunicação, o valor de R$ 2,042 milhões. Neste mesmo período do ano de 2017, os gastos relativos a esta área, restringiram-se ao quantitativo financeiro de R$ 575,299 mil.  Tal crescimento representou no ano de 2018, comparado a janeiro a agosto de 2017, o percentual de 255,06%.

Enquanto isso, no relevante segmento da agricultura, vocação natural do município, o Governo Diniz, parece ter sido bem parcimonioso. Como se verifica no gráfico e na tabela, de janeiro a agosto do ano de 2018 os gastos ficaram em R$ 162,736 mil e de janeiro a agosto de 2017, em, apenas, R$ 66,00 mil. Este crescimento de 2018/2017 foi de 146,57%.

Dentro desta conjuntura de execução orçamentária e financeira da prefeitura, pautada pela clara inversão de prioridades, dos gestores atuais, pode-se afirmar que, a imagem do Governo Diniz, possui mais importância do que o poderoso setor da agricultura, gerador de rendas e empregos na economia local. Lamentável!