terça-feira, 1 de setembro de 2026

Campos volta a perder empregos: saldo de +159 vira -124 em um ano



 Vídeo gerado com auxílio de IA, com edição minha



 

Campos volta a perder empregos: saldo de +159 vira -124 em um ano

O CAGED divulgado pelo governo federal ontem mostra que a economia de Campos dos Goytacazes (RJ) vinha de uma trajetória de recuperação: depois de perder empregos em janeiro de 2026, o município esteve em uma curva de geração de vagas entre fevereiro e junho. Na atual conjuntura, em julho de 2026, esse cenário se inverteu, Campos voltou a perder 124 postos de trabalho, o oposto do que havia ocorrido em julho do ano passado, quando o saldo tinha sido de 159 empregos com carteira assinada.

Quando se olha o gráfico, observa-se que a agropecuária e a indústria, em julho de 2026, foram os segmentos econômicos que mais demitiram, e a construção foi a que mais gerou postos de trabalho, seguida do comércio. Até mesmo o setor de prestação de serviços destruiu vagas na economia campista.

Por fim, é importante lembrar que o cenário da empregabilidade de julho de 2025 ficou melhor posicionado. Outro ponto: será que a agroindústria decadente do ponto de vista econômico do nosso município já iniciou o processo das demissões dos trabalhadores, por falta de cana de açúcar para moer. É uma forte possibilidade.

 

 

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Guerra lá fora, dinheiro tem aqui: conflito entre EUA e Irã aumenta royalties dos municípios produtores

 


Com a escalada do conflito geopolítico entre EUA e Irã, o barril de petróleo tipo Brent, referência global para o preço do petróleo, aumenta 5,64% e chega a US$ 91,00 (cotação de hoje, por volta das 11h).

Em função desse cenário, a Bolsa de Valores do Brasil opera em alta neste momento, em cerca de 1%, puxada pelos preços das ações da Petrobras, que se valorizaram com a alta do barril, e o dólar cai em função da entrada de capitais estrangeiros e da estabilidade econômica e política do país. Uma boa notícia.

Na região Norte do estado do Rio de Janeiro e na Baixada Litorânea, aumenta a perspectiva de elevação dos repasses de royalties para os municípios produtores de petróleo. Portanto, enquanto uns choram, outros riem. Assim caminha a humanidade!

 



Macaé mantém a liderança em investimento educacional e ultrapassa R$ 430 milhões em 2026

 


                        Vídeo gerado com auxílio de IA, com edição minha


sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Macaé mantém a liderança em investimento educacional e ultrapassa R$ 430 milhões em 2026

 

O infográfico apresenta a execução orçamentária de janeiro a junho de 2025 e 2026 das prefeituras de Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra. Educação Municipal. Os gastos são milionários!


quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Campos lidera a queda nos royalties, mas Maricá embolsa quase R$ 300 milhões — dinheiro tem!

 

Vídeo gerado com auxílio de IA, com edição minha


Campos lidera a queda nos royalties, mas Maricá embolsa quase R$ 300 milhões — dinheiro tem!

 

O infográfico retrata o fluxo de royalties do petróleo do sistema de partilha e de concessão recebidos no dia de hoje pelas prefeituras, tanto da Bacia de Campos quanto da de Santos, referente ao mês de agosto de 2026 comparado a julho de 2025. Importa ressaltar que a cor azul da escala do infográfico representa as rendas do mês de julho de 2025, e o vermelho, os repasses de agosto de 2026.

Como se observa no infográfico, todas as prefeituras tiveram redução dos repasses agora em agosto em relação a julho de 2025. A maior queda dos repasses foi a de Campos dos Goytacazes (RJ), que perdeu, no período considerado, 19,9%, ou quase 20%. O que, à primeira vista, sugeriria baixa produtividade dos poços da Bacia de Campos. Contudo, um olhar mais atento aos números desmonta essa hipótese: os municípios da Bacia de Santos, como Niterói (-18,1%), tiveram quedas muito próximas às da Bacia de Campos, e Saquarema, também do pré-sal, registrou a menor retração do grupo todo (-14,7%). Ou seja, o recuo generalizado tem cara de efeito conjuntural, cotação do barril, volume de produção do mês de referência, e não de esgotamento específico dos poços campistas. Aliás, não há dúvidas de que, na atual conjuntura de queda dos valores nominais dos municípios pertencentes à Bacia de Campos, como Campos, Macaé, Rio das Ostras e São João da Barra, comparado aos municípios da Bacia de Santos que estão no infográfico, como Maricá, Niterói e Saquarema, a produção de petróleo do país deslocou seu eixo para os poços do pré-sal da Bacia de Santos.

Portanto, esse é o cenário das rendas petrolíferas do mês de agosto de 2026 dos municípios petrorentistas do Norte Fluminense do Rio de Janeiro. Dinheiro tem ou alguém tem dúvidas?