segunda-feira, 12 de agosto de 2019

NÚMEROS DA EMPREGABILIDADE DO COMÉRCIO REGIONAL CONTINUAM NEGATIVOS


Saldo líquido de janeiro a junho de 2019/2018 da empregabilidade do comércio de Campos, de Macaé, de Rio das Ostras e de São João da Barra 




Os dados do último CAGED demonstram melhora no quadro da empregabilidade regional dos principais municípios da região Norte Fluminense, no primeiro semestre do ano de 2019, em relação ao mesmo período do ano de 2018, execeto em São João da Barra, a despeito dos números, ainda, estarem negativos.

O município de Campos, de janeiro a junho de 2019, destruiu 274 postos de trabalho. Neste mesmo período do ano passado a economia campista havia perdido 561 empregos, com a carteira assinada.

No que tange a Macaé, no primeiro semestre de 2019 os empregos eliminados totalizaram o quantitativo de 121 vagas. Agora, de janeiro a junho de 2018, os empregos formais perdidos ficaram em 269. 

O município de Rio das Ostras também apresentou melhora no cenário da empregabilidade. De janeiro a junho de 2019 perdeu 120 postos de trabalho e no semestre de 2018, o saldo líquido do emprego ficou negativo, em menos 243 trabalhadores.

Já, São João da Barra, conforme o gráfico e a tabela em anexo, foi o único dentre os municípios analisados, cujo quadro de demissões no comércio, piorou. Em 2019 perdeu 17 vagas e em 2018, as vagas ficaram negativas em cinco empregos formais.

De qualquer forma pode-se dizer que as economias dos respectivos municípios, dentro do contexto semestral do mercado de trabalho, deste ano, em relação ao ano passado, apresentaram sinais de recuperação. Vamos aguardar doravante as próximas pesquisas do CAGED.  

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

SÃO JOÃO DA BARRA LIDERA A GERAÇÃO DE EMPREGOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL NA REGIÃO NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2019 SEGUNDO O ÚLTIMO CAGED




Saldo líquido do emprego semestral de 2019/208 de Campos, de Macaé, de Rio das Ostras e de São João da Barra



O segmento econômico da construção civil na região, segundo o último CAGED, reagiu nos primeiros seis meses do Ano de 2019, à conjuntura de crise econômica, que hoje assola o Brasil.

No caso de Campos, por exemplo, que havia perdido 299 empregos de janeiro a junho de 2018, agora, encerrou o semestre de 2019, com o saldo líquido positivo de 109 postos de trabalho.

O município de Macaé, no primeiro semestre do ano de 2018, eliminou 450 empregos formais. De janeiro a junho de 2019, a curva do desemprego se inverteu e o municipio terminou gerando 1.128 empregos a mais.

Assim, também, como Rio das Ostras, no primeiro semestre de 2019, gerou 311 postos de trabalho e no ano passado, neste mesmo período, os empregos gerados foram menores, totalizaram 220 vagas.

Já, o município de São João da Barra, neste primeiro semestre do ano de 2019, liderou o ranking de geração de empregos na construção civil. Foram a mais 1.636 empregos com a carteira assinada. E no ano passado os empregos gerados no município sanjoanense, ficaram no patamar positivo de 379 vagas.

Em face da conjuntura semestral de prosperidade, dessas cidades, pode-se, concluir, que as duas economias como a de Macaé e a de São João da Barra, no que tange ao setor da construção civil, tiveram bom desempenho, em função obviamente, da recuperação, dos investimentos tanto da Petrobrás como da reativação dos empreendimentos do Porto do Açu. Aliás, as duas economias, encontram-se direta e indiretamente, impulsionadas pelas operações offshore, do setor de petróleo do país. O resultado como se verifica, apareceu rapidamente no mercado de trabalho local.     


SEIS MESES DE EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DE 2019/2018 DO GOV. DINIZ

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

NOS PRIMEIROS SEIS MESES DO ANO DE 2019, O GOVERNO DINIZ, PAGOU DE JUROS R$ 16,225 MILHÕES E INVESTIU R$ 13,244 MILHÕES



Despesa corrente e de capital de janeiro a junho de 2019/2018 do governo Rafael Diniz



O gráfico e a tabela retratam a execução orçamentária da Prefeitura Municipal de Campos no primeiro semestre do ano de 2019, comparado ao mesmo período do ano de 2018, no que tange a despesa corrente e a despesa de capital.

Em relação à folha de pessoal e os encargos, o governo Rafael Diniz, gastou de janeiro a junho de 2019, o numerário de R$ 483,763 milhões. E no primeiro semestre do ano de 2018 ela custou ao tesouro municipal, R$ 503,533 milhões, devido ao pagamento da última parcela do décimo terceiro salário do servidor, pago em fevereiro de 2018. Por esta razão, o valor do ano de 2018 em termos financeiros, ficou maior do que o da folha de 2019.

Agora, no que se refere à amortização da dívida, inclusive, a “Venda do Futuro”, no primeiro semestre de 2019 foram pagos R$ 36,545 milhões e R$ 16,225 milhões, do serviço da dívida (juros), totalizando, assim, o valor de R$ 52,770 milhões. Já, neste mesmo período do ano passado, o governo municipal amortizou, apenas, R$ 5,312 milhões e não ocorreu o pagamento de juros. Conforme consta no Balanço da Execução Orçamentário da Despesa, encaminhado pelo governo Diniz, ao Tribunal de Contas do Estado (RJ).

O custeio fixo e o variável (outras despesas correntes) atingiram nos primeiros seis meses de 2019 o patamar de R$ 334,620 milhões e em 2018 ficou circunscrita ao quantitativo financeiro de R$ 305,741 milhões. Crescendo em 2019 em relação ao ano de 2018, 9,45%.

E os recursos disponibilizados para os investimentos foram de R$ 13,244 milhões de janeiro a junho de 2019 e de R$ 9,066 milhões, no mesmo período do ano passado.

Por fim, verifica-se, dentro desse contexto, que no ano de 2019 até junho, as despesas de juros chegaram ao quantitativo de R$ 16,225 milhões e os investimentos ficaram restritos ao valor de R$ 13,244 milhões.

PETRÓLEO BRENT ENCERROU O MÊS DE JULHO COTADO A US$ 64,43




Cotação do Petróleo Brent




O preço do barril do Petróleo Brent encerrou o mês de julho de 2019, cotado a US$ 64,43. Uma boa notícia para os municípios da bacia petrolífera de Campos.    

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Ilustre prefeito de Campos dos Goytacazes (RJ),Rafael Diniz, cadê a dívida consolidada herdada do governo Rosinha de R$ 2,4 bilhões, se a LDO de 2020 afirma que a dívida de longo prazo da prefeitura ficará no ano que vem em R$ 1,215 bilhões? A população de Campos precisa saber a verdade.



DESPESA CORRENTE E DE CAPITAL DO GOVERNO RAFAEL DINIZ
Fonte: LDO de 2020


Segundo os dados retirados da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2020 (LDO), encaminhado à Câmara Municipal, inclusive, já votada pelos ilustres vereadores, e devidamente, registrados no gráfico e na tabela, em anexo.

A suposta dívida consolidada, ou de longo prazo, da prefeitura municipal de Campos do Goytacazes (RJ) do ano de 2017 que fora herdada pelo governo Rafael Diniz, do governo Rosinha, chegou ao patamar de R$ 2,4 bilhões. Deste valor, foram amortizados R$ 14,950 milhões sem o pagamento dos juros.

No exercício financeiro de 2018, a dívida consolidada sofreu uma expressiva queda de 55,61% e passou a ser de R$ 950,157 milhões. Deste montante, ao longo do ano, foram amortizados R$ 53,905 milhões e o pagamento, dos juros atingiram o patamar de R$ 1,901 milhões. Somando esses dois itens (amortização e juros), chega-se ao quantitativo financeiro de R$ 55,807 milhões. Assim, com base no anexo de Metas Fiscais da LDO de 2020, se conclui que esse representa efetivamente, o valor de dívidas pago pelo governo em 2018.

Agora no ano de 2019, os valores projetados tanto de amortização como de juros representam o numerário de R$ 35,516 milhões e R$ 25,917 milhões, respectivamente. Ou seja, tudo indica que o governo municipal pagará de dívida, neste ano, o total de R$ 61,433 milhões, considerando, inclusive, a “Venda do Futuro”. E a dívida de longo prazo, ou acima de doze meses, será de R$ 1,215 bilhões.

Já, no ano que vem, a dívida consolidada será de R$ 1,215 bilhões e o pagamento, dela será de R$ 54,477 milhões, relativos à amortização e os juros de R$ 1,921 milhões. Com isso, ao se somar os dois valores, o seu montante resultará no numerário de R$ 56,398 milhões para o exercício fiscal de 2020.

Todavia, ilustre prefeito de Campos, no Balanço Orçamentário da despesa corrente e de capital da sua gestão, consta que a amortização da dívida no ano de 2018 chegou a R$ 24,238 milhões e, no ano de 2017, a R$ 14,950 milhões. Quero saber, respeitosamente, se a sua administração amortizou de dívidas, no ano de 2018, 55,807 milhões já somados o serviço da dívida (juros) ou foi de apenas R$ 24, 238 milhões. Acho que um governo, que se diz transparente nas suas ações, não pode deixar dúvidas a respeito da execução orçamentária.   

Por fim, diante desse contexto, senhor prefeito, aproveito a oportunidade para lhe perguntar: cadê a dívida de R$ 2,4 bilhões que a sua administração insiste em dizer que existe? Acrescento,ainda, segundo a LDO de 2020, a dívida de longo prazo do município será de R$ 1,215 bilhões, ou eu estou enganado?


quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Aumentou o nível da empregabilidade do setor de serviços dos principais municípios da região do petróleo no primeiro semestre de 2019 em relação ao mesmo período de 2018, apenas, Rio das Ostras diminuiu as contratações



Saldo líquido do setor de prestação de serviços dos municípios de Campos, de Macaé, de Rio das Ostras e de São João da Barra de janeiro a junho de 2019/2018




O gráfico e a tabela trazem a comparação do setor de prestação de serviços, no que tange, ao primeiro semestre do ano de 2019 em relação ao ano de 2018. Dos municípios de Campos, de Macaé, de Rio das Ostras e de São João da Barra.

Como se vê, de janeiro a junho de 2019, o município de Campos, criou 793 vagas e em 2018, foram 191 empregos formais.

Macaé, também ficou bem posicionada nos seis meses analisados. Em 2019 gerou a mais 1.424 postos de trabalho e em 2018 o quantitativo ficou num patamar inferior de 625 empregos, com a carteira assinada.

Já o município de Rio das Ostras abriu apenas 46 vagas de janeiro a junho de 2019 e no ano passado neste mesmo período foram 129 empregos formais.

Agora, em relação a São João da Barra, o mercado de trabalho manteve o seu ritmo crescente de contratações. No primeiro semestre de 2019 foram abertos 302 postos de trabalho e em 2018 foram 113.

Diante dessa conjuntura pode-se afirmar que, o quadro da empregabilidade na região, melhorou sobremaneira. Com os principais municípios da região do petróleo, elevando o número das contratações formais, somente, Rio das Ostras, empregou menos no primeiro semestre de 2019 comparado a 2018. Que bom.