quinta-feira, 19 de março de 2020
quarta-feira, 18 de março de 2020
EMPREGOS FORMAIS AUMENTARAM NO NÍVEL MUNICIPAL, ESTADUAL E NO NACIONAL EM 2019 EM RELAÇÃO A 2018 SEGUNDO O CAGED
CENÁRIO ANUAL DA EMPREGABILIDADE MUNICIPAL, ESTADUAL E NACIONAL DE 2019 EM RELAÇÃO A 2018
O nível
da empregabilidade, no que tange ao número de empregos a mais, do ano de 2019
comparado ao mesmo período do ano de 2018 melhorou significativamente. Tanto no
nível municipal, como no estadual e também no nacional, como se pode observar
no gráfico em anexo.
Em
relação ao município de Campos, foram mais de dois mil empregos em 2019 e
apenas 92 em 2018.
No caso
de Macaé e de São João da Barra, cada um deles, geraram mais de três mil postos
de trabalho em 2019. E, em 2018 a economia macaense perdeu 107 trabalhadores
com a carteira assinada e a economia sanjoanense criou 1.680 vagas de emprego.
No
que se refere a Rio das Ostras, em 2019 abriu 1.811 empregos formais e em 2018
o saldo líquido ficou negativo em 392 trabalhadores.
O
Estado do Rio de Janeiro teve saldo líquido positivo em 2019 de 16.829 empregos
e em 2018 de 5.736. Uma boa notícia para uma economia que anda patinando.
Agora, os dados da economia nacional, no
mercado de trabalho também ficaram positivos em 2019 em 644.079 empregos e em
2018 em 529.554.
Por
fim, pode-se dizer que, o cenário das contratações formais nos municípios da
nossa região, no estado e no Brasil, apresentaram um bom desempenho no ano de
2019 em relação a 2018. A despeito da economia informal crescer mais de 41%, segundo
o IBGE no país, e os milhões de empregos adicionais prometidos ao longo de 2019
pelo governo, que tomou posse em janeiro do ano passado, continuar ainda, na
promessa de palanque, dos atuais mandatários da nação.
segunda-feira, 16 de março de 2020
GASTO DA SAÚDE AUMENTOU E A FOLHA DOS PROFISSIONAIS DO SETOR REDUZIU NO PERÍDO DE JANEIRO A AGOSTO DE 2019 EM RELAÇÃO A 2018 NO GOVERNO RAFAEL DINIZ
GASTO TOTAL DA SAÚDE X FOLHA DA SAÚDE DE JANEIRO A AGOSTO DE 2019 EM RELAÇÃO AO MESMO PERÍODO DE 2018
Segundo
o relatório da execução orçamentária da prefeitura de Campos dos Goytacazes
(RJ), no que tange a janeiro a agosto de 2019 em relação ao mesmo período de
2018. O gasto total da área da saúde em 2019 totalizou o quantitativo
financeiro de R$ 526,954 milhões e em 2018 eles atingiram o patamar de R$ 488,
575 milhões. Observa-se, dentro do contexto apresentado no gráfico, que ocorreu
um crescimento de 7,86%.
Enquanto
isso, a folha relativa às atividades laborais dos servidores, apenas dos
profissionais da saúde, em 2019, nos primeiros oito meses, chegou ao numerário
de R$ 271,918 milhões e a de 2018 nesse mesmo recorte de tempo, ao valor de R$
300,359 milhões. Ocorreu, assim, uma diminuição de 9,47%.
Com
isso, pode-se concluir que, em face dos dados orçamentários e financeiros dos
exercícios de 2018 e de 2019. O volume financeiro aplicado no setor da saúde
aumentou 7,86% e a despesa com a folha teve uma queda de 9,47%. E, importa salientar
ainda, o custo da folha da saúde na média dos oito meses, analisados neste
estudo, representou em 2018 o percentual de 61,48% do gasto total, destinados à
política pública da saúde do governo Rafael Diniz, e em 2019 eles foram de
51,60%. Essa é a realidade da saúde campista, no que se diz respeito, somente,
ao item da despesa da folha e dos seus encargos.
sexta-feira, 13 de março de 2020
FUTURO PREFEITO DE CAMPOS TERÁ PARA ADMINISTRAR O MUNICÍPIO APENAS UM POUCO MAIS DE QUINHENTOS MILHÕES DA MAIOR RECEITA DO ORÇAMENTO PÚBLICO EM 2021
ESTIMATIVA DOS ROYALTIES E PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DO MUNICÍPIO DE CAMPOS SEGUNDO A ANP
De
acordo com a estimativa realizada, hoje, pela Agência Nacional do Petróleo
(ANP), sobre os repasses de royalties e participação especial, destinado ao
município de Campos, com o dólar cotado a US$ 60,10.
Entrará ao longo do ano de 2020 no caixa da prefeitura o valor
total de R$ 556,253 milhões de royalties e participação especial. E em 2021 o
total de R$ 556,558 milhões, conforme o gráfico em anexo.
Com isso,
pode-se deduzir que, o prefeito eleito em outubro deste ano terá a sua disposição
no ano que vem um pouco mais de quinhentos milhões, da maior receita
orçamentária para administrar a nossa cidade e os seus distritos. Isso, obviamente,
se o resultado do julgamento do dia vinte e nove de abril pelo Supremo Tribunal
Federal, a respeito da redistribuição das rendas petrolíferas for favorável a Planície
Goytacá. Só nos resta agora aguardar o futuro.
quinta-feira, 12 de março de 2020
DENTRO DA CONJUNTURA DE ESCASSEZ DOS RECURSOS DO PETRÓLEO O MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DA BARRA FAZ O SEU DEVER DE CASA AUMENTANDO EM MAIS DE CEM POR CENTO A RECEITA DO IPTU EM 2019
ARRECADAÇÃO DO IPTU DE CAMPOS, DE MACAÉ, DE RIO DAS OSTRAS E DE SÃO JOÃO DA BARRA DE 2019 EM RELAÇÃO A 2018
Dentro
da conjuntura de necessidade de elevação da receita própria municipal, em virtude
da queda de receita dos royalties e participação especial. Pode-se verificar no
gráfico em anexo, que os municípios de Macaé e o de São João da Barra,
apresentaram melhoras na arrecadação do IPTU no comparativo do ano de 2019 em
relação ao ano de 2018.
A receita
de Macaé arrecadada de 2019 totalizou R$ 70,889 milhões e a do exercício fiscal
de 2018 o valor de R$ 65,884 milhões, crescendo no período 7,6%. E a da
prefeitura sanjoanense em 2019 atingiu o patamar de R$ 6,384 milhões e a do ano
passado ficou em R$ 2,745 milhões. Com isso, observa-se, uma majoração de 2019
relativamente ao exercício fiscal de 2018 de 132,56%.
Já
os municípios de Campos e o de Rio das Ostras, ainda não encaminharam ao
Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), as suas respectivas
contas. Impossibilitando, assim, a análise da fonte de recursos do IPTU.
Vamos
aguardar para vê se os municípios de Campos e o de Rio das Ostras resolvem,
logo, as suas pendências e remetam ao TCE-RJ, os seus relatórios de execução orçamentária,
tão relevante para informar os contribuintes como está sendo aplicado o
dinheiro dos nossos impostos.
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