Saldo Líquido do Emprego do Município de Campos- outubro de 2018/2017
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
Governo Bolsonaro, o "museu de grandes novidades"!
Três ministérios para o DEM?
O
futuro governo Jair Bolsonaro, tudo indica, obviamente, se nada mudar até a posse. Terá na condição de ministros três parlamentares do Democratas (DEM),
como por exemplo, a pasta da Agricultura ficará entregue a deputada federal pelo
estado do Mato Grosso, Tereza Cristina (DEM- MS), representante da bancada
ruralista. Na pasta da Saúde, também, oriundo do Mato Grosso, o deputado
federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), indicação da bancada parlamentar da Saúde
e na condição de Chefe da Casa Civil o todo poderoso, Onyx Lorenzoni (DEM-RS),
do Rio Grande do Sul.
Para
quem se elegeu empunhando a bandeira da ética e da moralidade pública, soa
muito estranho a escolha destes deputados do DEM, partido que nos últimos anos
esteve submerso em um dos maiores escândalos de corrupção já visto na República
brasileira, o “Mensalão do DEM”.
Pior,
ainda, sobre as condutas de tais deputados pairam acusações que precisam ser
elucidadas, antes da posse do dia primeiro de janeiro de 2019.
Afinal
de contas, o presidente legitimamente eleito Jair Messias Bolsonaro, se autointitulou
na campanha como o representante da nova política. E por enquanto, o que se
assiste neste pequeno período de tempo antes da posse, é o retorno das velhas
oligarquias ao poder.
Caso
se mantenha, o atual viés oligárquico de futuras nomeações o governo Bolsonaro,
poderá representar para o país nos próximos quatro anos um “museu de grandes
novidades”, como dizia o poeta Cazuza. Assim não dá.
sexta-feira, 16 de novembro de 2018
O Banco Central Bolsonariano será independente?
O
que é autonomia do Banco Central?
Entrou
na agenda econômica do futuro Governo Bolsonaro, a discussão sobre a independência
do Banco Central, capitaneada pelo economista de estirpe liberal, o Doutor Paulo
Guedes. Que nada mais é do que através de diploma legal, conceder a maior autoridade
monetária do país, autonomia na implementação da gestão da política monetária,
sem ingerência política, do Presidente da República.
O
Banco Central, responsável pelo controle da inflação e estabelecimento das
metas inflacionárias, agirá de forma independente na sua política de
aumento e diminuição da taxa de juros SELIC, sem se preocupar com as conseqüências,
seja de âmbito negativo ou positivo, no cenário político.
Assim, aquelas velhas práticas dos antigos governos que passaram pelo Planalto de
obrigar o Banco Central, a emitir moeda com o propósito de financiar o déficit das contas públicas, por conseguinte,
alimentar e aumentar a espiral inflacionária, fica totalmente proibido.
Outro
ponto que deve ser observado, o mandato do Presidente do Banco Central, via de
regra, não coincidirá com o mandato do Presidente da República. È assim que
ocorre o funcionamento nas maiores economias do mundo. Vamos aguardar para
verificar o funcionamento do Banco Central, agora, na era Bolsonaro.
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
De 2016 a outubro de 2018, o município de Maricá e o de Niterói, são as novas vedetes das rendas bilionárias do segmento do petróleo
Royalties e P. E. em Valores Reais Corrigidos pelo INPC de 2016 a Outubro de 2018 - Municípios Produtores de Petróleo
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
Supremo Tribunal Federal na contra mão do Brasil!
Péssimo
exemplo dado pelo Supremo Tribunal Federal
O
aumento dos vencimentos dos Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF),
concedido pelo Senado Federal de 16%, representa uma falta de respeito profunda,
a sociedade como um todo, sobretudo neste momento, em que o Brasil, vive
submerso numa crise econômica e financeira.
São
mais de doze milhões de brasileiros desempregados, sem contar aqueles
trabalhadores que já perderam o ânimo de procurar emprego, os denominados pelo
IBGE de desalentados.
O
pior aspecto deste acinte contra a população, refere-se à elevação em cascata
dos salários dos demais servidores públicos federais, inclusive os dos juízes
estaduais. Numa conjuntura em que os estados amargam expressivo desequilíbrio das
suas contas, que tudo indica, poderá se agravar caso, o Presidente da República,
resolva sancionar esta medida estapafúrdia, cujos efeitos serão nefastos sobre o
ajuste fiscal das contas da União e também dos estados.
Alegar
que o orçamento do judiciário tem autonomia, no sentido de justificar esta
aberração do ponto de vista financeiro e fiscal, simplesmente revela o cinismo
por parte de algumas autoridades, compromissada apenas com os seus interesses
pessoais.
Por
outro lado, parece que os ilustres ministros da Corte Suprema esquecem, que a
única fonte de recursos responsável pela remuneração dos régios salários do
judiciário, advém simplesmente, dos impostos dos contribuintes, cuja carga tributária, atualmente, já atinge o patamar de 34% do PIB.
Com
base no fato descrito acima, pode-se afirmar, a conta da perversidade das autoridades de Brasília, deverá recair mais uma vez sobre o andar de baixo da sociedade. Infelizmente.
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