sexta-feira, 12 de maio de 2017

EM OITO ANOS DO GOVERNO ROSINHA FORAM GASTOS EM PUBLICIDADE R$ 102,052 MILHÕES E NA AGRICULTURA R$ 30,786 MILHÕES



GASTOS EM VALORES REAIS DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL X SECRETARIA DE AGRICULTURA- ATUALIZADO ATÉ O MÊS DE DEZEMBRO DE 2016-INPC (IBGE) - GOVERNO ROSINHA 


Nos oito anos do governo da prefeita Rosinha, conforme o gráfico e a tabela acima foram gastos na publicidade das ações administrativas do governo, o valor de R$ 102, 052 milhões. 

No segmento econômico da agricultura, os gastos atingiram o patamar de R$ 30, 786 milhões.


Chega-se, a conclusão, que o governo era bastante preocupado com a sua imagem. Os números registrados no gráfico não refutam a realidade.

ROMBO FISCAL DO GOVERNO DO PREFEITO RAFAEL DINIZ PODERÁ ULTRAPASSAR ATÉ DEZEMBRO DE 2017 O VALOR DE MEIO BILHÃO DE REAIS



ROMBO FISCAL DO GOVERNO DO PREFEITO RAFAEL DINIZ PODERÁ CHEGAR EM DEZEMBRO DE 2017 A R$ 564 MILHÕES


De Acordo com a declaração do Secretário de Transparência e Gestão do Governo Rafael Diniz, dentro da Associação Comercial de Campos (ACIC) na última quarta-feira, centenária instituição, de que a prefeitura fecha o mês com o déficit de R$ 47 milhões nas suas contas. Admitindo, que este número se repete desde janeiro de 2017 até hoje, então, numa conta simples, a prefeitura encontra-se com um déficit fiscal acumulado de R$ 188 milhões.

Dentro deste tenebroso cenário das contas públicas do município, aliado, a inércia do governo Diniz reticente em tomar as medidas necessárias do ponto de vista fiscal e administrativo, o mais rápido possível. O estoque da dívida fiscal, apenas, do período do seu governo, poderá chegar ao final do mês de dezembro de 2017, ao valor de aproximadamente de R$ 600 milhões ou mais de meio bilhão.

Cifra significativa e preocupante para o nosso município, cuja economia anda profundamente, abalada em virtude, da gestão pública temerária do passado, conjugada a crise financeira, que ora assola a economia brasileira.

Vamos torcer para que a equipe econômica do prefeito seja iluminada e busque rapidamente, soluções viáveis de curto prazo, no sentido de reverter este assombroso rombo fiscal. Estamos na torcida!           

quinta-feira, 11 de maio de 2017

GASTOS NA AGRICULTURA X FUNDAÇÃO CULTURAL OSVALDO LIMA DO GOVERNO ROSINHA



GASTOS NA AGRICULTURA X FUNDAÇÃO CULTURAL OSVALDO LIMA DO GOVERNO ROSINHA- VALORES REAIS- ATUALIZADOS ATÉ O MÊS DE DEZEMBRO DE 2016- INPC (IBGE)

Fonte: Orçamento da Prefeitura Municipal de Campos

 Ao se analisar os gastos do governo da prefeita Rosinha, no tocante a área da agricultura e a área da cultura e do entretenimento (Shows), referentes, aos seus oito anos de gestão pública municipal.

Verifica-se, através do gráfico e da tabela acima, a FCOL, responsável pela implementação da política pública sociocultural do município, aplicou neste segmento, o valor de R$ 149, 205 milhões. Valores significativos e expressivos.

Ao se focar a análise no segmento econômico da agricultura, vocação natural do município de Campos, os aportes financeiros restringiram-se, apenas, ao valor de R$ 30, 786 milhões. Inclusive, importa salientar, a Secretaria de Agricultura  do Município, se transformou nos últimos anos numa Superintendência, por conta da reforma administrativa realizada pela prefeita, alegando contenção de despesa, em virtude da queda do preço do barril do petróleo no mercado internacional a partir de janeiro de 2015, numa clara demonstração, de enfraquecimento do setor agrícola junto às hostes governamentais.

Comparando os valores aplicados nos dois relevantes setores, pode-se afirmar embasados nos números extraídos do orçamento executado da PMCG, o setor da agricultura perdeu prestígio ao longo do governo que se instalou no município no período circunscrito ao ano de 2009 a 2016. O mesmo não aconteceu em relação à cultura do município. Se inversões de prioridades ao longo do governo ocorreram, o julgamento caberá a história política de Campos. Vamos aguardar!


terça-feira, 9 de maio de 2017

PROGRAMA PASSAGEM A UM REAL DO GOVERNO ROSINHA CUSTOU R$ 328,105 MILHÕES AO CONTRIBUINTE CAMPISTA DE 2010 A 2016



PROGRAMA PASSAGEM A UM REAL DE 2010 A 2016- VALORES REAIS - ATUALIZADOS ATÉ O MÊS DE DEZEMBRO DE 2016-INPC (IBGE)

Fonte: Orçamento da PMCG

O programa de transferência de renda denominado de passagem a um real, implantado no governo da prefeita Rosinha no ano de 2010, custou nos sete anos do seu governo R$ 328, 105 milhões (2010 a 2016), ao tesouro municipal.

Estes valores foram repassados às empresas de ônibus da cidade, a título de subsídio econômico, numa conjuntura financeira totalmente diversa da atual. Havia recursos financeiros necessários e suficientes, que suportasse o ônus desta política pública. A contrapartida por parte deste relevante segmento para a sociedade seria a prestação de serviços de transportes coletivo de qualidade.

Infelizmente, os ventos favoráveis ao município de Campos se alteraram no que diz respeito à arrecadação de royalties e das participações especiais, a partir de janeiro do ano de 2015.

Talvez, no cenário vigente de crise financeira e fiscal enfrentado pela prefeitura, seja inviável financeiramente o programa. Todavia, negá-lo a população, constitui desafio hercúleo do ponto de vista político para a administração que assumiu os destinos do município, a partir de janeiro de 2017, sob a liderança do prefeito Rafael Diniz. Agora, a delicada decisão, encontra-se nas mãos do prefeito. Vamos aguardar!


segunda-feira, 8 de maio de 2017

EXPORTAÇÕES DE MINÉRIO DO PORTO DO AÇU PROVOCA PERDA DE ICMS DE APENAS 5% DE 2016/2014 NA ECONOMIA SANJOANENSE




ARRECADAÇÃO DO ICMS DE 2014 A 2016 DOS MUNICÍPIOS DE CAMPOS, RIO DAS OSTRAS, MACAÉ E SÃO JOÃO DA BARRA- VALORES REAIS-ATUALIZADOS ATÉ O MÊS DE DEZEMBRO DE 2016-INPC (IBGE)  























Ao se fazer uma análise sobre o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), dos principais municípios pertencentes à bacia petrolífera de Campos. Considerado, também, como o imposto incidente sobre o valor agregado de bens e serviços ou a riqueza produzida dentro dos municípios.

Observa-se, em relação ao município de Macaé, a despeito da retração econômica do país e da crise financeira decorrente da queda do preço do barril do petróleo no mercado internacional, cujo impacto negativo, afetou diretamente os repasses dos royalties e das participações especiais. Redução na receita do ICMS de 2016 comparando com o ano base de 2014 de 17,56%. Isto porque o nível da circulação de riqueza neste município, não depende, somente, das rendas do petróleo. No seu território, encontra-se implantado a base da indústria do petróleo, fomentadora da riqueza local. Ao se olhar o gráfico, percebe-se, a arrecadação do ICMS da prefeitura de Macaé, num patamar superior aos dos demais municípios da bacia.

No caso da economia do município de Campos, ainda extremamente dependente das rendas do petróleo no tocante a geração de riquezas internas, ocorre impacto significativo na arrecadação do ICMS, como conseqüência da retração dos repasses dos royalties e das participações especiais. De 2016 a 2014 a queda na arrecadação do ICMS do orçamento da prefeitura de Campos chegou a 31,22%.

A prefeitura do município de Rio das Ostras, também, sentiu o impacto da diminuição dos repasses das rendas do petróleo. Com reflexos na arrecadação do ICMS negativa de 2016 em relação ao ano de 2014, o último ano, da fartura das rendas das economias petrolíferas, de 30,06%. Importa salientar, em Rio das Ostras, a economia local, possui outra fonte indutora de rendas, o distrito industrial da cidade, vizinho ao município de Macaé.

No que diz respeito à economia de São João Barra, os reflexos da crise financeira dos royalties, ao se basear na arrecadação do ICMS, teve inflexão negativa, porém, num percentual irrisório de 5,68%, quando comparado aos demais municípios. Esta pequena variabilidade reside nas exportações de minérios do Porto do Açu. O grande investimento do Porto já começa a dá frutos a economia sanjoanense. Que bom!        

      


sexta-feira, 5 de maio de 2017

QUEDA DA ARRECADAÇÃO DOS ROYALTIES E DAS PARTICIPAÇÕES ESPECIAS DOS PRINCIPAIS MUNICÍPIOS PETRORRENTISTAS DE 2016/2014 ATINGE SETENTA PORCENTO EXCETO A DE MACAÉ





ARRECADAÇÃO DOS ROYALTIES E DAS PARTICIPAÇÕES 
 ESPECIAS DE 2014 A 2016 DOS MUNICÍPIOS DE CAMPOS, MACAÉ, R. DAS OSTRAS E S. JOÃO DA BARRA - VALORES REAIS INPC (IBGE)
Fonte: Inforoyalties/Ucam

O gráfico acima retrata o cenário dos repasses das indenizações, dos royalties e das participações especiais, decorrentes da extração do petróleo dos principais municípios produtores da bacia petrolífera de Campos dos anos de 2014, de 2015 e de 2016.

Relevante estabelecer nesta análise o ano de 2014 como parâmetro de comparação em relação aos demais, devido a sua particularidade em relação ao valor do barril do petróleo. Refere-se ao último ano, em que o barril no mercado internacional, se encontrava ainda com o preço médio no patamar de 100 dólares. Esta conjuntura alvissareira se alterou, logo, a partir de janeiro do ano de 2015.

Por conta deste fenômeno mercadológico os impactos negativos nos respectivos caixas das prefeituras dos municípios petrorrentistas foram significativos. A redução das rendas petrolíferas afetou diretamente os negócios das economias destas cidades. Como pode se observar hoje na prática. Vários estabelecimentos comercias fechados ou sendo alugados.  

A guisa de esclarecimento importa destacar, o município de Campos, teve uma queda de arrecadação de 2016 em relação ao exercício financeiro de 2014 de 77, 82%. O município de Macaé a redução resultou no período de 2016 em relação ao de 2014 em 55,99%. No município de Rio das Ostras e no de São João da Barra, as perdas atingiram respectivamente o percentual de 77,38% e de 71,57%.

O cenário que se apresenta atualmente aos gestores públicos municipais, cuja posse ocorreu em janeiro do ano de 2017, exigirá por parte deles, muita prudência e austeridade fiscal no que tange aos gastos públicos. A escassez de recursos financeiros constitui uma dura e triste realidade a ser enfrentada por suas administrações. Infelizmente!


quarta-feira, 3 de maio de 2017

PREÇO DO BARRIL DO PETRÓLEO TIPO BRENT ATÉ MAIO DE 2017 CONTINUA NO PATAMAR DE 50 DÓLARES



PREÇO DO BARRIL DE PETRÓLEO TIPO BRENT ATÉ MAIO DE 2017

Fonte: Investing.com


O gráfico acima retrata o comportamento dos preços do barril do petróleo, circunscrito, ao período de janeiro de 2014 a mês de maio de 2017. Os preços foram coletados do Sítio da Investing.com, são cotados sempre no primeiro dia de cada mês.

Como se observa, o ano de 2014 representa o período em que os preços desta relevante commodities para o Brasil e o Norte do ERJ, considerado a região do petróleo, estiveram num patamar significativamente elevado, inclusive, as suas respectivas cotações ultrapassaram a casa dos 100 dólares, até o mês de setembro de 2014. Neste ano de prosperidade, o preço médio do barril chegou a 97,49 dólares.

No ano de 2015, o cenário econômico, sobretudo dos países e regiões dependentes do ouro negro, sentiram de forma veemente, a queda do preço do barril do petróleo. Neste ano o preço médio do barril chegou a 54,46 dólares.

No ano de 2016, a conjuntura do mercado petrolífero continuou desfavorável, tanto ao Brasil como também a região do Norte do ERJ. O preço médio do barril do petróleo, neste exercício financeiro, atingiu o seu nível mais baixo, quando chegou a 34,70 dólares em janeiro de 2016. Logo, obviamente, se recuperando nos meses subsequentes, como se pode ,verificar, através do gráfico acima e da sua tabela. O preço médio do ano de 2016 ficou em 46,16 dólares por barril.

Já nos primeiros meses do ano de 2017 o barril de petróleo se encontra ainda acima dos 50 dólares. A torcida que se faz é que este preço possa até julho de 2017, se aproximar dos 60 dólares por barril. Principalmente, no caso dos municípios petrorrentistas, cujo orçamento fiscal possui os royalties e as participações especiais como a sua maior receita pública. Infelizmente!