ITBI DOS MUNICÍPIOS DE CAMPOS, MACAÉ, RIO DAS OSTRAS E SÃO JOÃO DA BARRA -2016/2015 - VALORES REAIS-INPC (IBGE)
terça-feira, 2 de maio de 2017
segunda-feira, 1 de maio de 2017
TRABALHADOR BRASILEIRO NÃO TEM MOTIVO PARA COMEMORAR O SEU DIA, 14, 2 MILHÕES DE DESEMPREGADOS DE JANEIRO A MARÇO DE 2017
RETRATO DO MERCADO DE TRABALHO EM TRIMESTRE NO BRASIL -2012 AO 1° TRIMESTRE DE 2017
sexta-feira, 28 de abril de 2017
MUNICÍPIOS DA BACIA PETROLÍFERA DE CAMPOS ARRECADAM POUCO IPTU
2016/2015
IPTU DOS MUNICÍPIOS PETROLÍFEROS -CAMPOS, MACAÉ, R. DAS OSTRAS E S. JOÃO DA BARRA- VALORES REAIS -INPC (IBGE)
Os municípios da bacia petrolífera de
Campos, ao se analisar o gráfico acima, juntamente, com a sua tabela de
registro dos valores arrecadados do IPTU do ano de 2016 comparado com o ano de
2015, deixam muito a desejar.
Estes números demonstram cabalmente a
ineficiência do aparelho Fiscal, a Secretaria de Fazenda, de cada um dos municípios
analisados. Ou até mesmo a falta de responsabilidade e visão estratégica
administrativa, por parte dos prefeitos que geriram esses municípios nos últimos
anos, quando havia expressiva arrecadação dos royalties e das participações
especiais. Achavam, talvez, que o ciclo do petróleo, conseqüentemente, as suas
indenizações seriam eternas. Por conta disto foram reticentes, no que tange, ao
melhoramento da arrecadação própria municipal.
O município de Campos e o de Macaé,
principalmente, são os municípios que poderiam ter na fonte de receita do IPTU,
uma excelente arrecadação, em função do elevado estoque de imóveis e terrenos
urbanos de alto valor e de qualidade.
No caso do município de Rio das Ostras
e no de São João da Barra, a despeito de terem estoques de imóveis portentosos
passíveis da cobrança do IPTU, são, todavia, numa quantidade significativamente
inferior aos quantitativos existentes no município de Campos e no de Macaé.
Isto não justifica a baixa arrecadação da receita própria.
Enfim, os municípios petrolíferos abandonaram
as suas arrecadações para viverem das rendas do petróleo. Infelizmente, elas
acabaram, agora, os atuais prefeitos serão obrigados a buscarem receitas,
exatamente, numa conjuntura adversa e de crise econômica. Desafio nada fácil!
quinta-feira, 27 de abril de 2017
Retificação dos Valores Emprestados as Empresas de Ônibus de Campos via FUNDECAM pelo Governo Rosinha.
PEDIDO DE DESCULPAS A POPULAÇÃO
Retificação dos Valores Emprestados as Empresas de Ônibus de Campos via FUNDECAM pelo Governo Rosinha.
Os valores emprestados as empresas de
ônibus pelo governo da prefeita Rosinha não foi de R$ 100 milhões de reais. Mas,
sim, de R$ 22 milhões.
O aludido valor não foi repassado
diretamente às empresas de ônibus da cidade. Foram pagos diretamente pelo
FUNDECAM aos fornecedores, NEOBUS e a VOLKSWAGEN, referentes a oitenta e cinco ônibus
com ar condicionado e acessibilidade.
Entretanto, ainda não sabemos se os
empresários de ônibus estão pagando em dia o empréstimo contraído junto ao
Fundo de Desenvolvimento de Campos, a uma taxa anual de 6% ao ano.
Uma coisa pode-se afirmar a aquisição
de ônibus novos e com ar condicionado não representa a modernização do setor de
transporte coletivo de Campos. O caos no transporte público da cidade constitui
uma realidade. A população campista continua carente deste serviço. Sofrem nos
pontos de ônibus, esperando pelo coletivo em busca de deslocamento rápido e
eficiente com destino as suas atividades cotidianas.
Outro aspecto deve ser abordado. Existem
vários bairros do município que não possuem linhas de ônibus. Está na hora do prefeito
Rafael Diniz, cobrar dos empresários de ônibus, a contrapartida dos serviços
prestados a sociedade de Campos. O FUNDECAM fez a parte dele. Os empresários
devem fazer agora a sua. O dinheiro emprestado a taxa de juros de 6% ao ano sem
correção tem um custo financeiro extremamente baixo, comparado, com as demais taxas
praticadas no mercado financeiro do país. Assim esperamos!
quarta-feira, 26 de abril de 2017
ISS DAS ECONOMIAS PETROLÍFERAS
ARRECADAÇÃO DO ISS DOS MUNICÍPIOS DE CAMPOS, MACAÉ, R. DAS OSTRAS E S. JOÃO DA BARRA - 2016/2015 - VALORES REAIS -INPC (IBGE)
terça-feira, 25 de abril de 2017
REFORMA ADMINISTRATIVA DO GOVERNO DINIZ
O prefeito Rafael Diniz solicita
oportunamente dos seus secretários e dos seus superintendentes, a finalização,
da urgente e necessária reforma administrativa da Prefeitura Municipal de
Campos.
Importa salientar, nos últimos anos a
prefeitura, em razão da farta oferta das rendas petrolíferas, elevou
significativamente a sua capacidade instalada, de forma irracional e sem
planejamento das suas ações administrativas. Os administradores ocupantes do
cargo de gestor municipal do ano de 1999 ao ano de 2016 tiveram a sua
disponibilidade o quantitativo financeiro de apenas uma fonte de receita, os
royalties e as participações especiais, mais de R$ 18 bilhões em caixa. Algo
esplendoroso para um município de apenas aproximadamente quinhentos mil
habitantes.
Em decorrência da imensa quantia, os
verdadeiros e sucessivos absurdos foram cometidos ao longo do aludido período
da história do ciclo do petróleo. A guisa de exemplo, a farra dos shows
praticadas pelos prefeitos, as suas esposas e assessores inescrupulosos. As
indecentes desapropriações, via de regra, de residências de pessoas ligadas ou
amigas do poder. O Fundo de Desenvolvimento de Campos o (FUNDECAM), se
transformou no show do milhão. Os recursos financeiros, cuja finalidade, era o
de diversificar a economia campista se volatilizou de forma impiedosa. Inclusive, até recursos destinados a financiar a Escola de Samba, a
Imperatriz Leopoldinense no carnaval do Rio de Janeiro saiu do tesouro
municipal. Eram tempos de muita fartura e desperdício do dinheiro público.
Todavia, a conta chegou. O que já era
discutido e estudado por vários pesquisadores de várias instituições de
pesquisas de Campos, se confirmou. Os recursos acabaram sem que a justiça
intergeracional fosse realizada. Como mais saúde, mais educação, mais
transporte público de qualidade. Nada disso existe no atual cenário urbano de
Campos. Certamente, não foi por conta da falta de dinheiro.
Agora, ilustre prefeito de Campos,
Rafael Diniz, sobrou para vossa excelência à ressaca dos áureos tempos. Por
conta da irresponsabilidade dos gestores públicos municipais do passado, o povo
de Campos, cansou, perdeu a paciência em razão de tantos desmandos, por conta
disto, elegeu vossa excelência no primeiro turno das eleições do ano de 2016,
com a votação expressiva de mais de 150 mil votos.
Acreditando no seu potencial agregador de fazer política, deposita no seu governo a esperança de promover a ruptura, do anacrônico modelo oligárquico de fazer política vigente na Planície dos Índios Goytacazes. Neste sentido, legitima através do instituto do voto, as devidas medidas referentes às reformas seja a do âmbito administrativo, a do âmbito fiscal e a tributária. Como conseqüência, colocar, efetivamente, o município no patamar da honradez e da eficiência da implementação das políticas públicas libertadoras, tão esperadas pela população campista. A torcida é grande!
Acreditando no seu potencial agregador de fazer política, deposita no seu governo a esperança de promover a ruptura, do anacrônico modelo oligárquico de fazer política vigente na Planície dos Índios Goytacazes. Neste sentido, legitima através do instituto do voto, as devidas medidas referentes às reformas seja a do âmbito administrativo, a do âmbito fiscal e a tributária. Como conseqüência, colocar, efetivamente, o município no patamar da honradez e da eficiência da implementação das políticas públicas libertadoras, tão esperadas pela população campista. A torcida é grande!
segunda-feira, 24 de abril de 2017
O perigo do rosto novo na política ronda o mundo. Serão os novos arautos trazendo as velhas mensagens?
Ontem dia 23 de abril de 2017, o
mundo, presenciou a ascensão do candidato ao cargo de presidente da França,
Emmanuel Macron, conduzido ao segundo turno das eleições, com a expressiva
chance de vitória. O ilustre candidato de trinta e nove anos, considerado a
novidade do processo eleitoral francês, soube captar de forma eficaz o anseio
da sociedade francesa por um rosto novo na vida pública. Apresentou-se como alternativa à direita e a esquerda,
defendo as propostas de liberalismo social e econômico.
Este fenômeno eleitoral parece, não
está distante da realidade brasileira, sobretudo, na atual conjuntura degradante
da política vivida pelo nosso país. Nas últimas eleições municipais, do ano
passado, o povo brasileiro elegeu vários candidatos de rosto novo, seja nas pequenas
cidades, como nos municípios de grandes capitais.
A população talvez tenha cansado não
propriamente da política partidária, mas sim, a maneira antiga e caquética de
se exercer uma das mais nobres ciências, a Ciência Política. Através da prática
nefasta do aparelhamento excessivo do Estado pelas oligarquias regionais, cujo
objetivo único, visa somente privilegiar os grupos econômicos, detentores dos
interesses de auferir vantagens pecuniárias do orçamento público, em detrimento
da população.
O fenômeno francês Macron, certamente
não se pode descartá-lo, nas próximas eleições presidenciais e na de governadores
de Estado, que ocorrerá no ano que vem.
Já temos em algumas das capitais
brasileiras, aqueles candidatos que o marketing político os chamam de outsider
(indivíduo que não pertence a um grupo determinado). Nos primeiros dias de suas
administrações, se apresentaram fazendo malabarismos, como no caso clássico, o do
prefeito de São Paulo, João Dória, vestido de gari numa clara marquetagem no
intuito de tentar passar à sociedade paulista, a imagem do personagem trabalhador,
o humilde e amigo do povo. Mas, sorrateiramente, costurou os acordos devidos e
necessários com os vereadores representantes das forças reacionárias, no
sentido de viabilizar as atuais e futuras ações administrativas. O perigo do
rosto novo na política ronda o mundo. Serão os novos arautos trazendo as velhas
mensagens?
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