quarta-feira, 31 de agosto de 2016



Royalties + Participações Especiais em valores reais, corrigidos pelo INPC - ATÉ - 31/08/2016




Fonte: InfoRoyalties - UCAM


Arrecadação dos Royalties e das Participações recebidas pela Prefeitura Municipal de Campos, até o dia 31/08/2016, corrigidos pelo INPC. Importante ressaltar, esta constitui ainda, a principal fonte de receita da PMCG.
  
O futuro prefeito de Campos terá dificuldades para administrar o nosso município a partir de janeiro de 2017. A principal receita encontra-se em queda, conforme, a linha de tendência registrada no gráfico acima. Sem contar o estoque da dívida que a prefeita Rosinha deixará para o seu sucessor, juntamente, com uma folha de pessoal de R$ 79 milhões ao mês. Triste legado!  

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

SALDO LÍQUIDO DO EMPREGO FORMAL NO MÊS DE JULHO DE 2015/2016.

Fonte: MTE/CAGED

Apenas dando destaque ao mercado de trabalho do mês de julho, dos principais municípios da região do petróleo, no comparativo de 2015/2016. Constata-se, no mês de julho de 2016, todos os municípios analisados acima apresentaram o saldo líquido do emprego formal negativo.

No mês de julho do ano de 2015, somente o município de Campos, figura com o saldo líquido do emprego positivo, ao contrário dos demais.

Continuando a análise, ressalta-se, agora, os segmentos econômicos que mais desempregaram em julho de 2016 na região: em Campos foi o comércio, com 108 empregos a menos. Em Macaé foi o segmento econômico de serviços, com 791 desligamentos. Em Rio das Ostras, a liderança do desemprego formal ficou com a construção civil, com menos 216 trabalhadores a menos. Assim como em São João da Barra, a construção civil perdeu 37 empregos formais.

SALDO LÍQUIDO DO EMPREGO FORMAL 2015/2016 DOS MUNICÍPIOS DA REGIÃO - JAN/JULHO




Fonte: MTE/CAGED


Ao analisar a conjuntura do mercado de trabalho dos quatros principais municípios, de janeiro a julho de 2015/2016 de forma comparativa, pertencentes à bacia petrolífera de Campos, baseado nos dados do emprego formal divulgado pelo CAGED, utilizando-se o saldo líquido.

Observa-se, todos os municípios representados no gráfico, continuam com o saldo líquido do emprego acumulado em sete meses, negativos. Macaé foi à economia que mais impacto sofreu em razão dos problemas envolvendo a Petrobrás, destaca-se, como o município da bacia de Campos que mais desempregou, como pode se verificar. Tanto no ano de 2015 como no ano de 2016.  

Somente no ano de 2016, a economia macaense demitiu 8.808 trabalhadores formais. Em Campos o quantitativo de desligamento chega a 1.846 trabalhadores formais, no município de Rio das Ostras foram menos 1.568 desempregados. E o município de São João da Barra, o patamar de demissão atingiu a 666 empregos nos sete meses de 2016. O custo social da região é bastante preocupante.   

Estudo realizado pelo professor Alcimar das Chagas Ribeiro

Os desafios dos novos gestores dos municípios produtores de petróleo da Bacia de Campos























As parcelas mensais de royalties recebidas pelos municípios de Campos dos Goytacazes, Macaé e São João da Barra, vêm perdendo participação relativa, frente ao total distribuído para os municípios do país. Conforme observado no gráfico, a participação do município de Campos, que era de 14,6% em 2010, seguiu uma trajetória de desaceleração até chegar a 7,76% de participação em 2016. 
A trajetória da curva de Macaé é menos acentuada. Em 2010 a participação relativa da receita era de 10,52% em relação ao total dos municípios no país, caindo para 7,13% em 2016. 
O município de São João da Barra, também com uma trajetória da curva menos acentuada, saiu de uma participação de 2,78% em 2010 para uma participação de 1,83% em 2016. 
Relativamente, Campos dos Goytacazes apresentou uma inclinação maior de sua curva de participação em relação ao total distribuído no país. Por outro lado, essa desaceleração confirma uma perda relativa de importância da Bacia de Campos. Os próximo gestores dos municípios produtores de petróleo precisam pensar sobre novas alternativas geradores de receitas orçamentárias.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

ESTADO DO RIO ELEVA A SUA ARRECADAÇÃO, CADÊ O DINHEIRO DORNELLES?



Arrecadação 2016 x 2015 - Crescimento Real!

A arrecadação de impostos, taxas e tributos do Estado do Rio está tendo crescimento real em 2016 com relação a 2015.

Apesar do governo apregoar aos 4 ventos que a arrecadação caiu, ela cresce.

O único mês que a arrecadação não apresentou crescimento acima da inflação foi em abril (mês em que, coincidentemente, os Analistas estavam em greve).

No acumulado do ano, o crescimento é de 11% ante uma inflação (IPCA) de 9,28%



Segue o gráfico:
Fontes:
www.transparencia.rj.gov.br
www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/precos/inpc_ipca/ipca-inpc_201605_1.shtm


Os números:
Incluem ICMS, FECP, ITD, IPVA, Taxas, multas, moras e dívida ativa.
Não estão incluídos os números referentes aos repasses do governo federal, assim como as receitas de royalties e participações especiais.

BRASIL PERDE 1,4 MILHÕES DE EMPREGOS




BRASIL PERDE 1,4 MILHÕES DE EMPREGOS

Fonte: IBGE/2016 

A despeito da equipe econômica do Governo Temer, ocupar os meios de comunicação propalando expectativas positivas, sobre a economia brasileira, os números divulgados ontem pelo IBGE, refutam o discurso oficial. 

Entre o trimestre de abril a junho de 2015 e o mesmo período deste ano, conforme demonstra o gráfico acima. A indústria brasileira eliminou 1,4 milhões de postos de trabalho.

Diante deste relevante indicador, tudo indica que a retomada do crescimento econômico, talvez fique somente para o ano de 2017, isto é, se o Congresso Nacional aprovar a agenda econômica, que será encaminhada pelo governo federal nos próximos dias.

Outro assunto que anda tirando o sono do mundo político de Brasília, diz respeito, a delação premiada do dono da empreiteira Odebrecht e do presidente da OAS, que poderá comprometer seriamente, o governo Temer. Com certeza muitas novidades advirão desta horripilante delação.

Em razão das muitas incertezas que ainda pairam no cenário politico, os empresários encontram-se reticentes em relação à possibilidade de retomarem os seus respectivos investimentos no sentido de gerar emprego e renda.          



terça-feira, 16 de agosto de 2016

Início do Processo Eleitoral

Inicia-se oficialmente hoje o processo eleitoral de 2016, visando à eleição dos prefeitos por todo o Brasil, cujas posses ocorrerão a partir do dia primeiro de janeiro de 2017.

No caso específico de Campos, espera-se dos candidatos ao tão cobiçado cargo, uma discussão altiva e honesta, apesar do pequeno período de quarenta e cinco dias de campanha. Em relação aos problemas que afligem a sociedade campista, no seu dia a dia. A despeito da avalanche de recursos financeiros terem jorrados no município, provenientes da renda do petróleo, desde 1999, os indicadores socioeconômicos, ainda são desfavoráveis à população. Só para ilustrar. Temos uma das piores educação do estado e do Brasil, juntamente, com uma saúde de baixa qualidade. Sem contar com a área de transporte público que é um verdadeiro caos.  

O próximo alcaide, com certeza, terá pela frente o desafio de administrar o município, com a prefeitura, com as suas contas totalmente desequilibradas. Os seus fornecedores de bens e serviços, com os seus respectivos pagamentos atrasados, além, obviamente, de ter que assumir o endividamento no mercado financeiro decorrente de três empréstimos, deixado pela atual inquilina do poder.

Como não bastasse às restrições orçamentárias a serem enfrentadas, o novo chefe do poder executivo, deverá reeducar a sociedade a empreender, ou melhor, dizendo, recuperar a economia campista, gerar emprego e renda. Dentro do contexto econômico local adverso, como os dados recentes divulgados pelas associações classistas do município não deixam mentir. Fecharam somente no município 159 estabelecimentos comerciais. Lamentável!  

Mas não se pode desistir em razão da existência dos desmandos da administração pública municipal e do seu triste legado para as gerações futuras. Ainda a tempo de reverter à cultura caquética impregnada no ambiente da Prefeitura Municipal de Campos. Olhar sempre à frente.

Nada como um sangue jovem na administração dos destinos da cidade acompanhado de uma boa equipe de trabalho. Hoje o verbo mais praticado no mundo é o curtir e o compartilhar. È a linguagem contemporânea das redes sociais.  

Se o futuro prefeito de Campos tentar implantar uma gestão centralizada, com os seus secretários, exercendo o melancólico papel de meras figuras decorativas, a sua gestão certamente estará fadada ao insucesso. Acho que o povo da nossa terra não deseja repetir este tacanho modelo. Vamos agora escolher o melhor candidato para governar a nossa intrépida e formosa Campos dos Goytacazes.