No
que diz respeito a Campos, uma economia de serviços e com um setor industrial
que sobrevive a duras penas, com duas usinas em profunda dificuldade
financeira. No mês de maio de 2025, como em 2026, os empregos na indústria
aumentaram e se mantiveram dentro de uma curva de sustentabilidade relativa, em
função da safra sazonal da cana-de-açúcar, que se inicia no mês e vai, no mais
tardar, até setembro. Após esse período, a indústria passa a patinar e a
desempregar. Essa é a dura realidade de Campos. E quem sustenta a economia
local é o Porto do Açu e a Petrobras.
Já
no que diz respeito a Rio das Ostras, o percentual de criação de empregos na
indústria deu um salto de 200%. Se olharmos em termos absolutos, o município
que abriga a Zona Especial de Negócios (ZEN) criou somente três empregos em
2025 e nove em 2026. Pela estrutura industrial que possui, o município, é muito
pouco.
Já
Macaé, a terra da Petrobras, e São João da Barra, a terra do Porto do Açu, dois
motores de crescimento econômico regional, a decepção foi grande. Em Macaé, os
empregos recuaram 59,5%, e em São João da Barra, 127,0%, sendo que o pior é que
o saldo líquido é negativo em maio de 2026 na economia sanjoanense.
Portanto,
aí está o cenário dos empregos na indústria numa região que possui uma das
maiores rendas per capita do Brasil. Ou seja, a indústria local em maio
patinou!

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