segunda-feira, 6 de abril de 2020

GASTOS MILIONÁRIOS NA SAÚDE DE CAMPOS SÃO INCOMPATÍVEIS COM OS SERVIÇOS RUINS QUE SÃO PRESTADOS A POPULAÇÃO. ESSA É UMA DURA REALIDADE.




EVOLUÇÃO DOS GASTOS NA SAÚDE DE CAMPOS COMPARANDO OS TRÊS ANOS DE GOVERNO DE ARNALDO VIANNA ATÉ OS TRÊS ANOS DO PREFEITO RAFAEL DINIZ, PASSANDO PELO GOVERNO MOCAIBER E ROSINHA- ATUALIZADOS PELO IPCA ATÉ FEVEREIRO DE 2020






O gráfico em anexo traz a execução orçamentária do segmento da saúde no município de Campos dos Goytacazes (RJ), comparando os três primeiros anos dos prefeitos Arnaldo Vianna, Alexandre Mocaiber, Rosinha Garotinho e Rafael Diniz. Os dados numéricos encontram-se atualizados, até o mês de fevereiro do ano de 2020, pelo Índice Nacional de Preço do Consumidor Amplo (IPCA) do IBGE.

Como se observa de acordo com o gráfico, o prefeito Arnaldo Vianna, aportou no seu primeiro ano de governo, em 2001, R$ 86,066 milhões, em 2002, R$ 100,198 milhões e em 2003, o valor de R$ 129,175 milhões.

Já, o prefeito Alexandre Mocaiber, no seu primeiro ano de gestão demonstrou a sua imensa preocupação com o setor da saúde local. Logo na largada, em 2006, gastou R$ 657,700 milhões. Um valor realmente bem acima dos valores que foram aportados nos seus dois anos posteriores. Este blog investigou tal disparidade, e infelizmente, não conseguiu achar nenhuma variável no ano de 2006 que pudesse justificar a significativa majoração dos gastos. Todavia, em 2007 foram dispendidos R$ 494,588 milhões e em 2008 o quantitativo financeiro de R$ 482,834 milhões.

No que tange, agora, aos três primeiros anos, da prefeita Rosinha, os gastos em 2009 totalizaram R$ 531,684 milhões, em 2010 R$ 727,787 milhões e em 2011 o numerário de R$ 752,891 milhões.  

Em relação ao prefeito Rafael Diniz, eles foram de R$ 761,883 milhões em 2017, de R$ 811,691 milhões em 2018 e de R$ 813, 451 milhões em 2019.

Com isso, chega-se, a conclusão que, a curva linear dos gastos nesse relevante segmento, dos três anos da prefeita Rosinha, apresentou trajetória crescente, assim, como, a do período do prefeito Diniz. Deixando, claro, a toda sociedade campista que nunca faltou dinheiro na saúde municipal, eles aumentaram ano a ano. Talvez, o que tenha faltado seja efetivamente uma melhor gestão. Pois os serviços de saúde ofertados em Campos são incompatíveis, do ponto de vista da qualidade, com os montantes despejados no setor.


OBS: Os dados do período de 2001 a 2003 são valores orçados. Os valores executados não estão disponíveis no TCE-RJ. 

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