sábado, 8 de fevereiro de 2020
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020
Rendas petrolíferas de Campos somaram mais de vinte e cinco bilhões de 1999 a 2019. Cadê o legado deixado por esta imensa quantidade de dinheiro?
CICLO DA RIQUEZA PETROLÍFERA DOS MUNICÍPIOS PRODUTORES DE PETRÓLEO EM VALORES REAIS PELO INPC DE 1999 A 2019
Tabela I
Preço do barril do petróleo de janeiro de 2020 em relação a dezembro de 2019 recuou mais de catorze por cento
PREÇO DO BARRIL DO PETRÓLEO TIPO BRENT DE 2014 A JANEIRO DE 2020
O preço
do barril do petróleo tipo Brent de janeiro de 2020 encerrou o mês cotado em
US$ 56,65. Em dezembro de 2019 o valor
do barril ficou precificado pelo mercado, em US$ 66,03. A redução de janeiro de
2020 em relação a dezembro de 2019 foi de 14,21%. E, no dia sete de fevereiro
(hoje), até o horário desta postagem, ele encontra-se cotado na casa de US$
54,59.
Realmente
acendeu o sinal amarelo das prefeituras do Norte Fluminense, que ainda, dependem
significativamente, dos repasses das rendas do petróleo.
Uma
das causas do declínio do preço do barril do petróleo, na atual conjuntura, reside
no problema do Coronavírus, responsável pelo arrefecimento da atividade
econômica mundial. Isso por enquanto.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020
Produção industrial do Brasil encerrou o ano de 2019 em queda de 1,1%. Cadê os investimentos do mercado minha gente?
Pesquisa
do IBGE divulgou ontem a queda da produção industrial do Brasil, no acumulado
do ano de 2019 de 1,1% frente ao mesmo período do ano de 2018. Demonstrando com
isso, a ineficiência por parte da política econômica adotada pela equipe de
Paulo Guedes.
Como
por exemplo, no aspecto fiscal, já se aprovou a tão desejada pelo mercado,
reforma da Previdência Social, com a maioria dos seus encargos recaindo sobre
os trabalhadores que recebem o salário mínimo.
No
que tange agora a política monetária, a taxa de juros SELIC, regulada pelo Banco
Central nunca esteve tão baixa.
E,
no que diz respeito, a reforma trabalhista realizada pelo governo Temer,
segundo também os dados do IBGE, não se transformou nos milhões de empregos
formais conforme a propaganda da mídia financiada pelos bancos prometeu. Apenas
a guisa de exemplo, o que se verificou foi o desemprego médio do ano de 2019 em
relação a 2018, recuar, somente 0,4% lastreado, pelos contratos de trabalho
intermitentes. A taxa desemprego que era de 12,3% no ano anterior encerrou em dezembro de 2019 em 11,9%.
Acrescentando,
ainda, outro fato grave ao contexto acima, o relativo à chaga da informalidade
da força de trabalho ou da economia informal, que atualmente cresce exponencialmente,
massacrando a população em idade de produzir. O seu aumento atingiu a 41,1% da
população ocupada ou 38, 4 milhões em termos absolutos. E o mais desalentador
deste episódio, é que a sua imensa maioria fica sem contribuir para a Previdência
Social, adiando por mais tempo o sonho da aposentadoria, e além do mais, agravando o tão propalado déficit previdenciário.
Por
fim, importa formular uma pergunta que não quer calar: cadê os investimentos
anunciados pelo governo Bolsonaro no ano de 2019, quando a maior parcela dos
agentes econômicos depositaram nele, a esperança da retomada do crescimento econômico?
Acho que a conjuntura econômica hoje, se apresenta bastante favorável aos
investimentos da iniciativa privada. Os juros estão baixos, a inflação está sob
controle, à mão de obra é barata ou precarizada, do jeito que o setor produtivo
gosta. Então, o que que está faltando para o retorno dos investimentos privados?
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
PAGAMENTOS DAS DÍVIDAS DA PREFEITURA PELO GOVERNO DINIZ ULTRAPASSARÃO O VALOR DE CEM MILHÕES NO SEU ÚLTIMO ANO DE GESTÃO
ORÇAMENTO FISCAL DE 2020 DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES (RJ) APROVADO EM JANEIRO- AS PRINCIPAIS DESPESAS
Com
um orçamento de R$ 1, 887 bilhão do ano de 2020, o prefeito Rafael Diniz, entra
no seu último ano de governo carregando um pesado fardo, de juros da dívida
orçados em R$ 29, 103 milhões e a sua respectiva amortização, no valor de R$
72, 630 milhões. Com isso, ele pagará ao longo do exercício fiscal deste ano,
de juros e amortização, o exorbitante valor de R$ 101, 733 milhões.
E,
ainda, deverá custear a máquina pública municipal através do custeio fixo e do variável
no patamar total de R$ 706, 245 milhões, pagando também, uma alta folha de
pessoal que certamente, ultrapassará o quantitativo financeiro de um bilhão.
Sobrando
para tentar agregar valor ao sistema econômico local, dentro do cenário fiscal
e financeiro da prefeitura de significativo aperto orçamentário, o valor de R$ 52,
989 milhões, destinados aos investimentos. Tal numerário representa um pouco
mais da metade do montante de (juros e amortização), que sairão do erário
público da população campista, em direção ao opulento sistema financeiro
nacional.
Em
face dessa dura realidade de escassez de recursos orçamentários, como se pode
observar no gráfico, resta então, a nossa população torcer para que o prefeito
Diniz, entregue a Administração Pública municipal, ao seu sucessor em primeiro
de janeiro de 2021, com pelo menos todas as folhas dos servidores em dia.
Inclusive, apenas, a guisa de lembrança, caso o prefeito seja candidato a
reeleição, ele mesmo poderá dar continuidade a sua administração. Quem decidirá
sobre tal possibilidade é o povo da Planície Goytacá, dentro da sua imensa
sabedoria. Vamos aguardar agora o juízo final.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020
SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL E DE SERVIÇOS DE SÃO JOÃO DA BARRA E DE CAMPOS
EMPREGOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL E DE SERVIÇOS DE SÃO JOÃO DA BARRA X CAMPOS NO ANO DE 2018 E EM 2019
O
gráfico deixa evidenciado no comparativo dos segmentos da construção civil e da
prestação de serviços do ano de 2019 em relação ao ano de 2018. No que tange ao
número de geração de empregos a mais, relativos aos municípios de São João da
Barra e de Campos, a influência exercida pelos investimentos que ocorrem atualmente
no Porto do Açu. Absorvidos, obviamente, em parte por Campos, em razão da
economia campista ostentar uma boa e expressiva estrutura de serviços.
E além do mais, a economia campista vem se
constituindo vagarosamente numa “retroárea” do porto. Já que apenas, supostamente o
dinamismo da nossa economia, não seria suficiente para abrir o número de vagas,
observadas dentro do ano de 2019.
Com
isso, importa salientar no ensejo que, São João da Barra, gerou na construção
civil em 2019 o numerário de 2.547 postos de trabalho e em 2018 eles atingiram
o patamar de 1.334 empregos formais. Em relação ao setor de serviços em 2019 as contratações chegaram a 543 e em 2018 a 314 vagas.
No
que diz respeito a Campos, as contratações em 2019 da construção civil foram
tímidas ficando em 42 empregos e em 2018 elas atingiram o saldo negativo de 588
trabalhadores. No setor serviços foram 950 em 2019 e em 2018 totalizaram o
quantitativo de 460 vagas abertas. Vamos aguardar agora as próximas estatísticas
do CAGED, ao longo de 2020.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2020
Assinar:
Postagens (Atom)





