Segundo os dados do
emprego anual do CAGED, a construção civil nos municípios de maior densidade
econômica do Norte Fluminense, no período de janeiro a dezembro de 2025 em
relação a 2024, apresentou retração na geração de postos de trabalho.
A
economia de Campos, por exemplo, em 2025 perdeu 599 empregos formais, enquanto
em 2024 havia registrado saldo líquido positivo. Em Rio das Ostras, foram
eliminadas 319 vagas com carteira assinada, uma perda menor do que a observada
em 2024. Já em São João da Barra, em 2025, o município reduziu
significativamente as perdas de empregos formais, após ter registrado quase
três mil postos eliminados em 2024. Nesse cenário, apenas Macaé apresentou
saldo líquido positivo nos dois anos analisados, o que demonstra que o segmento
da construção civil permanece aquecido na economia macaense, ao contrário das
demais economias analisadas neste post.
Portanto,
no que se refere aos números da construção civil, acende-se uma luz amarela,
pois trata-se de um setor que emprega um contingente expressivo de
trabalhadores na região Norte Fluminense, que possui muita mão de obra de baixa
qualificação. Cabe destacar que o mercado de trabalho da construção civil na
região ainda depende fortemente desse segmento, especialmente diante da elevada
parcela de trabalhadores que permanece sem qualificação profissional,
infelizmente.

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