O gráfico apresenta a
comparação do índice de inflação medido pelo IPCA do IBGE entre janeiro de 2026
e janeiro de 2025. Como se observa, a inflação de janeiro de 2026 ficou em
0,33%, superior à registrada em janeiro de 2025, em razão do aumento dos combustíveis,
que subiram, em média, 2% no mês. O que conteve uma elevação maior do indicador
foram os preços da energia elétrica e dos alimentos, que permaneceram
comportados.
Em
12 meses, o índice avançou de 4,24% para 4,44%, aproximando-se do teto da meta
de inflação, fixada em 3% pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), um intervalo
de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ainda assim,
trata-se de um dado positivo, pois a renda na economia brasileira aumentou, a
massa salarial se expandiu e o poder aquisitivo do trabalhador foi ampliado.
Portanto, os indicadores
econômicos do país permanecem dentro de um cenário de perspectivas otimistas.
Resta apenas que o Banco Central inicie a redução da taxa básica de juros, a
Selic, atualmente em 15%, e tudo indica que, a partir de março, esse movimento
poderá começar. Vamos aguardar.






