Após o ataque dos Estados
Unidos e Israel contra a nação iraniana, a conjuntura econômica mundial entrou
em um compasso de expectativas negativas, em função do aumento do preço do
barril de petróleo, que já rompeu a casa dos US$ 100,00. Este fato é muito perigoso
devido à forte possibilidade do retorno da inflação na economia mundial e da
elevação da taxa de juros nas diversas economias do planeta. Como consequência
econômica de curto e médio prazo, poderá ocorrer a redução do crescimento, a
destruição de empregos e a diminuição da renda.
Era
tudo que o mundo não precisava agora: mais uma guerra, além da já existente
entre Rússia e Ucrânia. O que o furacão Donald Trump fez foi assassinar um
líder político e religioso chamado Ali Khamenei, chefe supremo do Irã. Quando a
religião se envolve, o sarrafo é mais baixo, como está acontecendo neste
momento. Autoridades iranianas já declararam que não irão se render e que o
conflito continuará, sabe Deus até quando.
Trump,
em sua cabeça doentia, pensou que estava lidando com a Venezuela, onde Maduro foi
traído por seus próprios correligionários, principalmente pelos generais
venezuelanos, que entregaram de bandeja a sua cabeça aos americanos. E o regime
chavista continua a todo vapor, a despeito de Trump ter se apossado de forma
ilícita do petróleo venezuelano. Ele feriu todas as normas do direito
internacional. Viva o ditador Trump.
No
caso do Brasil, a possibilidade de retorno da inflação é muito grande, e o
Banco Central, que havia prometido reduzir a taxa Selic na próxima reunião do
COPOM, certamente voltará atrás, e o crescimento econômico e social no país
ficará comprometido por conta desse gesto tresloucado do presidente da
República americana.
Por
fim, resta torcer para que a guerra não se prolongue, pois a conta chegará em
breve. Isso é muito duro.






A Região Norte Fluminense gerou um saldo de 82 empregos em janeiro, se recuperando em relação ao saldo negativo de dezembro do ano anterior, mas desacelerando forte em relação a janeiro de 2025. São João da Barra e Macaé puxaram o saldo para cima com a atuação do setor de serviços. São João da Barra gerou o maior saldo de 211 empregos, seguido por Macaé com um saldo 175 empregos no mês. Com um resultado insatisfatório, Campos dos Goytacazes eliminou 314 empregos no mesmo mês.
Na avaliação setorial, observando o comportamento dos principais municípios geradores de emprego na região (Macaé, Campos, São João da Barra e São Francisco de Itabapoana), as atividade de serviços ocuparam a liderança com a geração de 351 empregos, seguido pelas atividades de construção civil com a geração de 58 empregos no mês.
As atividades comerciais se mostraram bastante frágil no primeiro mês do ano com a eliminação de 204 vagas de empregos e as atividades industrias eliminaram 101 vagas de emprego no mês. Seguindo esta trajetória de fragilidade a agropecuária eliminou 42 emprego em janeiro deste ano.
O estado do Rio de janeiro eliminou 13.009 vagas de emprego, enquanto o país gerou um saldo positivo de 112.334 novos empregos no mês.